Questões de Concurso
Comentadas para psicopedagogo
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O poder público, na esfera de sua competência federativa, deverá:
Assinale a alternativa INCORRETA:
Assinale a alternativa que PREENCHE CORRETAMENTE a lacuna da afirmação apresentada:
Analise as seguintes informações sobre os atalhos do Word 2010.
I. Ctrl + B: aplica negrito ao texto selecionado.
II. Ctrl + F: permite buscar por texto no documento.
III. Alt + Ctrl + D: permite inserir nota de fim no documento.
Está(ão) CORRETA(S):
Analise as seguintes afirmações que descrevem dois dos três pilares da segurança da informação:
I. Garantia de que a informação não seja alterada de forma não autorizada.
II. Proteção da informação contra acesso não autorizado.
Assinale a alternativa que RELACIONA CORRETAMENTE as afirmações apresentadas e com os pilares da tríade da segurança da informação.
Analise as seguintes afirmativas sobre tais componentes/tecnologias de hardware.
I. Tanto o USB 2.0 como o USB 3.0 funcionam em modo full-duplex, permitindo que os dados sejam transferidos em ambas as direções simultaneamente (enviar e receber ao mesmo tempo).
II. O USB 3.0 oferece uma taxa de transferência superior em comparação com o USB 2.0.
III. O conector USB tipo C é sempre utilizado com o padrão USB 3.0.
Está(ão) CORRETA(S):
(https://paraibacriativa.com.br)
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta uma obra de Sérgio de Castro Pinto.
(https://institutodecinema.com.br)
O filme brasileiro é
Sobre Petrúcio Ferreira, analise as alternativas e assinale a alternativa INCORRETA.
Quanto a presença e classificação dos sujeitos nas orações que compõem o texto abaixo, temos:

Considerando a tipologia de cada texto, o exemplo abaixo classifica-se como sendo do tipo:


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/16255248647382535/
I. Há a ausência da inicial maiúscula no período.
II. Há a ausência do acento grave na locução adverbial “as vezes”.
III. Há presença indevida de uma vírgula separando o sujeito do predicado.
IV. Observa-se a ausência do ponto finalizando o período.
V. A expressão “mais” está inadequada, a ocorrência exige o “mas”.
Estão CORRETOS:
O homem do mediterrâneo
(Rubem Braga)
Uma tarde, em algum lugar da Grécia. Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrisco, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.
Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja o pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito.
Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto do meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado. Se eu ficasse louco neste momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, a limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me-iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez mim um dos seus.
Como o Brasil está longe, além dos mares, das
gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida
toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de
mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando,
perante um desses mármores lavados pelas chuvas,
dourados violenta vontade de chorar.)
Assinale a alternativa CORRETA:
O homem do mediterrâneo
(Rubem Braga)
Uma tarde, em algum lugar da Grécia. Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrisco, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.
Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja o pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito.
Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto do meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado. Se eu ficasse louco neste momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, a limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me-iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez mim um dos seus.
Como o Brasil está longe, além dos mares, das
gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida
toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de
mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando,
perante um desses mármores lavados pelas chuvas,
dourados violenta vontade de chorar.)
Por se tratar de uma crônica, há a presença de:
Assinale a alternativa CORRETA:
I. O conhecimento é uma representação do mundo externa ao observador, que tem a capacidade de apreender a partir dos processos educacionais.
II. O conhecimento tem uma função adaptativa e que deve ser viável para o mundo da experiência do sujeito cognoscente.
III. No enfoque construtivista, o ser humano, por sua estrutura ou biologia, não tem acesso objetivo à realidade, antes a constrói no convívio com os demais.
Estão corretas as afirmativas
São exemplos de transtorno de aprendizagem, exceto:
Inicialmente, foi apresentado um jogo dos sete erros com dois desenhos para verificar se a criança conseguia identificar todas as diferenças. Em seguida, com um jogo de varetas, foi pedido a ela que retirasse todas as varetas da cor vermelha, tentando não mexer as demais. Por fim, solicitou‑se que a criança pegasse uma caixa de massinhas de modelar e amassasse as massinhas no formato de bolinhas.
Assinale a alternativa que dispõe, correta e respectivamente, as funções específicas de psicomotricidade avaliadas a partir das estratégias realizadas.
Com relação aos tipos de formação profissional, é incorreto afirmar: