Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - tecnologia da informação

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Q330665 Redes de Computadores
Cabos de par trançado usam condutores metálicos que aceitam e transportam sinais na forma de corrente elétrica. Sobre esse tipo de cabo é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q330664 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
Compete ao Presidente do Tribunal
Alternativas
Q330663 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
A respeito da Escola Judicial, considere:

I. A Escola tem por finalidades a preparação, a formação, o treinamento, o aperfeiçoamento, o desenvolvimento e a capacitação de Magistrados e servidores.

II. Todos os cursos regulares promovidos pela Escola destinados aos Magistrados serão objeto de avaliação final a ser encaminhada ao Corregedor do Tribunal e à Comissão de Vitaliciamento para fins de vitaliciamento e promoção.

III. O cargo de Diretor da Escola será exercido por Desembargador do Trabalho eleito em escrutínio secreto por todos os Juízes do Trabalho e terá mandato de dois anos, sendo vedada a recondução.

Está correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q330662 Português
Imagem 012.jpg

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q330660 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      Num passado não muito remoto, cada um era definido por sua proveniência, e as perguntas iniciais diziam: quem foram seus pais e antepassados? Onde você nasceu? Quais são as dívidas que você herdou?
      Prefiro os dias de hoje, em que são nossas próprias façanhas que nos definem. É uma escolha que deveria nos deixar mais livres, mas acontece que a praticamos de um jeito estranho: junto com os laços que nos prendiam às nossas origens e ao passado, nossa vida concreta também é silenciada na descrição de nossa identidade. E nos transformamos em sujeitos abstratos, resumidos por nossa função na produção e na circulação de mercadorias e serviços.
      Consequência: o desemprego nos ameaça com uma perda radical de identidade. E não adianta observar que, afinal, nos sobra o resto, ou seja, toda a complexidade de nosso ser. Não adianta porque, em regra, já renunciamos há tempos a sermos representados por nossa vida concreta.
      Enfim, espera-se que a economia crie empregos. Mas os poetas e os saltimbancos também têm uma tarefa crucial: são eles que podem, aos poucos, convencer a gente de que é nossa vida concreta que nos define, não nossa função produtiva.

(Adaptado de:Contardo Caligaris, Folha de S.Paulo, 17/10/2009. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ ult10037u398900.shtml.) 
Pode-se depreender do texto a contraposição entre
Alternativas
Q330659 Português
      Há quem faça canções com acurado conhecimento de causa musical, ...... o trato de harmonias complexas concilia-se com o gosto popular. Há outros que trabalham apenas com um violão ...... não dominam mais do que dois ou três acordes. No entanto, como a canção popular é campo fértil para as relações entre o sofisticado e o elementar, soluções muito simples dispõem às vezes de uma força criativa genuína.

(Adaptado do ensaio de Jose Miguel Wisnick, em Paulo Leminski, Toda Poesia, São Paulo, Cia. das Letras, 2013. p. 387 e 388) 
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q330656 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



aquela mágoa sem remédio é considerada nula

Transpondo-se a frase acima para a voz ativa, a forma verbal resultante será: 
Alternativas
Q330655 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



problemas têm família grande

O verbo que, no contexto, exige o mesmo tipo de complemento que o grifado na frase acima está empregado em: 
Alternativas
Q330653 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



Atente para o que se afirma abaixo.

I. Depreende-se do poema que é preciso mais do que apenas nosso desejo para a resolução de dificuldades.

II. Segundo o texto, o remorso deve ser evitado, bastando, para tanto, que não se evoque o passado a todo o momento.

III. Infere-se do texto que as mágoas podem desaparecer na medida em que não forem cultivadas.

Está correto o que se afirma APENAS em:
Alternativas
Q330652 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes…

O elemento sublinhado na frase acima preenche corretamente a lacuna da frase
Alternativas
Q330651 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
As normas de concordância estão plenamente respeitadas na frase:
Alternativas
Q330650 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
Se o mundo desaba , o caos impera .

Mantém - se correta correlação entre os tempos verbais da frase acima substituindo - se os verbos grifados, respectivamente, por:
Alternativas
Q330649 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
… que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos.

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está em:
Alternativas
Q330648 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
Admite transposição para a voz passiva o que se encontra em:
Alternativas
Q330647 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
A frase em que o elemento sublinhado NÃO é um pronome está em:
Alternativas
Q330646 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. (5º parágrafo)

Mantendo - se a correção e a lógica, sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase acima, o elemento sublinhado pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q330645 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
No texto, o autor
Alternativas
Q302119 Inglês
December 12, 2012
If It’s for Sale, His Lines Sort It
By MARGALIT FOX


It was born on a beach six decades ago, the product of a pressing need, an intellectual spark and the sweep of a young man’s
fingers through the sand.
The result adorns almost every product of contemporary life, including groceries, wayward luggage and, if you are a
traditionalist, the newspaper you are holding.
The man on the beach that day was a mechanical-engineer-in-training named N. Joseph Woodland. With that transformative
stroke of his fingers − yielding a set of literal lines in the sand − Mr. Woodland, who died on Sunday at 91, conceived the modern bar
code.
Mr. Woodland was a graduate student when he and a classmate, Bernard Silver, created a technology, based on a printed
series of wide and narrow striations, that encoded consumer-product information for optical scanning.
Their idea, developed in the late 1940s and patented 60 years ago this fall, turned out to be ahead of its time, and the two men
together made only $15,000 from it, when they sold their patent to Philco. But the curious round symbol they devised would ultimately
give rise to the universal product code, or U.P.C., as the staggeringly prevalent rectangular bar code (it graces tens of millions of
different items) is officially known.
Imagem associada para resolução da questão

       Here is part of the story behind the invention:
       To represent information visually, he realized, he would need a code. The only code he knew was the one he had learned in the
Boy Scouts.
       What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code, with its elegant simplicity and limitless combinatorial
potential, were adapted graphically? He began trailing his fingers idly through the sand.
       “What I’m going to tell you sounds like a fairy tale,” Mr. Woodland told Smithsonian magazine in 1999. “I poked my four fingers
into the sand and for whatever reason − I didn’t know − I pulled my hand toward me and drew four lines. I said: ‘Golly! Now I have four
lines, and they could be wide lines and narrow lines instead of dots and dashes.’ ”
       That consequential pass was merely the beginning. “Only seconds later,” Mr. Woodland continued, “I took my four fingers − they
were still in the sand − and I swept them around into a full circle.”
       Mr. Woodland favored the circular pattern for its omnidirectionality: a checkout clerk, he reasoned, could scan a product without
regard for its orientation.
       But that method − a variegated bull’s-eye of wide and narrow bands −, which depended on an immense scanner equipped with
a 500-watt light, was expensive and unwieldy, and it languished for years.
       The two men eventually sold their patent to Philco for $15,000 − all they ever made from their invention.
       By the time the patent expired at the end of the 1960s, Mr. Woodland was on the staff of I.B.M., where he worked from 1951
until his retirement in 1987.
       Over time, laser scanning technology and the advent of the microprocessor made the bar code viable. In the early 1970s, an
I.B.M. colleague, George J. Laurer, designed the familiar black-and-white rectangle, based on the Woodland-Silver model and drawing
on Mr. Woodland’s considerable input.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2012/12/13/business/n-joseph-woodland-inventor-of-the-bar-code-dies-at-91.html?nl=todaysheadlines
&emc=edit_th_20121214&_r=0
)


Dentro do contexto, a tradução correta para o significado de “it languished for years” é
Alternativas
Q302117 Inglês
December 12, 2012
If It’s for Sale, His Lines Sort It
By MARGALIT FOX


It was born on a beach six decades ago, the product of a pressing need, an intellectual spark and the sweep of a young man’s
fingers through the sand.
The result adorns almost every product of contemporary life, including groceries, wayward luggage and, if you are a
traditionalist, the newspaper you are holding.
The man on the beach that day was a mechanical-engineer-in-training named N. Joseph Woodland. With that transformative
stroke of his fingers − yielding a set of literal lines in the sand − Mr. Woodland, who died on Sunday at 91, conceived the modern bar
code.
Mr. Woodland was a graduate student when he and a classmate, Bernard Silver, created a technology, based on a printed
series of wide and narrow striations, that encoded consumer-product information for optical scanning.
Their idea, developed in the late 1940s and patented 60 years ago this fall, turned out to be ahead of its time, and the two men
together made only $15,000 from it, when they sold their patent to Philco. But the curious round symbol they devised would ultimately
give rise to the universal product code, or U.P.C., as the staggeringly prevalent rectangular bar code (it graces tens of millions of
different items) is officially known.
Imagem associada para resolução da questão

       Here is part of the story behind the invention:
       To represent information visually, he realized, he would need a code. The only code he knew was the one he had learned in the
Boy Scouts.
       What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code, with its elegant simplicity and limitless combinatorial
potential, were adapted graphically? He began trailing his fingers idly through the sand.
       “What I’m going to tell you sounds like a fairy tale,” Mr. Woodland told Smithsonian magazine in 1999. “I poked my four fingers
into the sand and for whatever reason − I didn’t know − I pulled my hand toward me and drew four lines. I said: ‘Golly! Now I have four
lines, and they could be wide lines and narrow lines instead of dots and dashes.’ ”
       That consequential pass was merely the beginning. “Only seconds later,” Mr. Woodland continued, “I took my four fingers − they
were still in the sand − and I swept them around into a full circle.”
       Mr. Woodland favored the circular pattern for its omnidirectionality: a checkout clerk, he reasoned, could scan a product without
regard for its orientation.
       But that method − a variegated bull’s-eye of wide and narrow bands −, which depended on an immense scanner equipped with
a 500-watt light, was expensive and unwieldy, and it languished for years.
       The two men eventually sold their patent to Philco for $15,000 − all they ever made from their invention.
       By the time the patent expired at the end of the 1960s, Mr. Woodland was on the staff of I.B.M., where he worked from 1951
until his retirement in 1987.
       Over time, laser scanning technology and the advent of the microprocessor made the bar code viable. In the early 1970s, an
I.B.M. colleague, George J. Laurer, designed the familiar black-and-white rectangle, based on the Woodland-Silver model and drawing
on Mr. Woodland’s considerable input.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2012/12/13/business/n-joseph-woodland-inventor-of-the-bar-code-dies-at-91.html?nl=todaysheadlines
&emc=edit_th_20121214&_r=0
)

  A ideia de Woodland e Silver foi patenteada em
Alternativas
Q302116 Inglês
December 12, 2012
If It’s for Sale, His Lines Sort It
By MARGALIT FOX


It was born on a beach six decades ago, the product of a pressing need, an intellectual spark and the sweep of a young man’s
fingers through the sand.
The result adorns almost every product of contemporary life, including groceries, wayward luggage and, if you are a
traditionalist, the newspaper you are holding.
The man on the beach that day was a mechanical-engineer-in-training named N. Joseph Woodland. With that transformative
stroke of his fingers − yielding a set of literal lines in the sand − Mr. Woodland, who died on Sunday at 91, conceived the modern bar
code.
Mr. Woodland was a graduate student when he and a classmate, Bernard Silver, created a technology, based on a printed
series of wide and narrow striations, that encoded consumer-product information for optical scanning.
Their idea, developed in the late 1940s and patented 60 years ago this fall, turned out to be ahead of its time, and the two men
together made only $15,000 from it, when they sold their patent to Philco. But the curious round symbol they devised would ultimately
give rise to the universal product code, or U.P.C., as the staggeringly prevalent rectangular bar code (it graces tens of millions of
different items) is officially known.
Imagem associada para resolução da questão

       Here is part of the story behind the invention:
       To represent information visually, he realized, he would need a code. The only code he knew was the one he had learned in the
Boy Scouts.
       What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code, with its elegant simplicity and limitless combinatorial
potential, were adapted graphically? He began trailing his fingers idly through the sand.
       “What I’m going to tell you sounds like a fairy tale,” Mr. Woodland told Smithsonian magazine in 1999. “I poked my four fingers
into the sand and for whatever reason − I didn’t know − I pulled my hand toward me and drew four lines. I said: ‘Golly! Now I have four
lines, and they could be wide lines and narrow lines instead of dots and dashes.’ ”
       That consequential pass was merely the beginning. “Only seconds later,” Mr. Woodland continued, “I took my four fingers − they
were still in the sand − and I swept them around into a full circle.”
       Mr. Woodland favored the circular pattern for its omnidirectionality: a checkout clerk, he reasoned, could scan a product without
regard for its orientation.
       But that method − a variegated bull’s-eye of wide and narrow bands −, which depended on an immense scanner equipped with
a 500-watt light, was expensive and unwieldy, and it languished for years.
       The two men eventually sold their patent to Philco for $15,000 − all they ever made from their invention.
       By the time the patent expired at the end of the 1960s, Mr. Woodland was on the staff of I.B.M., where he worked from 1951
until his retirement in 1987.
       Over time, laser scanning technology and the advent of the microprocessor made the bar code viable. In the early 1970s, an
I.B.M. colleague, George J. Laurer, designed the familiar black-and-white rectangle, based on the Woodland-Silver model and drawing
on Mr. Woodland’s considerable input.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2012/12/13/business/n-joseph-woodland-inventor-of-the-bar-code-dies-at-91.html?nl=todaysheadlines
&emc=edit_th_20121214&_r=0
)


O pronome “It”, no início do texto, refere-se a
Alternativas
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3360: A