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Q4032161 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Complementar nº 63/2003, a proibição de acumular cargos estende-se a empregos e funções em autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

Assinale a alternativa correta sobre a acumulação de proventos de aposentadoria.
Alternativas
Q4032155 Segurança da Informação
A utilização de dispositivos de armazenamento removíveis, como pendrives e unidades de disco externas, representa um vetor crítico para a segurança cibernética em ambientes corporativos.

Assinale a alternativa correta sobre as diretrizes de proteção e os procedimentos técnicos associados ao manuseio dessas mídias.
Alternativas
Q4032154 Segurança da Informação
Na Administração Pública, a proteção de dados sensíveis e a resiliência dos sistemas governamentais dependem da implementação de múltiplas camadas de defesa.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito aos mecanismos de autenticação e às práticas de segurança cibernética.
Alternativas
Q4032153 Noções de Informática
A representação visual de informações no Micro soft Excel 365 requer a adequação entre a estrutura dos dados e as propriedades técnicas do objeto gráfico.

Assinale a alternativa correta no que tange à manipulação de séries de dados e à configuração de eixos.
Alternativas
Q4032152 Noções de Informática
Durante a edição de apresentações no Microsoft PowerPoint 365, a sobreposição de elementos gráficos e textuais exige o gerenciamento da ordem de empilhamento dos objetos no slide.

Ao inserir uma imagem que encobre uma caixa de texto preexistente, o procedimento técnico correto para restabelecer a visibilidade de ambos os elementos é:
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Q4032151 Sistemas Operacionais
No cotidiano administrativo, a localização célere de arquivos em grandes volumes de dados exige o uso de ferramentas de pesquisa avançada.

Assinale a alternativa correta sobre o sistema operacional Microsoft Windows (versão em português), em relação às as funcionalidades de indexação e a sintaxe de busca no Explorador de Arquivos.
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Q4032149 Redação Oficial
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo


Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?


Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.


O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.


“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.


No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.


A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.


Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.


O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.


Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml

De acordo com o Manual de Padronização e Redação dos Atos Oficiais do Estado de Santa Catarina, no requeri mento, por deferência à autoridade a quem se dirige, o requerente deve:
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Q4032148 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo


Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?


Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.


O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.


“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.


No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.


A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.


Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.


O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.


Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml

No trecho “Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, assinale a alternativa correta quanto ao sujeito da forma verbal “observamos”.
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Q4032147 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo


Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?


Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.


O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.


“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.


No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.


A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.


Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.


O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.


Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml

Especificamente no período “O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos” retirado do Texto 1, assinale a alternativa correta quanto à sintaxe do verbo “mostrar”:
Alternativas
Q4032146 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo


Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?


Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.


O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.


“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.


No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.


A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.


Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.


O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.


Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml

Com base no Texto 1, a análise comparativa dos dados sobre leitura no Brasil e nos EUA revela que:


Alternativas
Q3995616 Direito Administrativo

        Certa empresa pública, no intuito de organizar as finanças e estimular a captação de recursos para determinado projeto, pretende adotar as seguintes práticas: (i) melhoria na gestão dos recursos, mediante a substituição da remuneração dos membros do conselho fiscal pela participação destes nos lucros da empresa; (ii) emissão de debêntures conversíveis em ações; e (iii) criação de uma subsidiária de capital fechado.

Considerando a situação hipotética precedente, bem como as disposições da Lei n.º 13.303/2016 e do Decreto n.º 8.945/2016, julgue o item a seguir.


Os membros do conselho fiscal não podem receber pagamento de participação no lucro da empresa pública, razão pela qual não é possível a substituição pretendida em relação à remuneração a eles devida. 

Alternativas
Q3995615 Direito Administrativo

        Certa empresa pública, no intuito de organizar as finanças e estimular a captação de recursos para determinado projeto, pretende adotar as seguintes práticas: (i) melhoria na gestão dos recursos, mediante a substituição da remuneração dos membros do conselho fiscal pela participação destes nos lucros da empresa; (ii) emissão de debêntures conversíveis em ações; e (iii) criação de uma subsidiária de capital fechado.

Considerando a situação hipotética precedente, bem como as disposições da Lei n.º 13.303/2016 e do Decreto n.º 8.945/2016, julgue o item a seguir.


Competem à diretoria da referida empresa pública a avaliação e o monitoramento das exposições de risco decorrentes das novas políticas que se pretende adotar. 

Alternativas
Q3995614 Direito Administrativo

        Certa empresa pública, no intuito de organizar as finanças e estimular a captação de recursos para determinado projeto, pretende adotar as seguintes práticas: (i) melhoria na gestão dos recursos, mediante a substituição da remuneração dos membros do conselho fiscal pela participação destes nos lucros da empresa; (ii) emissão de debêntures conversíveis em ações; e (iii) criação de uma subsidiária de capital fechado.

Considerando a situação hipotética precedente, bem como as disposições da Lei n.º 13.303/2016 e do Decreto n.º 8.945/2016, julgue o item a seguir.


Empresa pública não pode emitir debêntures conversíveis em ações como forma de captação de recursos privados. 

Alternativas
Q3995613 Direito Administrativo

        Certa empresa pública, no intuito de organizar as finanças e estimular a captação de recursos para determinado projeto, pretende adotar as seguintes práticas: (i) melhoria na gestão dos recursos, mediante a substituição da remuneração dos membros do conselho fiscal pela participação destes nos lucros da empresa; (ii) emissão de debêntures conversíveis em ações; e (iii) criação de uma subsidiária de capital fechado.

Considerando a situação hipotética precedente, bem como as disposições da Lei n.º 13.303/2016 e do Decreto n.º 8.945/2016, julgue o item a seguir.


A criação de subsidiária de capital fechado deve ser feita por meio de lei e acompanhada da criação do respectivo conselho de administração específico. 

Alternativas
Q3995607 Raciocínio Lógico

No que concerne à lógica proposicional, julgue o item que se segue, considerando que as letras maiúsculas representem proposições simples e que os demais símbolos utilizados sejam os símbolos lógicos comuns. 


Considere que as primeiras três colunas da tabela-verdade da proposição lógica P → (R ˄ Q) sejam as apresentadas a seguir. Nesse caso, a última coluna dessa tabela-verdade apresentará valores V ou F, tomados de cima para baixo, na seguinte sequência: V - F - V - F - V - V - V - F. 

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3995606 Raciocínio Lógico

No que concerne à lógica proposicional, julgue o item que se segue, considerando que as letras maiúsculas representem proposições simples e que os demais símbolos utilizados sejam os símbolos lógicos comuns. 


A proposição lógica (P ˄ Q) → R é equivalente à proposição lógica R ˅ (~P) ˅ (~Q). 

Alternativas
Q3995605 Matemática

        Um dos grandes projetos nacionais sobre mobilidade é a ligação de grandes capitais nordestinas por ferrovias. Determinado projeto planeja a construção de uma ferrovia que ligará as cidades de João Pessoa e Recife, seguindo o trajeto ilustrado na figura precedente. De acordo com o planejamento do projeto, o tempo que um trem levará para viajar de uma cidade para a seguinte será correspondente aos intervalos apresentados na figura. Conforme esse projeto, os trens que chegarem a cada uma das estações intermediárias (Alhandra, Goiana e Igarassu) permanecerão nessas estações por exatamente quinze minutos, e os trens que chegarem às estações principais (João Pessoa e Recife) permanecerão nessas estações por exatamente uma hora. Cada um dos trens que fará o trajeto ilustrado na figura iniciará sua viagem no início da manhã e permanecerá nesse circuito de forma ininterrupta até o encerramento de suas viagens, no final da noite.

Considerando que todos os aspectos planejados no âmbito do projeto a que se refere a situação hipotética em apreço ocorram conforme o planejamento, julgue o item a seguir. 


Um trem que partir de Alhandra às 13 h 15 min em direção a Recife retornará a Alhandra antes das 18 h. 

Alternativas
Q3995602 Português

Texto CG1A1

 

        O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.

        Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.

        De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.

        Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.

        O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.

        No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.

        Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde pública.

            Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.

        Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.


Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos gramaticais do texto CG1A1, julgue o próximo item. 


Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso a expressão "Apesar desses avanços" (início do penúltimo parágrafo) fosse reescrita como Não obstante esses avanços. 

Alternativas
Q3995601 Português

Texto CG1A1

 

        O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.

        Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.

        De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.

        Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.

        O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.

        No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.

        Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde pública.

            Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.

        Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.


Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos gramaticais do texto CG1A1, julgue o próximo item. 


No segundo período do primeiro parágrafo, os termos do trecho "é responsável" poderiam ser flexionados no plural — são responsáveis —, sem prejuízo da correção do texto, dada a previsão gramatical de concordância nominal e verbal, nesse tipo de construção, com os elementos mais próximos —"carros, caminhões e ônibus". 

Alternativas
Q3995597 Português

Texto CG1A1

 

        O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.

        Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.

        De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.

        Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.

        O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.

        No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.

        Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde pública.

            Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.

        Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.


Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos gramaticais do texto CG1A1, julgue o próximo item. 


No segundo período do sexto parágrafo, o termo "Já" é empregado com sentido temporal. 

Alternativas
Respostas
61: D
62: E
63: C
64: A
65: B
66: E
67: D
68: A
69: D
70: B
71: C
72: E
73: C
74: E
75: E
76: C
77: E
78: C
79: E
80: E