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Q3799851 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, a vírgula após “de que” exerce qual função? 
Alternativas
Q3799850 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho do texto apresentado, qual das palavras abaixo contém um dígrafo?
Alternativas
Q3799849 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza”, a palavra “minha” pertence a qual classe de palavras? 
Alternativas
Q3799848 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente”, a palavra “lhe” desempenha qual função sintática?
Alternativas
Q3799847 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, o termo “superação” pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por:
Alternativas
Q3799846 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, a expressão “dar espaço para quem não tem espaço” emprega qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3799845 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
A partir das informações do texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3799844 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Sobre a mensagem global que o texto transmite, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799843 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Considerando o texto, analise as afirmativas:

I. Antônia iniciou sua vida profissional ainda criança, trabalhando em um canavial no interior de Minas Gerais.
II. Para estudar para concursos, Antônia utilizava materiais descartados, o que demonstra seu empenho diante das limitações financeiras.
III. A juíza desenvolve projetos sociais atualmente, mas não acredita que sua história pessoal possa influenciar outras pessoas.
IV. A morte do irmão Edésio é citada no texto como um acontecimento marcante e doloroso na vida da magistrada.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3799842 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Sobre a trajetória de Antônia Marina Faleiros, conforme o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799491 Direito Tributário
Em um esforço para reduzir a carga tributária sobre trabalhadores de baixa renda, o governo brasileiro ampliou, em 2025, a faixa de isenção do Imposto de Renda. Com essa mudança, quais são as pessoas que deixarão de pagar o tributo? 
Alternativas
Q3799490 História e Geografia de Estados e Municípios
A história de Iporã do Oeste/SC conta que "Os primeiros colonos, de descendência alemã e italiana, chegaram à antiga _____ por volta de 1928."
Disponível em: (https://iporadooeste.atende.net/cidadao/ pagina/historia)

Qual das alternativas abaixo cita o nome da localidade, preenchendo corretamente a lacuna do texto?
Alternativas
Q3799489 Legislação Municipal
Segundo a Lei Orgânica de Iporã do Oeste/SC, os agentes públicos que se vinculam à Administração Pública Municipal, direta e indireta, do Município, sob regime jurídico estatutário regular, geral ou peculiar, ou administrativo especial, ou celetista, de natureza profissional e empregatícia são chamados de: 
Alternativas
Q3799488 Português
Ministério da Saúde envia força-tarefa para enfrentar surto de gripe em indígenas de Maturacá, no Amazonas


O Ministério da Saúde enviou, nesta sexta-feira (28), uma força-tarefa para intensificar o monitoramento e os atendimentos a casos de grip e registrados no Polo Base de Maturacá, no Amazonas. A medida faz parte das ações preventivas adotadas após a notificação do aumento recente de casos da doença na localidade. O foco principal é a proteção de crianças menores de cinco anos.

Na região, onde vivem cerca de 2.600 indígenas, foram registrados aumento de casos de gripe nas últimas semanas, chegando a mais de 130 casos e três óbitos confirmados, além de outros quatro em investigação. Todos de crianças. As amostras coletadas indicam circulação de diferentes agentes virais, como vírus sincicial respiratório, metapneumovírus, rinovírus e adenovírus. A equipe, que contará com cerca de 30 profissionais, vai atuar na contenção de casos e na assistência para evitar agravamento.

Segundo a secretária-adjunta de Saúde indígena, Lucinha Tremembé, o Ministério da Saúde tem garantido a maior presença de profissionais no território, além de enviar insumos, medicamentos e todo o aparato necessário para combater os agravos de saúde. "Reforçamos as equipes de rotina e vamos enviar uma força-tarefa com infectologistas, antropólogos e outros profissionais de saúde que vão se somar à equipe do polo e realizar busca ativa por pacientes para controlar o surto".

Os profissionais estão se deslocando para o município de São Gabriel da Cachoeira (AM), onde fica a sede do Polo Base Maturacá. Além de especialistas da Sesai, a força-tarefa contará agentes do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), que atuam em situações de surtos e epidemias, além de dois profissionais da Força Nacional do SUS para apoiar no diagnóstico da situação local. A equipe contará com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, agente de endemias, entre outros profissionais.

O Polo Base Maturacá fica no estado do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira e é atendido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami. Essa população, assim como todas as demais atendidos pelos polos da região, recebem vacinas contra influenza e outras doenças. O número de doses aplicadas no primeiro semestre deste ano aumentou 59,5% em relação ao mesmo período em 2023.

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/minist erio-da-saude-envia-forca-tarefa-para-enfrentar-surto-de-gripe-em-indig enas-de-maturaca-no-amazonas 
"Na região, onde vivem cerca de 2.600 indígenas, foram registrados aumento de casos de gripe nas últimas semanas, chegando a mais de 130 casos e três óbitos confirmados, além de outros quatro em investigação." Com base na acentuação, analise as afirmativas a seguir:

I. A Palavra 'últimas' é acentuada por ser uma paroxítona com 'i' tónico que forma hiato.
II. A palavra 'além' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'.
III. A palavra 'óbitos' recebe acento por ser uma proparoxítona.
IV. As palavras 'vivem', 'semanas' e 'quatro' são paroxítonas, que não devem ser acentuadas. 

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3799487 Português
Ministério da Saúde envia força-tarefa para enfrentar surto de gripe em indígenas de Maturacá, no Amazonas


O Ministério da Saúde enviou, nesta sexta-feira (28), uma força-tarefa para intensificar o monitoramento e os atendimentos a casos de grip e registrados no Polo Base de Maturacá, no Amazonas. A medida faz parte das ações preventivas adotadas após a notificação do aumento recente de casos da doença na localidade. O foco principal é a proteção de crianças menores de cinco anos.

Na região, onde vivem cerca de 2.600 indígenas, foram registrados aumento de casos de gripe nas últimas semanas, chegando a mais de 130 casos e três óbitos confirmados, além de outros quatro em investigação. Todos de crianças. As amostras coletadas indicam circulação de diferentes agentes virais, como vírus sincicial respiratório, metapneumovírus, rinovírus e adenovírus. A equipe, que contará com cerca de 30 profissionais, vai atuar na contenção de casos e na assistência para evitar agravamento.

Segundo a secretária-adjunta de Saúde indígena, Lucinha Tremembé, o Ministério da Saúde tem garantido a maior presença de profissionais no território, além de enviar insumos, medicamentos e todo o aparato necessário para combater os agravos de saúde. "Reforçamos as equipes de rotina e vamos enviar uma força-tarefa com infectologistas, antropólogos e outros profissionais de saúde que vão se somar à equipe do polo e realizar busca ativa por pacientes para controlar o surto".

Os profissionais estão se deslocando para o município de São Gabriel da Cachoeira (AM), onde fica a sede do Polo Base Maturacá. Além de especialistas da Sesai, a força-tarefa contará agentes do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), que atuam em situações de surtos e epidemias, além de dois profissionais da Força Nacional do SUS para apoiar no diagnóstico da situação local. A equipe contará com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, agente de endemias, entre outros profissionais.

O Polo Base Maturacá fica no estado do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira e é atendido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami. Essa população, assim como todas as demais atendidos pelos polos da região, recebem vacinas contra influenza e outras doenças. O número de doses aplicadas no primeiro semestre deste ano aumentou 59,5% em relação ao mesmo período em 2023.

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/minist erio-da-saude-envia-forca-tarefa-para-enfrentar-surto-de-gripe-em-indig enas-de-maturaca-no-amazonas 
"As amostras coletadas indicam circulação de diferentes agentes virais, como vírus sincicial respiratório, metapneumovírus, rinovírus e adenovírus. A equipe, que contará com cerca de 30 profissionais, vai atuar na contenção de casos e na assistência para evitar agravamento."

Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa falsa quanto à separação silábica dos vocábulos presentes no trecho. 
Alternativas
Q3799486 Português
Ministério da Saúde envia força-tarefa para enfrentar surto de gripe em indígenas de Maturacá, no Amazonas


O Ministério da Saúde enviou, nesta sexta-feira (28), uma força-tarefa para intensificar o monitoramento e os atendimentos a casos de grip e registrados no Polo Base de Maturacá, no Amazonas. A medida faz parte das ações preventivas adotadas após a notificação do aumento recente de casos da doença na localidade. O foco principal é a proteção de crianças menores de cinco anos.

Na região, onde vivem cerca de 2.600 indígenas, foram registrados aumento de casos de gripe nas últimas semanas, chegando a mais de 130 casos e três óbitos confirmados, além de outros quatro em investigação. Todos de crianças. As amostras coletadas indicam circulação de diferentes agentes virais, como vírus sincicial respiratório, metapneumovírus, rinovírus e adenovírus. A equipe, que contará com cerca de 30 profissionais, vai atuar na contenção de casos e na assistência para evitar agravamento.

Segundo a secretária-adjunta de Saúde indígena, Lucinha Tremembé, o Ministério da Saúde tem garantido a maior presença de profissionais no território, além de enviar insumos, medicamentos e todo o aparato necessário para combater os agravos de saúde. "Reforçamos as equipes de rotina e vamos enviar uma força-tarefa com infectologistas, antropólogos e outros profissionais de saúde que vão se somar à equipe do polo e realizar busca ativa por pacientes para controlar o surto".

Os profissionais estão se deslocando para o município de São Gabriel da Cachoeira (AM), onde fica a sede do Polo Base Maturacá. Além de especialistas da Sesai, a força-tarefa contará agentes do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), que atuam em situações de surtos e epidemias, além de dois profissionais da Força Nacional do SUS para apoiar no diagnóstico da situação local. A equipe contará com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, agente de endemias, entre outros profissionais.

O Polo Base Maturacá fica no estado do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira e é atendido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami. Essa população, assim como todas as demais atendidos pelos polos da região, recebem vacinas contra influenza e outras doenças. O número de doses aplicadas no primeiro semestre deste ano aumentou 59,5% em relação ao mesmo período em 2023.

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/minist erio-da-saude-envia-forca-tarefa-para-enfrentar-surto-de-gripe-em-indig enas-de-maturaca-no-amazonas 
"A equipe contará com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, agente de endemias, entre outros profissionais. O Polo Base Maturacá fica no estado do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira e é atendido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami."
Com base na classificação das palavras quanto às classes gramaticais, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas. 

(__) O vocábulo 'equipe' é um substantivo coletivo que nomeia o conjunto de profissionais que ajudará no monitoramento dos casos de gripes.
(__) O vocábulo 'profissionais' é um substantivo no plural que caracteriza outros membros da equipe.
(__) O vocábulo 'médicos' é um substantivo concreto no plural que designa indivíduos de uma categoria profissional
(__) O vocábulo 'especial' atribui uma qualidade específica ao termo 'Distrito Sanitário', destacando sua natureza diferenciada em relação aos demais.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3799485 Segurança e Transporte
Num serviço de regularização de leito, haverá motoniveladora à frente e rolo compactador na sequência, com caminhões de apoio. Análise as afirmativas e marque a alternativa correta:

I. Manter comunicação clara entre operadores e sinalista.
II. Posicionar o rolo compactador muito próximo da lâmina da motoniveladora em movimento.
III. Respeitar sentido de fluxo e rotas predefinidas no canteiro.
IV. Manter área livre de pedestres e curiosos.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3799484 Legislação de Trânsito
Ao sair do canteiro para a via, o trator de pneus deverá cruzar uma faixa de pedestres sinalizada. Há fluxo de pessoas e chuva leve. Qual conduta está correta?
Alternativas
Q3799483 Segurança e Transporte
No pátio, antes de sair, o operador inspeciona a retroescavadeira: níveis de óleo e fluido hidráulico, vazamentos, pneus/esteiras, luzes e alarmes sonoros. O chefe reforça que o equipamento só deve ser liberado se as condições de segurança forem confirmadas e o checklist, preenchido. Marque (V) para as afirmativas corretas e (F) para as falsas.

(__) A verificação diária antes do uso reduz falhas e é procedimento obrigatório de segurança.
(__) Vazamento de óleo pequeno pode ser ignorado se o serviço for curto.
(__) Dispositivo de ré com alarme sonoro é medida de proteção coletiva relevante.
(__) Colocar a máquina em operação com defeito de freio é aceitável "com cuidado".

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
681: C
682: C
683: D
684: A
685: C
686: A
687: B
688: A
689: C
690: C
691: B
692: A
693: A
694: D
695: D
696: B
697: B
698: C
699: C
700: D