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Q2294558 Português
O texto 1 serve de base para a questão desta prova.


Os riscos das telas para os Nativos Digitais!
Os riscos das telas para os Nativos Digitais! Os alunos fazem parte do que está sendo chamado de geração dos “nativos digitais”
Nativos Digitais seriam crianças e jovens nascidos já imersos no universo tecnológico. Por isso, teriam capacidades cognitivas mais adaptadas a essas tecnologias. Para esse grupo, portanto, a alta exposição a telas e tecnologia traria apenas benefícios no desenvolvimento cognitivo.

Mas será que isso é verdade?
Os riscos das telas para os nativos digitais – De acordo com o neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, o conceito de “nativos digitais” não tem qualquer embasamento científico.
Em seu livro “A Fábrica dos Cretinos Digitais: os perigos das telas para nossas crianças”, recém-lançado no Brasil, o neurocientista é categórico em afirmar: quanto maior o investimento dos sistemas educacionais em tecnologia digital, pior é o desempenho acadêmico dos alunos em Matemática, Linguagem e Ciências.
Em seu livro, Desmurget cita dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) para sustentar essa afirmação.

Por que o rendimento acadêmico cai?
O livro escrito pelo neurocientista francês traz dados alarmantes sobre o tempo que crianças e jovens passam diante das telas. Segundo esses dados, jovens entre 13 e 18 anos de idade usam aparelhos digitais por aproximadamente 8h30 por dia. Ou seja, eles passam mais de um terço de um dia diante das telas. Desse total, porém, o tempo utilizado para estudos e dever de casa é de em média uma hora por dia. O restante é usado em jogos, filmes e redes sociais. Desmurget sustenta que o uso prolongado das telas acarreta problemas como déficit de atenção, distúrbios de concentração e impulsividade. A combinação desses problemas leva a queda no desempenho escolar.
O livro traz também os tempos gastos por crianças de outras idades em frente às telas: os pré-adolescentes (8 a 12 anos) passam em média 5h20 por dia em aparelhos, dos quais apenas 20 minutos dedicados a trabalhos acadêmicos; as crianças de 5 a 8 anos gastam em média 3h05 em frente às telas, das quais apenas 5 minutos são dedicados aos estudos.

Culpa da pandemia?
Michel Desmurget não concorda que a pandemia de Covid-19 seja responsável por esse quadro. Segundo o neurocientista, o uso exacerbado de telas para recreação já acontecia antes da crise sanitária. Depois do fechamento das escolas, sustenta ele, houve até uma melhora no tempo de uso das tecnologias para trabalhos escolares. O problema, para o autor, reside no fato de que as tecnologias se mostraram ineficientes para substituir os professores em aulas presenciais. Segundo Desmurget, o governo francês insistiu em reabrir as escolas poucas semanas depois da suspensão das aulas porque percebeu rapidamente que Ensino digital era um fracasso pedagógico.

Os recursos tecnológicos devem ser banidos?
Embora traga todos os riscos das telas para os nativos digitais, a obra de Michel Desmurget não defende a total retirada dos recursos tecnológicos da educação. Segundo o neurocientista, as crianças devem aprender as habilidades básicas para utilizar recursos tecnológicos em seu dia a dia.
O problema maior, para Desmurget, está no uso exagerado para recreação. Ele cita em seu livro um estudo que relacionou o uso de videogames e televisão com a diminuição da capacidade de memorização.
Nesse estudo, jovens de 13 anos receberam uma lista de palavras para memorizar. Em seguida, foram divididos em três grupos. Um deles, o de controle, fez qualquer atividade que não incluísse tela pela hora seguinte. No outro grupo, os jovens assistiram a uma hora de televisão e no terceiro grupo, eles passaram esse tempo jogando videogame.
No dia seguinte, os pesquisadores contaram a quantidade de palavras esquecidas pelos jovens de cada grupo. Os integrantes do grupo de controle esqueceram 13% das palavras da lista. Entre os que assistiram à televisão, o percentual foi de 39%. Os que jogaram videogame esqueceram 47% das palavras da lista.

Como reduzir os riscos das telas para os nativos digitais?
Em seu livro, Desmurget defende que é preciso reduzir o tempo dedicado a aparelhos digitais e traz 7 regras básicas para atingir esse objetivo:
1. Suspender totalmente as telas para crianças com menos de 6 anos.
2. Estabelecer tempo médio de uso entre 30 e 60 minutos por dia para crianças maiores de 6 anos. 
3. Permitir o uso de apenas um aparelho por vez.
4. Acesso a conteúdo inapropriado para a idade.
5. so de dispositivos pela criança ou jovem no quarto, principalmente quando estiver sozinho, proibido.
6. Proibir o uso imediatamente antes de dormir.
7. Proibir o uso antes de ir para a escola.

Desmurget alerta que, para que as regras tenham sucesso, é importante envolver as crianças na construção dessas restrições, porque quando entendem que o objetivo não é puni-las nem frustrá-las, as crianças tendem a seguir as regras com maior tranquilidade.

https://educador360.com/pedagogico/os-riscos-das-telas-para-os-nativos-digitais/Acesso em:26 ago. 2023.
Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto sejam acentuadas, respectivamente, por serem: oxítona, paroxítona e proparoxítona.
Alternativas
Q2294557 Português
O texto 1 serve de base para a questão desta prova.


Os riscos das telas para os Nativos Digitais!
Os riscos das telas para os Nativos Digitais! Os alunos fazem parte do que está sendo chamado de geração dos “nativos digitais”
Nativos Digitais seriam crianças e jovens nascidos já imersos no universo tecnológico. Por isso, teriam capacidades cognitivas mais adaptadas a essas tecnologias. Para esse grupo, portanto, a alta exposição a telas e tecnologia traria apenas benefícios no desenvolvimento cognitivo.

Mas será que isso é verdade?
Os riscos das telas para os nativos digitais – De acordo com o neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, o conceito de “nativos digitais” não tem qualquer embasamento científico.
Em seu livro “A Fábrica dos Cretinos Digitais: os perigos das telas para nossas crianças”, recém-lançado no Brasil, o neurocientista é categórico em afirmar: quanto maior o investimento dos sistemas educacionais em tecnologia digital, pior é o desempenho acadêmico dos alunos em Matemática, Linguagem e Ciências.
Em seu livro, Desmurget cita dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) para sustentar essa afirmação.

Por que o rendimento acadêmico cai?
O livro escrito pelo neurocientista francês traz dados alarmantes sobre o tempo que crianças e jovens passam diante das telas. Segundo esses dados, jovens entre 13 e 18 anos de idade usam aparelhos digitais por aproximadamente 8h30 por dia. Ou seja, eles passam mais de um terço de um dia diante das telas. Desse total, porém, o tempo utilizado para estudos e dever de casa é de em média uma hora por dia. O restante é usado em jogos, filmes e redes sociais. Desmurget sustenta que o uso prolongado das telas acarreta problemas como déficit de atenção, distúrbios de concentração e impulsividade. A combinação desses problemas leva a queda no desempenho escolar.
O livro traz também os tempos gastos por crianças de outras idades em frente às telas: os pré-adolescentes (8 a 12 anos) passam em média 5h20 por dia em aparelhos, dos quais apenas 20 minutos dedicados a trabalhos acadêmicos; as crianças de 5 a 8 anos gastam em média 3h05 em frente às telas, das quais apenas 5 minutos são dedicados aos estudos.

Culpa da pandemia?
Michel Desmurget não concorda que a pandemia de Covid-19 seja responsável por esse quadro. Segundo o neurocientista, o uso exacerbado de telas para recreação já acontecia antes da crise sanitária. Depois do fechamento das escolas, sustenta ele, houve até uma melhora no tempo de uso das tecnologias para trabalhos escolares. O problema, para o autor, reside no fato de que as tecnologias se mostraram ineficientes para substituir os professores em aulas presenciais. Segundo Desmurget, o governo francês insistiu em reabrir as escolas poucas semanas depois da suspensão das aulas porque percebeu rapidamente que Ensino digital era um fracasso pedagógico.

Os recursos tecnológicos devem ser banidos?
Embora traga todos os riscos das telas para os nativos digitais, a obra de Michel Desmurget não defende a total retirada dos recursos tecnológicos da educação. Segundo o neurocientista, as crianças devem aprender as habilidades básicas para utilizar recursos tecnológicos em seu dia a dia.
O problema maior, para Desmurget, está no uso exagerado para recreação. Ele cita em seu livro um estudo que relacionou o uso de videogames e televisão com a diminuição da capacidade de memorização.
Nesse estudo, jovens de 13 anos receberam uma lista de palavras para memorizar. Em seguida, foram divididos em três grupos. Um deles, o de controle, fez qualquer atividade que não incluísse tela pela hora seguinte. No outro grupo, os jovens assistiram a uma hora de televisão e no terceiro grupo, eles passaram esse tempo jogando videogame.
No dia seguinte, os pesquisadores contaram a quantidade de palavras esquecidas pelos jovens de cada grupo. Os integrantes do grupo de controle esqueceram 13% das palavras da lista. Entre os que assistiram à televisão, o percentual foi de 39%. Os que jogaram videogame esqueceram 47% das palavras da lista.

Como reduzir os riscos das telas para os nativos digitais?
Em seu livro, Desmurget defende que é preciso reduzir o tempo dedicado a aparelhos digitais e traz 7 regras básicas para atingir esse objetivo:
1. Suspender totalmente as telas para crianças com menos de 6 anos.
2. Estabelecer tempo médio de uso entre 30 e 60 minutos por dia para crianças maiores de 6 anos. 
3. Permitir o uso de apenas um aparelho por vez.
4. Acesso a conteúdo inapropriado para a idade.
5. so de dispositivos pela criança ou jovem no quarto, principalmente quando estiver sozinho, proibido.
6. Proibir o uso imediatamente antes de dormir.
7. Proibir o uso antes de ir para a escola.

Desmurget alerta que, para que as regras tenham sucesso, é importante envolver as crianças na construção dessas restrições, porque quando entendem que o objetivo não é puni-las nem frustrá-las, as crianças tendem a seguir as regras com maior tranquilidade.

https://educador360.com/pedagogico/os-riscos-das-telas-para-os-nativos-digitais/Acesso em:26 ago. 2023.
“De acordo com o neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, o conceito de “nativos digitais” não tem qualquer embasamento científico.”
No período indicado, retirado do texto, o par de vírgulas entre Desmurget e o conceito exerce a função de
Alternativas
Q2294556 Português
O texto 1 serve de base para a questão desta prova.


Os riscos das telas para os Nativos Digitais!
Os riscos das telas para os Nativos Digitais! Os alunos fazem parte do que está sendo chamado de geração dos “nativos digitais”
Nativos Digitais seriam crianças e jovens nascidos já imersos no universo tecnológico. Por isso, teriam capacidades cognitivas mais adaptadas a essas tecnologias. Para esse grupo, portanto, a alta exposição a telas e tecnologia traria apenas benefícios no desenvolvimento cognitivo.

Mas será que isso é verdade?
Os riscos das telas para os nativos digitais – De acordo com o neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, o conceito de “nativos digitais” não tem qualquer embasamento científico.
Em seu livro “A Fábrica dos Cretinos Digitais: os perigos das telas para nossas crianças”, recém-lançado no Brasil, o neurocientista é categórico em afirmar: quanto maior o investimento dos sistemas educacionais em tecnologia digital, pior é o desempenho acadêmico dos alunos em Matemática, Linguagem e Ciências.
Em seu livro, Desmurget cita dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) para sustentar essa afirmação.

Por que o rendimento acadêmico cai?
O livro escrito pelo neurocientista francês traz dados alarmantes sobre o tempo que crianças e jovens passam diante das telas. Segundo esses dados, jovens entre 13 e 18 anos de idade usam aparelhos digitais por aproximadamente 8h30 por dia. Ou seja, eles passam mais de um terço de um dia diante das telas. Desse total, porém, o tempo utilizado para estudos e dever de casa é de em média uma hora por dia. O restante é usado em jogos, filmes e redes sociais. Desmurget sustenta que o uso prolongado das telas acarreta problemas como déficit de atenção, distúrbios de concentração e impulsividade. A combinação desses problemas leva a queda no desempenho escolar.
O livro traz também os tempos gastos por crianças de outras idades em frente às telas: os pré-adolescentes (8 a 12 anos) passam em média 5h20 por dia em aparelhos, dos quais apenas 20 minutos dedicados a trabalhos acadêmicos; as crianças de 5 a 8 anos gastam em média 3h05 em frente às telas, das quais apenas 5 minutos são dedicados aos estudos.

Culpa da pandemia?
Michel Desmurget não concorda que a pandemia de Covid-19 seja responsável por esse quadro. Segundo o neurocientista, o uso exacerbado de telas para recreação já acontecia antes da crise sanitária. Depois do fechamento das escolas, sustenta ele, houve até uma melhora no tempo de uso das tecnologias para trabalhos escolares. O problema, para o autor, reside no fato de que as tecnologias se mostraram ineficientes para substituir os professores em aulas presenciais. Segundo Desmurget, o governo francês insistiu em reabrir as escolas poucas semanas depois da suspensão das aulas porque percebeu rapidamente que Ensino digital era um fracasso pedagógico.

Os recursos tecnológicos devem ser banidos?
Embora traga todos os riscos das telas para os nativos digitais, a obra de Michel Desmurget não defende a total retirada dos recursos tecnológicos da educação. Segundo o neurocientista, as crianças devem aprender as habilidades básicas para utilizar recursos tecnológicos em seu dia a dia.
O problema maior, para Desmurget, está no uso exagerado para recreação. Ele cita em seu livro um estudo que relacionou o uso de videogames e televisão com a diminuição da capacidade de memorização.
Nesse estudo, jovens de 13 anos receberam uma lista de palavras para memorizar. Em seguida, foram divididos em três grupos. Um deles, o de controle, fez qualquer atividade que não incluísse tela pela hora seguinte. No outro grupo, os jovens assistiram a uma hora de televisão e no terceiro grupo, eles passaram esse tempo jogando videogame.
No dia seguinte, os pesquisadores contaram a quantidade de palavras esquecidas pelos jovens de cada grupo. Os integrantes do grupo de controle esqueceram 13% das palavras da lista. Entre os que assistiram à televisão, o percentual foi de 39%. Os que jogaram videogame esqueceram 47% das palavras da lista.

Como reduzir os riscos das telas para os nativos digitais?
Em seu livro, Desmurget defende que é preciso reduzir o tempo dedicado a aparelhos digitais e traz 7 regras básicas para atingir esse objetivo:
1. Suspender totalmente as telas para crianças com menos de 6 anos.
2. Estabelecer tempo médio de uso entre 30 e 60 minutos por dia para crianças maiores de 6 anos. 
3. Permitir o uso de apenas um aparelho por vez.
4. Acesso a conteúdo inapropriado para a idade.
5. so de dispositivos pela criança ou jovem no quarto, principalmente quando estiver sozinho, proibido.
6. Proibir o uso imediatamente antes de dormir.
7. Proibir o uso antes de ir para a escola.

Desmurget alerta que, para que as regras tenham sucesso, é importante envolver as crianças na construção dessas restrições, porque quando entendem que o objetivo não é puni-las nem frustrá-las, as crianças tendem a seguir as regras com maior tranquilidade.

https://educador360.com/pedagogico/os-riscos-das-telas-para-os-nativos-digitais/Acesso em:26 ago. 2023.
Quanto ao gênero textual e à função da linguagem, prevalece
Alternativas
Q2294555 Português
O texto 1 serve de base para a questão desta prova.


Os riscos das telas para os Nativos Digitais!
Os riscos das telas para os Nativos Digitais! Os alunos fazem parte do que está sendo chamado de geração dos “nativos digitais”
Nativos Digitais seriam crianças e jovens nascidos já imersos no universo tecnológico. Por isso, teriam capacidades cognitivas mais adaptadas a essas tecnologias. Para esse grupo, portanto, a alta exposição a telas e tecnologia traria apenas benefícios no desenvolvimento cognitivo.

Mas será que isso é verdade?
Os riscos das telas para os nativos digitais – De acordo com o neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, o conceito de “nativos digitais” não tem qualquer embasamento científico.
Em seu livro “A Fábrica dos Cretinos Digitais: os perigos das telas para nossas crianças”, recém-lançado no Brasil, o neurocientista é categórico em afirmar: quanto maior o investimento dos sistemas educacionais em tecnologia digital, pior é o desempenho acadêmico dos alunos em Matemática, Linguagem e Ciências.
Em seu livro, Desmurget cita dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) para sustentar essa afirmação.

Por que o rendimento acadêmico cai?
O livro escrito pelo neurocientista francês traz dados alarmantes sobre o tempo que crianças e jovens passam diante das telas. Segundo esses dados, jovens entre 13 e 18 anos de idade usam aparelhos digitais por aproximadamente 8h30 por dia. Ou seja, eles passam mais de um terço de um dia diante das telas. Desse total, porém, o tempo utilizado para estudos e dever de casa é de em média uma hora por dia. O restante é usado em jogos, filmes e redes sociais. Desmurget sustenta que o uso prolongado das telas acarreta problemas como déficit de atenção, distúrbios de concentração e impulsividade. A combinação desses problemas leva a queda no desempenho escolar.
O livro traz também os tempos gastos por crianças de outras idades em frente às telas: os pré-adolescentes (8 a 12 anos) passam em média 5h20 por dia em aparelhos, dos quais apenas 20 minutos dedicados a trabalhos acadêmicos; as crianças de 5 a 8 anos gastam em média 3h05 em frente às telas, das quais apenas 5 minutos são dedicados aos estudos.

Culpa da pandemia?
Michel Desmurget não concorda que a pandemia de Covid-19 seja responsável por esse quadro. Segundo o neurocientista, o uso exacerbado de telas para recreação já acontecia antes da crise sanitária. Depois do fechamento das escolas, sustenta ele, houve até uma melhora no tempo de uso das tecnologias para trabalhos escolares. O problema, para o autor, reside no fato de que as tecnologias se mostraram ineficientes para substituir os professores em aulas presenciais. Segundo Desmurget, o governo francês insistiu em reabrir as escolas poucas semanas depois da suspensão das aulas porque percebeu rapidamente que Ensino digital era um fracasso pedagógico.

Os recursos tecnológicos devem ser banidos?
Embora traga todos os riscos das telas para os nativos digitais, a obra de Michel Desmurget não defende a total retirada dos recursos tecnológicos da educação. Segundo o neurocientista, as crianças devem aprender as habilidades básicas para utilizar recursos tecnológicos em seu dia a dia.
O problema maior, para Desmurget, está no uso exagerado para recreação. Ele cita em seu livro um estudo que relacionou o uso de videogames e televisão com a diminuição da capacidade de memorização.
Nesse estudo, jovens de 13 anos receberam uma lista de palavras para memorizar. Em seguida, foram divididos em três grupos. Um deles, o de controle, fez qualquer atividade que não incluísse tela pela hora seguinte. No outro grupo, os jovens assistiram a uma hora de televisão e no terceiro grupo, eles passaram esse tempo jogando videogame.
No dia seguinte, os pesquisadores contaram a quantidade de palavras esquecidas pelos jovens de cada grupo. Os integrantes do grupo de controle esqueceram 13% das palavras da lista. Entre os que assistiram à televisão, o percentual foi de 39%. Os que jogaram videogame esqueceram 47% das palavras da lista.

Como reduzir os riscos das telas para os nativos digitais?
Em seu livro, Desmurget defende que é preciso reduzir o tempo dedicado a aparelhos digitais e traz 7 regras básicas para atingir esse objetivo:
1. Suspender totalmente as telas para crianças com menos de 6 anos.
2. Estabelecer tempo médio de uso entre 30 e 60 minutos por dia para crianças maiores de 6 anos. 
3. Permitir o uso de apenas um aparelho por vez.
4. Acesso a conteúdo inapropriado para a idade.
5. so de dispositivos pela criança ou jovem no quarto, principalmente quando estiver sozinho, proibido.
6. Proibir o uso imediatamente antes de dormir.
7. Proibir o uso antes de ir para a escola.

Desmurget alerta que, para que as regras tenham sucesso, é importante envolver as crianças na construção dessas restrições, porque quando entendem que o objetivo não é puni-las nem frustrá-las, as crianças tendem a seguir as regras com maior tranquilidade.

https://educador360.com/pedagogico/os-riscos-das-telas-para-os-nativos-digitais/Acesso em:26 ago. 2023.
De acordo com as informações do texto, Michel Desmurget é
Alternativas
Q2283599 Pedagogia
A adaptação à escola é um processo crucial para crianças em idade pré-escolar, e a relação entre a escola e a família desempenha um papel fundamental nesse período. Sobre isso, analise as seguintes assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A adaptação à escola refere-se apenas à capacidade da criança de se ajustar ao ambiente físico da escola.
( ) A relação positiva entre a escola e a família é importante para o desenvolvimento emocional da criança, mas não afeta o seu desempenho acadêmico.
( ) Uma das estratégias eficazes para facilitar a adaptação à escola é permitir que os pais participem das primeiras semanas de aula, auxiliando a criança a se familiarizar com o ambiente.
( ) A comunicação constante entre professores e pais é essencial para manter os pais informados sobre o progresso acadêmico e comportamental da criança, bem como para lidar com possíveis desafios.
( ) A adaptação à escola ocorre exclusivamente na fase inicial da educação infantil, não tendo impacto duradouro na relação entre a família e a escola nos anos seguintes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2283598 Pedagogia
Segundo Aquino (1998), trabalhar com educação exige a preservação do escopo ético do trabalho pedagógico. Sendo assim, que postura ética um psicopedagogo deve adotar ao lidar com colegas de trabalho e outros profissionais da educação?
Alternativas
Q2283597 Pedagogia
O vínculo entre a família e a escola está diretamente relacionado com o desenvolvimento das crianças e dos jovens, pois ambas desempenham um papel na sua formação pessoal, social e profissional. Para que ambas desenvolvam parcerias efetivas, são necessárias algumas práticas e medidas. Sobre isso, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A escola pode fornecer feedback construtivo, equilibrado e encorajador aos pais sobre o desempenho de seus filhos.
( ) A escola pode e deve incentivar as famílias a se envolverem mais ativamente na educação de seus filhos, promovendo eventos planejados para atender às necessidades de diferentes tipos de família.
( ) A comunicação deve ser efetiva a fim de manter os pais informados sobre o progresso acadêmico e comportamental de seus filhos.
( ) A escola pode fornecer recursos pedagógicos aos familiares para apoiar a aprendizagem em casa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2283596 Pedagogia
Segundo Vercelli (2007), a Psicopedagogia Institucional é um campo de estudo que vem se desenvolvendo como ação preventiva de muita importância, mas pode ser vista como ameaçadora, pois tem como objetivo fortalecer a identidade do grupo e transformar a realidade escolar. No contexto institucional, o papel do psicopedagogo envolve, principalmente: 
Alternativas
Q2283595 Pedagogia
Em certos momentos, “as práticas _________________ que se pretendem iguais para todos acabam sendo as mais _____________. Essa afirmação pode parecer ________, mas dependendo do discurso e da prática desenvolvida, pode-se incorrer no erro da _______________ em detrimento do reconhecimento das diferenças” (Gomes, 2001, p. 86).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima. 
Alternativas
Q2283594 Pedagogia
As dimensões do cuidar e educar permitem compreender a importância das interações positivas entre educadores e crianças. Sobre isso, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2283593 Pedagogia
As atividades rotineiras na educação infantil fazem parte do pressuposto da organização do tempo e do espaço educacional, além de ajudar a estabelecer expectativas claras, proporcionar segurança emocional e promover a eficácia da aprendizagem. Quais atividades podem ser consideradas NÃO rotineiras nas escolas de educação pública infantis? 
Alternativas
Q2283592 Pedagogia
A Psicopedagogia desempenha um papel importante na abordagem de questões complexas como a violência e o consumo de drogas nas escolas, por exemplo. Sobre a temática, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2283591 Pedagogia
Na Psicopedagogia, a organização do tempo e do espaço nas instituições de educação desempenha um papel crucial no apoio ao processo de aprendizagem. Qual dos seguintes princípios é considerado importante para essa organização?
Alternativas
Q2283590 Pedagogia
Segundo Fagali (2006), os estudos e atuações psicopedagógicas se diferem das demais áreas do saber e do atuar pelo enfoque dado ao processo de aprendizagem, considerando seu desenvolvimento, suas implicações e desvios, assim como: 
Alternativas
Q2273188 Pedagogia
Os grupos operativos, criados por Enrique Pichon-Rivière, são uma abordagem psicossocial, embasada na interação e comunicação entre os membros de um grupo para promover processos de aprendizagem, mudança e transformação. Os principais momentos que constituem os grupos operativos são: pré-tarefa, tarefa e projeto. Qual das seguintes alternativas compõe uma das situações experimentadas pelo grupo no momento da pré-tarefa em função da intervenção proposta pelo(a) psicopedagogo(a)? 
Alternativas
Q2273187 Pedagogia
No Brasil, a política educacional de inclusão encontra-se fundamentada em diversos documentos, a exemplo da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), a Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (2015), além da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e da Constituição Federal (1988).

Com relação à inclusão escolar e a atuação da Psicopedagogia, é CORRETO considerar que:
Alternativas
Q2273185 Pedagogia
Eu estava pagando um homem negro que estava desempregado e virou sapateiro de rua e conversando com um deficiente físico que estava lendo um jornal. Ele estava revoltado com um guarda civil que espancou um autista com estereotipias e o amarrou numa árvore. O guarda civil não é deficiente. E há certos homens e mulheres que transformam os deficientes em bodes expiatórios. Quem sabe se o guarda civil ignora que, no Brasil, a política educacional de inclusão encontra-se fundamentada em diversos documentos, a exemplo da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), a Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (2015), além da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e da Constituição Federal (1988)? 
Adaptado do texto de JESUS, C. M. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

O texto adaptado expõe um desafio a ser enfrentado pelo psicopedagogo na sociedade brasileira, no contexto do Transtorno do Espectro do Autismo, que é:
Alternativas
Q2273184 Pedagogia
Sobre a ludicidade na intervenção psicopedagógica, avalie as proposições a seguir:

I- O lúdico na educação tem como objetivo produzir prazer, divertir e, ao mesmo tempo, educar. Ele é aliado à intervenção psicopedagógica, proporcionando atividades dinâmicas e prazerosas, o que facilita a compreensão e possibilita que o aluno se torne um sujeito ativo no seu desenvolvimento. A ludicidade é uma ferramenta que pode ser utilizada em todas as faixas etárias, auxiliando no desenvolvimento emocional, cognitivo e social dos aprendentes.
II- A educação lúdica contribui para a formação da criança, promovendo um crescimento saudável e um enriquecimento permanente. Essa abordagem na intervenção psicopedagógica se integra ao espírito democrático, estimulando uma produção séria do conhecimento. A prática de atividades lúdicas auxilia na compreensão de conceitos, amplia as possibilidades de aprendizagem, favorecendo, assim uma aprendizagem significativa, prazerosa e divertida.
III- O lúdico estimula a criatividade da criança, inserindo-a em um mundo de fantasia e imaginação criado por ela. Através de intervenções psicopedagógicas, mediadas por brincadeiras e outras atividades lúdicas, a criança cria um mundo de fantasia, que amplia as dificuldades de aprendizagem. Ele oferece um ambiente propício para a expressão criativa da criança, permitindo que ela busque novas possibilidades e explore sua imaginação.

A partir das proposições, é CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2273183 Pedagogia
O campo de atuação do psicopedagogo vai além do espaço físico em que se dá esse trabalho, tal como a clínica e a escola. Também se configura como um trabalho preventivo que facilita a construção do conhecimento (BOSSA, 2011). Assinale a alternativa CORRETA sobre a atuação da Psicopedagogia institucional escolar em uma abordagem preventiva.
Alternativas
Q2273182 Pedagogia
O estudo psicopedagógico visa ampliar a compreensão sobre as características e necessidades de aprendizagem dos alunos, permitindo que a escola ofereça recursos adequados para atender a essas necessidades. Para isso, é essencial analisar o Projeto PolíticoPedagógico da instituição, identificando suas propostas de ensino e o que é valorizado como aprendizagem. O papel do psicopedagogo envolve perceber possíveis perturbações no processo de aprendizagem, participar da dinâmica educativa, fornecer orientações metodológicas, de acordo com as particularidades dos indivíduos e realizar processos de orientação. Além disso, o psicopedagogo atua de forma assistencial, integrando equipes responsáveis pela elaboração de planos e projetos educacionais, contribuindo para que professores, diretores e coordenadores repensem o papel da escola diante das necessidades individuais de aprendizagem. A presença desse profissional na escola é considerada essencial e suas intervenções incluem orientar pais, auxiliar educadores, buscar parcerias com instituições, colaborar no desenvolvimento de projetos, acompanhar a implementação de novas propostas metodológicas e promover encontros de socialização entre os membros da comunidade escolar.
Considerando as informações presentes no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:

I- O(a) psicopedagogo(a) é essencial, ao participar da dinâmica da comunidade educativa, promovendo orientações metodológicas de acordo com as particularidades dos indivíduos do grupo e colaborando no desenvolvimento de projetos educativos, além de acompanhar a implementação de novas propostas de ensino.

PORQUE

II- O estudo psicopedagógico desempenha um papel fundamental ao aprofundar a compreensão das particularidades e demandas de aprendizagem de um aluno específico, permitindo que a escola disponibilize recursos adequados para suprir essas necessidades.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Respostas
5401: C
5402: D
5403: B
5404: C
5405: E
5406: C
5407: A
5408: D
5409: C
5410: C
5411: D
5412: E
5413: B
5414: A
5415: B
5416: E
5417: D
5418: D
5419: C
5420: D