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Q3993578 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.

[...] mas é mais provável que ela "sirva" para manter o canal auditivo limpo e lubrificado.

O verbo destacado encontra-se conjugado no: 

Alternativas
Q3993577 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.
De acordo com a Semântica e o sentido da frase citada, é correto afirmar que o antônimo de
Alternativas
Q3993575 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
O texto explora a composição, as funções e o crescente interesse científico pela cera do ouvido, destacando seu potencial como fonte de informações sobre a saúde humana.
Em relação às informações veiculadas sobre o cerúmen no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3993574 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa.
Assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.
Alternativas
Q3993573 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
A primeira delas é "que" a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
Alternativas
Q3993572 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.
Assinale a alternativa correta quanto à divisão silábica dos vocábulos mencionados.
Alternativas
Q3993570 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas.
Em relação ao uso da linguagem na frase acima, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3993569 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
Mas isso "está" começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.
Conjugando o verbo destacado no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3993567 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
A grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o predicado:
Alternativas
Q3993566 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.

Nesses casos, as mitocôndrias passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis.


Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q3993565 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o núcleo do sujeito é:

Alternativas
Q3993564 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
O texto aborda descobertas recentes sobre a cera do ouvido, destacando seus aspectos genéticos, funcionais e diagnósticos.
Em relação às informações e inferências contidas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3993471 Segurança e Transporte
Os contêineres são içados por uma estrutura denominada ___________, na qual se trata de um dispositivo montado nos equipamentos de elevação como guindastes, que se conectando aos pontos de fixação dos contêineres, permiti a sua movimentação.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3993470 Segurança e Transporte
Indique a nomenclatura do bordo direito da embarcação, da qual também recebe luzes de sinalização de cor verde:
Alternativas
Q3993458 Noções de Informática
Com base nos conhecimentos básicos da planilha eletrônica Microsoft Excel 2019, analise as afirmativas a seguir:

I.A formatação de células permite alterar o tipo de dado exibido, como número, moeda, data ou porcentagem, sem alterar o valor armazenado na célula.

II.Para realizar a soma de dois valores no Excel, pode-se utilizar a fórmula =SOMA(A1+B1).

III.O Excel permite a criação de gráficos automáticos com base em intervalos de dados selecionados, oferecendo opções como colunas, barras, pizza e linha.

IV.A formatação de planilha inclui recursos como ajuste de largura de colunas, cor de fundo das células e aplicação de bordas.

V.As fórmulas no Excel sempre começam com o sinal de igual ("="), podendo utilizar operadores como +, - , * e / para realizar cálculos diretamente nas células.



Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3993457 Noções de Informática
Em relação aos dispositivos de entrada e saída de dados em um sistema computacional, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
Alternativas
Q3993456 Sistemas Operacionais
O sistema operacional Windows, desenvolvido pela Microsoft, é amplamente utilizado em ambientes domésticos e corporativos. Com relação às suas funções básicas, recursos e estrutura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3993455 Segurança da Informação
Em relação aos aplicativos utilizados para segurança digital, analise as alternativas abaixo e assinale a correta.
Alternativas
Q3993454 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir sobre os principais componentes de um computador e seus conceitos:

I.O processador (CPU) é responsável por interpretar e executar instruções, funcionando como o cérebro do computador.

II.A memória RAM é um tipo de armazenamento permanente que guarda dados mesmo quando o computador é desligado.

III.O disco rígido (HD) e o SSD (Solid State Drive) são dispositivos de armazenamento secundário, utilizados para guardar arquivos, sistemas operacionais e programas.

IV.O software é a parte física do computador, composta por dispositivos como placa-mãe, HD e periféricos.

V.O conjunto de hardware e software permite o funcionamento de um sistema computacional completo, em que o hardware executa tarefas a partir de instruções fornecidas pelo software.


Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3993453 Noções de Informática
Sobre os conhecimentos sobre navegação na Internet e dos seus principais elementos, como URLs, links, sites, mecanismos de busca e impressão de páginas, analise as afirmativas abaixo:

I.A URL (Uniform Resource Locator) é o endereço único que identifica um recurso na Internet, como uma página web, sendo composta por protocolo, domínio e caminho.

II.Links são elementos clicáveis em páginas da web que direcionam o usuário para outros conteúdos ou páginas, podendo ser internos ou externos ao site original.

III.Sites são programas instalados no computador que permitem acessar diretamente o conteúdo da Internet, como navegadores e antivírus.

IV.Mecanismos de busca, como o Google ou o Bing, auxiliam os usuários a localizarem informações na Internet por meio de palavras-chave.

V.Ao utilizar o comando "Ctrl + P" em navegadores modernos, é possível abrir a interface de impressão da página web exibida, permitindo configurar impressora, layout e número de cópias. 


Com base na análise das afirmativas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
101: C
102: C
103: A
104: C
105: B
106: D
107: D
108: A
109: C
110: C
111: B
112: D
113: A
114: D
115: D
116: C
117: B
118: D
119: B
120: D