Questões de Concurso
Comentadas para operador de máquinas
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TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
I. O termo “teimoso” expressa insistência persistente diante da resistência do tempo.
II. A palavra poderia ser substituída por “obstinado”, sem prejuízo relevante de sentido.
III. No contexto, “teimoso” assume conotação negativa, associada à irracionalidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
O que fica
Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
Com base na separação de sílabas, identifique a alternativa incorreta.
I.A verificação diária da máquina reduz riscos de falhas durante o trabalho.
II.A checagem de níveis de fluidos e ajustes básicos permite identificar problemas antes da operação.
Assinale a alternativa correta sobre a relação entre as afirmativas:
(__)A NR 11 trata de transporte e movimentação de materiais.
(__)A NR 31 regula segurança em atividades agrícolas.
(__)A NR 12 não se aplica a máquinas autopropelidas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no texto:
I.A simples regulagem do assento e dos espelhos não é suficiente para iniciar a operação de forma segura.
II.A checagem do funcionamento dos controles, instrumentos e sistemas da motoniveladora é uma etapa obrigatória da inspeção pré-uso.
III.Ligar imediatamente a máquina sem verificação prévia pode mascarar problemas e comprometer a segurança operacional.
IV.Pequenas falhas mecânicas devem ser registradas e corrigidas antes do início da atividade, nunca ignoradas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta as sentenças corretas:
Com base no contexto acima, assinale quais EPIs são obrigatórios para operadores de máquinas:
(__)A escavadeira hidráulica é adequada para escavações profundas.
(__)O rolo compactador é utilizado para reduzir os vazios do solo.
(__)A motoniveladora é indicada para escavação pesada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.A prioridade de passagem nunca autoriza o operador a ignorar pedestres no canteiro.
II.Em condições de chuva, aumentar a velocidade compromete o controle da máquina e eleva o risco operacional.
III.A condução em áreas irregulares requer atenção ampliada para prevenir instabilidades e possíveis tombamentos.
IV.O uso do cinto de segurança é parte do protocolo obrigatório de segurança durante a operação.
Assinale a alternativa correta:
I.Ao identificar um ruído incomum, o operador deve interromper a atividade imediatamente para evitar agravamento da falha.
II.É recomendado verificar os pontos de lubrificação e possíveis folgas antes de retomar a operação.
III.A chefia ou responsável pela manutenção deve ser comunicada para registro e avaliação técnica.
IV.Prosseguir com a operação sem registro é aceitável, desde que o operador julgue o ruído "não grave".
Com base na análise das afirmativas, assinale a alternativa correta: