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Comentadas para professor - filosofia
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Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.
A VITÓRIA DO MÉRITO
Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.
A VITÓRIA DO MÉRITO
Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.
A VITÓRIA DO MÉRITO
Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.
A VITÓRIA DO MÉRITO
A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA
(...)
Postura do professor em sala de aula
Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula.
Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.
O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso.
De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).
(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015)
A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA
(...)
Postura do professor em sala de aula
Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula.
Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.
O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso.
De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).
(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015)
A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA
(...)
Postura do professor em sala de aula
Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula.
Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.
O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso.
De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).
(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015)
O princípio de que “a existência precede a essência” é central no pensamento do filósofo Jean-Paul Sartre.
Assinale a opção que aponta uma consequência conceitual desse princípio.
“No sentido mais amplo do progresso do pensamento, o esclarecimento tem perseguido sempre o objetivo de livrar os homens do medo e de investi-los na posição de senhores. Mas a terra totalmente esclarecida resplandece sob o signo de uma calamidade triunfal”.
(ADORNO, T. W. e HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985, p. 17.)
A Dialética do Esclarecimento se inicia com o trecho acima citado, fornecendo a chave geral de leitura desse ensaio: mostrar as duas faces do esclarecimento, ao mesmo tempo libertador e aprisionador.
Com relação à crítica de Adorno e Horkheimer ao esclarecimento, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O movimento das Luzes do século XVIII, contrariamente a seu esforço, não destruiu o mito, transformando o próprio esclarecimento em uma mistificação, pois usou as mesmas funções assertivas e controladoras que se dispôs a combater.
( ) O conhecimento científico, longe de emancipar a razão, aborda a realidade em perspectiva já limitada pelo jogo de interesses sociais e historicamente situados, o que explica que a crítica iluminista da razão é suscetível de se deixar instrumentalizar pelo interesse.
( ) A arte escapa à dominação social da natureza, pois é o único campo capaz de mostrar como se conquista a autonomia do sujeito, através da fruição estética, justificando, com isso, a distância ética e estética entre arte superior e cultura popular.
As afirmativas são, respectivamente,
As alternativas abaixo identificam características da Filosofia epicurista, à exceção de uma. Assinale-a.
“Todos os objetos da razão ou investigação humana podem ser divididos naturalmente em duas espécies, a saber: relações de ideias e questões de fato”.
(HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 143 (Col. Os Pensadores).)
A Filosofia humeana é conhecida pelo princípio segundo o qual todo conhecimento da natureza assenta na descoberta de algum tipo de relação causal. Para Hume, relações causais são
“Não é possível desunir Filosofia de filosofar, pois os dois são uma mesma coisa. O filosofar é uma disciplina no pensamento que, ao ser operada, vai produzindo Filosofia e a Filosofia é a própria matéria que gera o filosofar. São indissociáveis. A matéria Filosofia separada do ato de filosofar é matéria morta, recheio de livro de estante. Para ser Filosofia ela tem que ser reativada, reoperada, assim reaparecendo a cada vez. Como a malha tricotada que só aparece se houver o ato do tricotar”.
(ASPIS, R. P. L. “O professor de Filosofia: o ensino de Filosofia no ensino médio como experiência filosófica”. In: Cadernos Cedes, Campinas, vol. 24, n. 64, p. 305-320, set./dez. 2004.)
A posição teórica sustentada no trecho acima – a de que não há propriamente uma dissociação entre a História da Filosofia e o filosofar –, aplicada ao ensino de Filosofia, pode ser executada com diversas estratégias.
Com relação à perspectiva de vinculação entre história da Filosofia e o filosofar no ensino de Filosofia, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Essa perspectiva permite recuperar a superioridade epistemológica do ensino universitário em relação à educação básica, ao garantir, para essa última, a certeza e a autenticidade do conteúdo filosófico a ser transmitido aos alunos das escolas.
( ) Essa perspectiva cria condições para que o licenciando em Filosofia consiga traduzir, de modo autônomo e produtivo, sua convivência com as questões e os textos clássicos da Filosofia para o contexto de sala de aula.
( ) Essa perspectiva possibilita superar o distanciamento entre a atividade pedagógica e a pesquisa especializada, proporcionando ao estudante de Filosofia uma inserção efetiva no seio da tradição filosófica.
As afirmativas são, respectivamente,
Os PCN’s de Filosofia identificam uma série de habilidades e competências necessárias na realização do processo de ensinoaprendizagem do saber filosófico. Nesse sentido, o professor que aborda um novo tema ainda não conhecido pelos alunos, em um primeiro momento, introduz o panorama histórico no qual a temática se desenvolveu.
Para essa abordagem inicial, pela orientação dos PCNs, o professor realiza a habilidade/competência de
Positivismo deriva do termo “positivo”, definido por Augusto Comte em seu Discurso preliminar sobre o espírito positivo, a partir das características do novo espírito filosófico.
Na perspectiva do positivismo comtiano, “positivo” significa
No intuito de prover uma sistematização do conhecimento filosófico, Aristóteles distinguiu vários ramos da ciência, nos quais a metafísica é identificada como uma ciência
“De modo algum [o pragmatismo e o instrumentalismo] perseguem a produção de crenças úteis à moral e à sociedade. Mas a formação de uma fé na inteligência, como a única e indispensável crença necessária à moral e à vida social. Quanto mais se aprecia o valor intrínseco, imediato e estético do pensamento e da ciência, quanto mais se toma consciência de que a própria inteligência acrescenta alegria e dignidade à vida, tanto mais se sente pesar frente à situação em que o exercício e a alegria da razão encontram-se limitados a um grupo social restrito, fechado e técnico, e tanto mais dever-se-ia perguntar como seria possível fazer todos os homens participantes desse inestimável bem”.
(DEWEY, John. “O desenvolvimento do pragmatismo americano”.
In: Scientiae Studiae, São Paulo, v. 5, nº 2, 2007, p. 242.)
O instrumentalismo de John Dewey, parte integrante do pragmatismo norte-americano, refletiu sobre o papel social do filósofo no mundo a partir da idéia de democracia, articulando-a ao pensamento filosófico e à ciência.
Com relação à concepção deweyana da democracia e com base no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Ao recusar o papel fundacionista da Filosofia como função definitiva do saber científico, Dewey assimilou o papel de expandir o conhecimento científico para toda a sociedade à democracia.
II. A concepção deweyana de uma atitude experimental na ciência, enquanto favorável à receptividade do novo, se estendeu à educação como oportunidade de formas novas de liberdade social e artística.
III. O conhecimento como produto provisório de investigações, e não algo definitivamente estabelecido, é uma ideia deweyana congruente com o princípio democrático da educação como experiência reflexiva.
Assinale:
A lógica fornece padrões de correção do raciocínio. Dois de seus conceitos são a validade e a legitimidade: um argumento é válido quando sua conclusão segue logicamente suas premissas; um argumento é legítimo quando não é apenas válido, como também possui premissas verdadeiras.
Considere o seguinte argumento:
“Todos os patos são raposas;
todas as raposas são animais;
logo (conclusão), todos os patos são animais”.
O argumento é
A busca da felicidade é um tema recorrente nas tradições filosóficas bem como objeto de reflexão crítica em outros campos de conhecimento, como a ciência e a psicanálise.
Relacione os pensadores a seguir às respectivas concepções sobre a felicidade.
1. Sócrates
2. Espinosa
3. John Stuart Mill
4. Sigmund Freud
( ) Na vida é útil aperfeiçoarmos, tanto quanto pudermos, o intelecto ou a razão, e nisso consiste a suprema felicidade ou beatitude do homem.
( ) A busca da felicidade em suas mais variadas formas é explicável pelo princípio do prazer, mas a impossibilidade de sua conquista definitiva é igualmente justificável, dado o princípio de realidade.
( ) Não se pode fornecer nenhuma razão por que a felicidade geral é desejável, exceto a de que cada pessoa deseja sua própria felicidade, na medida em que crê poder alcançá-la.
( ) A presença, na alma, do bem que lhe é próprio, ou seja, a justiça ou ordem da alma, é causa imediata da felicidade.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.