Questões de Concurso
Comentadas para assistente de gestão administrativa
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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou na sexta-feira, dia 14.06, em entrevista à Globo News, que “não pegou bem” para a Polícia Militar a repressão aplicada durante o protesto de manifestantes que ocuparam as ruas da região central da capital paulista na noite de 13.06.
O estopim para a deflagração de uma onda de manifestações populares que começaram a ser realizadas em São Paulo e, em curto espaço de tempo, se alastraram para algumas das principais cidades do país foi
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República abriu no dia 17.06.2013 um processo para analisar a acumulação de cargos de Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Vice-Governador do Estado de São Paulo.
O político analisado pela Comissão na presente data, por acumular os cargos citados, foi
Uma das maiores promessas do governo Lula, cujo objetivo era ligar o Piauí aos portos de Pacém no Ceará e Suape em Pernambuco, ainda não chegou nem à metade e deverá ser entregue somente em 2015. Do mesmo modo, além do grande atraso no cronograma, o orçamento passou de 4,5 para 7,5 bilhões de reais.
A obra em questão é a
Em palestra proferida no XIII Congresso Brasileiro de Direito do Estado, realizado em Salvador, o mais novo membro do STF, indicado pela presidenta Dilma Rousseff para ocupar a vaga deixada pelo Ministro Carlos Ayres Brito, utilizou a expressão “cada um no seu quadrado” para defender a harmonia entre os três poderes.
O advogado em questão é
Leia as frases.
I. __________ muitos anos que as pessoas usam a rede para se relacionar uns com os outros.
II. Em breve ________ _________muitas empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online.
III. Essa preocupação com o uso da internet soa _______estranha hoje, mas no futuro talvez não seja.
A alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases, quanto à concordância verbal e nominal é:
O passado vai nos condenar
No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.
A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.
O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.
(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)
O passado vai nos condenar
No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.
A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.
O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.
(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)