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Os segmentos abaixo, retirados do texto 2, que documentam formas de voz passiva são:
Esse fragmento de um texto informativo mostra um conjunto de elementos que estruturam esse gênero textual; o elemento que aparece inadequadamente identificado é:
O menino estava morrendo de medo, tapando a cara para não ver a cena de terror na TV e o pai acudiu dizendo “Calma, isso é só um filme”. O que equivale a um “é tudo de mentirinha, seu bobo”. Bem que o filho poderia responder: “Mas o meu medo é de verdade!” − e estaria com isso reconhecendo o efeito vivo e material que as simulações, as representações e as simbolizações da arte e dos jogos têm sobre todas as criaturas.
A convicção de que toda representação artística, por ser uma representação, é contrária a qualquer verdade, mostra-se muito bem, quando queremos escapar do poder real dos “fingimentos” da arte e apelamos para a “realidade do mundo” − como se esta só existisse numa autonomia plena, em si mesma, sem permitir se expressar de modo criativo. Quem se inicia, por exemplo, no universo mágico do escritor Guimarães Rosa, mergulhando no grande sertão cósmico-mineiro a que ele deu nova vida, em nova e surpreendente linguagem, e tem que suspender a leitura para ir ao mercado poderá pensar, na rua, invertendo a equação: “Mas isso é só o mundo...”
Ao ouvirmos aquela sonata ou aquela canção especial, não deveríamos chorar, pois aquilo “é só música”. A ingênua alegação de que a arte é “só” arte, de que um símbolo é “apenas” um símbolo, pretende trabalhar contra nossa humanidade profunda, contra essa condição em que a disposição emocional se alia à nossa energia afetiva e inteligente, por vezes levando-nos num salto para a plataforma do sublime, esse estágio tão alto de beleza que parece não haver mais nada acima dele. Quando nos comovemos de verdade com qualquer manifestação artística, fica impossível acusar o artista de mentiroso: a linguagem que ele concebeu e que nos encantou passou a fazer parte da nossa verdade.
(Paulo Carini do Amaral, inédito)
Considere as seguintes afirmações:
I. No 1º parágrafo, por meio da cena entre o pai e o filho, demonstra-se que não há razão para alguém sentir medo por conta de um filme.
II. No 2º parágrafo, afirma-se que a “realidade do mundo” supera toda e qualquer tentativa de lhe dar uma expressão convincente.
III. No 3º parágrafo, a comoção humana provocada pelo símbolo artístico desautoriza aqueles que julgam o artista uma espécie de impostor.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
Jovens protestando nas ruas não são exatamente uma novidade: parece ser próprio da juventude um alto grau de inconformismo. Mas é possível localizar na década de 60 e em parte da de 70 do século passado o marco mais incisivo de muitas contestações. O problema apareceu como sendo o de toda uma geração de jovens ameaçando a ordem social, nos planos político, cultural e moral, por uma atitude de crítica aos valores estabelecidos e pelo desencadear de atos em busca de transformação − movimentos estudantis de oposição aos regimes autoritários, contra a tecnocracia e todas as formas de dominação, movimentos pacifistas, agrupamentos de hippies, etc.
Muitos jovens estabeleciam para si próprios que jamais viriam a se integrar ao funcionamento normal da sociedade. Alguns entravam em organizações políticas clandestinas, outros se recusavam a assumir um emprego formal, indo viver em comunidades e sobrevivendo por meio de atividades alternativas (arte, artesanato, hortas comunitárias), tudo numa recusa permanente de se adaptar, de se enquadrar numa sociedade convencional.
No Brasil, é particularmente nesse momento que a questão da juventude ganha maior visibilidade, devido ao engajamento de jovens da classe média, do ensino secundário e universitário, na luta contra o regime autoritário por meio de mobilizações estudantis e atuação nos partidos de esquerda. No campo do comportamento, questionavam os padrões sexuais, morais e o consumismo. De lá para cá, alternaram-se momentos de alguma acomodação e outros de expressão inconformista. As manifestações de meados de 2013 atualizaram o caráter contestador da juventude.
(Adaptado de: ABRAMO, Helena Wendel. “Considerações sobre a tematização social da juventude no Brasil”. Revista Brasileira de Educação, n. 5/6, p. 30 e 31)
O texto deixa claro que o inconformismo dos jovens na década de 60 e em parte na de 70 estabelecia uma forte oposição de valores e atitudes, tal como a que se verifica entre os segmentos
O menino estava morrendo de medo, tapando a cara para não ver a cena de terror na TV e o pai acudiu dizendo “Calma, isso é só um filme”. O que equivale a um “é tudo de mentirinha, seu bobo”. Bem que o filho poderia responder: “Mas o meu medo é de verdade!” − e estaria com isso reconhecendo o efeito vivo e material que as simulações, as representações e as simbolizações da arte e dos jogos têm sobre todas as criaturas.
A convicção de que toda representação artística, por ser uma representação, é contrária a qualquer verdade, mostra-se muito bem, quando queremos escapar do poder real dos “fingimentos” da arte e apelamos para a “realidade do mundo” − como se esta só existisse numa autonomia plena, em si mesma, sem permitir se expressar de modo criativo. Quem se inicia, por exemplo, no universo mágico do escritor Guimarães Rosa, mergulhando no grande sertão cósmico-mineiro a que ele deu nova vida, em nova e surpreendente linguagem, e tem que suspender a leitura para ir ao mercado poderá pensar, na rua, invertendo a equação: “Mas isso é só o mundo...”
Ao ouvirmos aquela sonata ou aquela canção especial, não deveríamos chorar, pois aquilo “é só música”. A ingênua alegação de que a arte é “só” arte, de que um símbolo é “apenas” um símbolo, pretende trabalhar contra nossa humanidade profunda, contra essa condição em que a disposição emocional se alia à nossa energia afetiva e inteligente, por vezes levando-nos num salto para a plataforma do sublime, esse estágio tão alto de beleza que parece não haver mais nada acima dele. Quando nos comovemos de verdade com qualquer manifestação artística, fica impossível acusar o artista de mentiroso: a linguagem que ele concebeu e que nos encantou passou a fazer parte da nossa verdade.
(Paulo Carini do Amaral, inédito)
Expressões como isso é só um filme, é só música, um símbolo é apenas um símbolo são utilizadas no texto para
(0) Gerenciamento de processos não aplicado.
( ) Processos seguem um caminho padrão.
( ) Processos são documentados e comunicados.
( ) Boas práticas são seguidas e automatizadas.
( ) Processos são ad hoc e desorganizados.
( ) Processos são monitorados e medidos.
Nas definições acima, a escala 0 já foi associada à sua definição. As associações subsequentes e respectivas dos valores da escala apresentados são:
I. Metodologia para usar centrais de serviço e grupos de suporte para prover serviços em regime 24/7 de forma transparente. Chamadas, incidentes, problemas e requisições de serviço são encaminhados entre os grupos que estão em diferentes fusos horários.
II. Divide-se nas etapas de detecção, diagnóstico, reparo, recuperação e restauração do incidente. É usado para ajudar a entender todas as contribuições ao impacto de incidentes e a como planejar para que sejam controladas ou reduzidas.
III. Categoria usada para identificar a importância relativa de um incidente, problema ou mudança. É usada para identificar os tempos requeridos para que ações adequadas sejam tomadas. Por exemplo, o acordo de nível de serviço pode afirmar que incidentes devem ser resolvidos em até 12 horas.
IV. Parte do processo de gerenciamento de problema e seu o objetivo é identificar problemas que, de outra maneira, poderiam permanecer não identificados. Analisa registros de incidentes e dados coletados por outros processos do gerenciamento de serviço de TI para identificar tendências ou problemas significativos.
V. Tempo acordado e periódico em que as mudanças ou liberações são implementadas com o mínimo impacto nos serviços. São normalmente documentadas em acordos de nível de serviço.
Os itens de I a V correspondem, correta e respectivamente, a:
I. normalmente não permitem que usuários que não tenham autorização acessem a parte da rede que está sob proteção.
II. proibem que serviços potencialmente vulneráveis entrem ou saiam da rede e oferecem um local para monitorar eventos relacionados à segurança.
III. não permitem que arquivos infectados por malwares sejam transferidos para dentro ou para fora da rede.
IV. não permitem que colaboradores ajudem pessoas externas à organização a invadir a rede.
Está correto o que consta APENAS em
1. Uma declaração do comprometimento da direção, apoiando as metas e princípios da segurança da informação, alinhada com os objetivos e estratégias do negócio.
2. Uma estrutura para estabelecer os objetivos de controle e os controles, incluindo a estrutura de análise/avaliação e gerenciamento de risco.
3. Definição das responsabilidades gerais e específicas na gestão da segurança da informação, incluindo o registro dos incidentes de segurança da informação.
O documento citado no texto é
Grupo A:
I. Uma nova conta de usuário com o mesmo nome que a conta de usuário anteriormente excluída ASSUME automaticamente as permissões e os membros de grupo da conta excluída anteriormente.
II. Uma nova conta de usuário com o mesmo nome que a conta de usuário anteriormente excluída NÃO ASSUME automaticamente as permissões e os membros de grupo da conta excluída anteriormente.
Grupo B:
1. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é compartilhada. Todos os membros e permissões são recriados automaticamente.
2. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é redirecionada para a nova conta. Todos os membros e permissões são recriados automaticamente quando a redireção é efetuada.
3. Pois a identificação de segurança (SID) de cada conta é exclusiva. Para duplicar uma conta de usuário excluída, todos os membros e permissões devem ser recriados manualmente.
Dentre as afirmações efetuadas no Grupo A e no Grupo B, a combinação que resulta em uma afirmação correta é expressa em
I. O modelo de serviço do Diretório LDAP é baseado em entradas. Uma entrada é um conjunto de atributos referenciada através de um nome distinto (DN). O DN é usado para referenciar uma entrada de forma não ambígua. Cada um dos atributos de entrada tem um tipo e um ou mais valores.
II. O LDAP define operações para consultar e atualizar o Diretório. Operações são fornecidas para adição e remoção de uma entrada do Diretório, modificação de uma entrada existente e modificação do nome de uma entrada. A operação LDAP de busca é efetuada por meio de busca binária e sempre descende da raiz até o nós de pesquisa, não efetuando, desse modo, a pesquisa de, apenas um ramo.
III. No LDAP, entradas de Diretório são organizadas em uma hierarquia de árvore invertida, semelhante em alguns aspectos à organização do DNS. A estrutura desta árvore geralmente reflete limites políticos, geográficos e/ou organizacionais. O nó mais alto (raiz) é tipicamente o componente nome de domínio de uma companhia, estado ou organização.
Está correto o que consta APENAS em
/dev/ - Este é o nome do diretório onde encontram-se todos os arquivos de dispositivos. Já que partições residem em discos rígidos, e discos rígidos são dispositivos, os arquivos representando todas as partições possíveis residem em /dev/.
xx - As primeiras duas letras do nome da partição indicam o tipo de dispositivo no qual a partição reside, geralmente hd (para discos IDE) ou sd (para discos SCSI).
y - ....I...
N - O número final denota a partição. As primeiras quatro partições são numeradas de 1 a 4. Partições lógicas começam com 5.
A lacuna I é corretamente substituída por: Essa letra indica
A lacuna [......] acima é corretamente preenchida com:
I. Uma biblioteca coleta conteúdo de várias pastas. Você pode incluir pastas de diversos locais na mesma biblioteca e, depois, exibir e organizar os arquivos nessas pastas como uma coleção.
II. Se você mantém algumas imagens em uma unidade de disco rígido externa, pode incluir uma pasta dessa unidade na biblioteca de imagens e acessar os arquivos dessa pasta na biblioteca de imagens sempre que a unidade de disco rígido estiver conectada ao computador.
III. Caso possua imagens em unidades de CD ou DVD, pode incluir a pasta que contém essas imagens na biblioteca de imagens. Quando o disco for inserido, essas imagens, automaticamente, ficarão disponíveis na biblioteca.
Está correto o que consta APENAS em
As lacunas I, II e III se referem, correta e respectivamente, a