Questões de Concurso
Comentadas para professor - filosofia
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Um dos pensadores mais influentes da filosofia contemporânea foi o francês Michel Foucault (1926-1984). Na década de 1960, conhecida como período da ______________, Foucault investigou a constituição dos saberes. Nessa época, foram publicados os livros: A história da loucura (1961), O nascimento da clínica (1963), As palavras e as coisas (1966) e Arqueologia do saber (1969). O interesse do filósofo era investigar o modo de existência dos _________________, sobretudo dos que se apresentavam como científicos, para alcançar a compreensão da maneira como se construiu o saber do século XX, em especial o que tomou como objeto o homem.
Sobre os paradigmas conservadores na abordagem do ensino, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Têm uma visão quântica e reconhecem que todos os seres são interdependentes.
( ) Caracterizam uma prática pedagógica que se preocupa com a reprodução do conhecimento.
( ) Superam a visão cartesiana de mundo.
Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é correto afirmar que
No que se refere à Organização da Educação Nacional, considerando o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Aos Estados, incumbe assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que demandarem, respeitadas as disposições legais a respeito da matéria.
II. À União, incumbe autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do sistema de ensino municipal.
III. Aos Estados, incumbe baixar normas complementares ao sistema de ensino municipal.
IV. À União, incumbe coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação.
V. Aos Municípios, incumbe assumir o transporte da rede estadual de ensino.
Resiliência na escola traz desafios (mas também muitas possibilidades)
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio, que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido, narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: <https//novaescola.org.br/conteudo/15537/resiliencia-na-escola-traz-desafios-mas-tambem-muitas-possibilidades>
Resiliência na escola traz desafios (mas também muitas possibilidades)
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio, que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido, narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: <https//novaescola.org.br/conteudo/15537/resiliencia-na-escola-traz-desafios-mas-tambem-muitas-possibilidades>
Um filósofo relevante da Grécia Antiga foi Aristóteles, aluno de Platão na Academia.
Fundou sua própria escola, o Liceu, pois já não concordava com a filosofia .......................... do seu mestre. Destacou-se também por ter criado a teoria da ..................................... , composta por matéria e forma, também denominada hilemorfismo.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Analise as afirmativas abaixo acerca da filosofia.
1. Uma das características da filosofia é a busca do conhecimento e dos vínculos da verdade com a transcendência.
2. O termo filosofia vem do grego antigo e, etimologicamente, significa amor pela sabedoria.
3. Ela, assim como as religiões e as ciências, busca respostas para as questões que inquietam os seres humanos.
4. Tanto a filosofia como as ciências fazem uso de uma racionalidade específica para construir suas respostas e teorias.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia com atenção o texto abaixo.
Pode-se entender que ao anunciar a morte de Deus, ........................ , na verdade, estava afirmando a morte da metafísica, conceito filosófico do qual o cristianismo se utilizou para defender a ideia da existência de outro mundo além deste, um mundo suprassensível que seria a origem, a referência e a finalidade de tudo que há na Terra. Considerava ainda que .................................., ao prometer(em) em Deus a redenção, manipulava(m) os fracos, impondo-lhes a resignação e a renúncia.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Analise as afirmativas abaixo acerca da patrística.
1. Nasceu nas escolas monásticas cristãs, durante a Idade Média, como tentativa de conciliar a fé cristã com o pensamento racional, com base na filosofia greco-romana.
2. Tentou explicar a forma como o mal pode existir no mundo, uma vez que tudo foi criado por Deus, pura perfeição e bondade.
3. Foi o período no qual foi criada a Inquisição, instrumento considerado indispensável para impor o cristianismo entre os pagãos, denominados hereges e passíveis de punição.
4. Para impor as ideias do Cristianismo seus divulgadores transformaram as verdades reveladas por Deus em dogmas, verdades inquestionáveis e irrefutáveis.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.