Foram encontradas 7.838 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2670158 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O substantivo composto “tupi-guarani”, segundo o acordo ortográfico vigente, deve ser grafado com hífen. Assinale a alternativa na qual a palavra NÃO deva ser grafada com esse sinal gráfico.

Alternativas
Q2670157 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento gráfico, assinale a alternativa na qual a supressão do acento agudo NÃO originaria palavra existente na Língua Portuguesa.

Alternativas
Q2670156 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O texto explica a formação de uma palavra no idioma kotiria, através do processo de derivação sufixal. Assinale a alternativa que NÃO apresenta palavra em Língua Portuguesa formada por esse processo.

Alternativas
Q2670155 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “inteligíveis” (l. 24), sem causar alteração significativa ao sentido original do trecho.

Alternativas
Q2670154 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, temos o emprego da expressão “a ponta do iceberg” em sentido metafórico. Assinale a alternativa que indica o sentido pretendido pelo uso dessa metáfora.

Alternativas
Q2670153 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número correto de pronomes presentes no trecho a seguir: “O único emprego correto do substantivo composto ‘tupi-guarani’ é o que serve para designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas”.

Alternativas
Q2670152 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das línguas indígenas no Brasil.

Alternativas
Q2670112 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A sofisticação da línguas indígenas


Por Reinaldo José Lopes


  1. Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito
  2. telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua
  3. totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na
  4. própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” –
  5. um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
  6. Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano
  7. que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir
  8. a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra)
  9. com a forma --ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá?
  10. Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”.
  11. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas
  12. indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um
  13. dia existiu por aqui, diga-se. Como mostra o livro Índio Não Fala Só Tupi, lançado neste ano
  14. pelas linguistas Bruna Franchetto e Kristina Balykova, calcula-se que pelo menos 80% dos
  15. idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1500 para cá.
  16. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do
  17. planeta, com a presença de idiomas tão diferentes entre si quanto o alemão do árabe ou os
  18. idiomas do Congo em relação ao mandarim (aliás, algumas das línguas “made in Brazil” usam
  19. tons, semelhantes a notas musicais, para diferenciar o significado de algumas sílabas, algo que
  20. o mandarim também faz).
  21. O famoso tupi antigo ou tupinambá, falado em boa parte do litoral brasileiro quando Pedro
  22. Álvares Cabral pisou aqui, era só uma delas. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupiguarani”,
  23. expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani
  24. é outra – e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.
  25. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para
  26. designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre
  27. seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu (um descendente moderno do tupi
  28. do Brasil-Colônia), os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode
  29. imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla – nesse caso, a família tupi
  30. propriamente dita, que inclui ainda outras dezenas de línguas, como o munduruku, o juruna, o
  31. tupari e o suruí.
  32. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras
  33. famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas, ou seja, sem
  34. nenhum parentesco identificável com outros idiomas. É mais ou menos o mesmo caso do basco,
  35. falado na Espanha e na França – com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse
  36. tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística
  37. brasileira.


(Disponível em: Revista Superinteressante – https://super.abril.com.br/historia/a-sofisticacao-das-linguas-

indigenas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. As línguas indígenas estão incorporando as abreviaturas do “internetês”.

II. 80% das 150 línguas que eram faladas no Brasil antes da chegada dos portugueses desapareceram.

III. Há semelhanças entre as línguas indígenas brasileiras e o mandarim em termos de recursos sonoros.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532293 Raciocínio Lógico

Considere a sequência de figuras a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Considerando a continuidade dessa sequência, a figura formada por 631 hexágonos será a de número:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532292 Matemática

A figura abaixo representa um jardim em que a parte cinza será gramada. 


Imagem associada para resolução da questão



O valor que mais se aproxima da porcentagem da área gramada em relação ao todo é:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532289 Matemática
O gráfico a seguir mostra a quantidade de resultados negativos e positivos de 165 testes para covid-19 realizados em uma unidade de saúde em uma determinada semana de 2022.

Imagem associada para resolução da questão


Na semana seguinte, a unidade de saúde registrou um aumento no número de testes realizados, mas a proporção entre resultados negativos e positivos se manteve. Sabendo que, nessa segunda semana, foram realizados 297 testes, o número de resultados positivos foi de:
Alternativas
Q1906723 Pedagogia
Alicia Fernàndez (1991), ao analisar a família, considera simultaneamente três níveis: o nível individual, centrando-se no paciente; o nível vincular, focalizado na modalidade de circulação do conhecimento e da informação entre os membros da família, e o nível dinâmico, aquele destinado a esclarecer o sistema de papéis necessários para o funcionamento e manutenção da estrutura familiar e os modelos de interação possíveis. Considerando aqui, pontualmente, o nível individual, entende-se como:
Alternativas
Q1906722 Pedagogia
De acordo com o Código de Ética da Psicopedagogia da Associação Brasileira de Psicopedagogia, é papel do psicopedagogo trabalhar no âmbito educacional e na saúde, com foco no processo de aprendizagem e suas dificuldades. Fundamentado em diferentes referenciais teóricos e de natureza inter e transdisciplinar, tem como objetivos:
Alternativas
Q1906721 Pedagogia
O processo do diagnóstico psicopedagógico envolve fazer o levantamento e a articulação de vários conjuntos de dados, considerando a individualidade de cada sujeito, as queixas e as situações específicas, sendo que alguns conjuntos de dados poderão ter maior relevância do que outros. Contudo, a maior qualidade de validade do diagnóstico se dá diante da relação entre o profissional da psicopedagogia e o sujeito. De acordo com Weiss (1997), consideramos importante o exercício de: 
Alternativas
Q1906720 Pedagogia
São áreas de intervenção psicopedagógica os processos de ensino e de aprendizagem, a atenção à diversidade, a prevenção e desenvolvimento pessoal e a orientação acadêmica e profissional dos estudantes. Desta forma, de acordo com Igea, B.D.R. (2005), a psicopedagogia pretende sua atuação em qual ou quais âmbitos escolares?
Alternativas
Q1906719 Pedagogia
Diante do acesso fácil à literatura e sob influência da Argentina, chega no Brasil a Psicopedagogia. Cursos com enfoque psicopedagógico e a Escola de Guatemala com uma visão social e política diante das dificuldades de aprendizagem escolar são criadas e inicia-se assim o trabalho preventivo da área (BOSSA, 2007). Considerando esse cenário brasileiro, estamos falando de qual década?
Alternativas
Q1906718 Pedagogia
De acordo com Alicia Fernàndez (1991), a modalidade de aprendizagem é "como uma matriz, um molde, um esquema de operar que vamos utilizando nas diferentes situações de aprendizagem". É correto afirmar que ela é construída de acordo com a real experiência de aprendizagem:
Alternativas
Q1906717 Pedagogia
De acordo com Fonseca (1999), a dificuldade de aprendizagem é abrangente e global, relaciona-se ao aprendente, ao ensinante, à metodologia e ao conteúdo, à escola e ao ambiente; enquanto que distúrbios de aprendizagem são dificuldades pontuais e específicas em que há uma disfunção:
Alternativas
Q1906716 Pedagogia
Ramos (2004) lembra que "o diagnóstico psicopedagógico deve priorizar a compreensão do sujeito em processo de aprendizagem, bem como as possibilidades de intervir nos impasses diante das dificuldades escolares". Contudo, faz-se imprescindível considerar: 
Alternativas
Q1906715 Pedagogia
A intervenção psicopedagógica na escola considera, de acordo com Igea, B.D.R. (2005), as funções de coordenação e estímulo do conjunto das atividades orientadoras dos professores, assim como o aprofundamento ou a ampliação dessas atividades, transformando-se (o trabalho psicopedagógico), dessa forma, numa instância de: 
Alternativas
Respostas
6101: B
6102: D
6103: E
6104: C
6105: A
6106: D
6107: B
6108: C
6109: B
6110: D
6111: A
6112: C
6113: E
6114: B
6115: D
6116: C
6117: D
6118: A
6119: A
6120: B