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G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.
Disponível em:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.


G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.
Disponível em:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.


G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.
Disponível em:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.
O Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos do Poder Judiciário deve atuar na consolidação das informações e geração de estatísticas relacionadas aos incidentes ocorridos no Poder Judiciário.
O fluxo e a tramitação de dúvidas e de demandas de correção, evolução e criação de soluções de TI não devem estar condicionados a formato específico, de modo que se possa garantir maior transparência às informações.
Todas as soluções de tecnologia da informação e serviços digitais mantidos pelo CNJ deverão possuir gestores negociais e gestores técnicos, competindo a estes sanar os erros detectados.
Todos os órgãos do Poder Judiciário devem colocar em prática as ações para o pleno alcance dos objetivos da Estratégia Nacional de Segurança da Informação e Cibernética do Poder Judiciário (ENSEC-PJ).
O CNJ admite o uso de modelos de inteligência artificial no âmbito do Poder Judiciário e preferencialmente o de softwares de código aberto que permitam maior transparência.
A Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud) é alimentada com dados e metadados processuais relativos a processos físicos e eletrônicos, sejam estes públicos ou sigilosos.
A execução da fase de planejamento das contratações de solução de tecnologia da informação e comunicação é obrigatória, exceto nos casos de inexigibilidade ou dispensa de licitação.
O programa de avaliação do grau de aderência dos sistemas ao MoReq-Jus e de atualização permanente, denominado programa MoReq-Aval, será executado pelo Departamento de Tecnologia da Informação do CNJ, com o apoio do Comitê Gestor do Sistema Nacional de Segurança do Poder Judiciário.
No processo finalístico de uma solução SIEM padrão, a etapa em que se buscam indicações de ameaças à segurança cibernética, a partir dos dados coletados e por meio da comparação a padrões definidos, é denominada agregação e normalização dos dados.
A utilização de EAP-TLS para autenticação de usuários de redes sem fio requer que o servidor de autenticação e o cliente suplicante disponham de certificados digitais, usualmente emitidos por infraestrutura de chaves públicas (ICP).
