Questões de Concurso Comentadas para operador de máquinas

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Q4180814 Legislação de Trânsito
Acerca dos crimes de trânsito, e de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é uma das circunstâncias que sempre agravam as penalidades dos crimes de trânsito ter o condutor do veículo cometido a infração com dano potencial a: 
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Q4180813 Legislação de Trânsito
Em relação aos crimes de trânsito, a suspensão para dirigir veículo automotor ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação será sempre comunicada pela autoridade judiciária ao órgão de trânsito do Estado em que o indiciado ou réu for domiciliado ou residente, e ao: 
Alternativas
Q4178184 Engenharia Civil
Em serviços de manutenção de vias, abertura de valas, nivelamento de terrenos e preparação de bases, diferentes máquinas pesadas podem ser empregadas conforme a finalidade da atividade. Considerando tais prerrogativas, analise as assertivas:
I. Tratores de pneus podem ser utilizados em atividades de tração, reboque ou apoio a implementos, com boa capacidade de deslocamento em áreas compatíveis com esse tipo de rodado.
II. Retroescavadeiras reúnem recursos que permitem escavar com o conjunto traseiro e movimentar materiais com a concha dianteira, conforme o serviço executado.
III. Compactadores são indicados para adensar solo, cascalho ou camadas de pavimentação, contribuindo para reduzir vazios e aumentar a estabilidade da base.
Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4178183 Legislação de Trânsito
Em uma frente de serviço, uma máquina pesada precisa se deslocar por via pública para chegar ao local de execução de uma atividade de terraplenagem. Considerando as regras do Código de Trânsito Brasileiro sobre habilitação, é correto afirmar que: 
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Q4178181 Legislação de Trânsito
Durante a operação de máquinas pesadas, as manobras devem ser realizadas com atenção ao terreno, à visibilidade, à circulação de pessoas e às condições do equipamento. Sobre procedimentos de segurança, é incorreto afirmar: 
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Q4178180 Segurança e Saúde no Trabalho
Em atividades que envolvem movimentação de materiais, uso de ferramentas manuais e permanência em determinados postos de trabalho, a NR 17 estabelece cuidados relacionados à ergonomia e à prevenção de riscos. Analise as assertivas:
I. No transporte e na descarga de materiais por impulsão ou tração, como em carros de mão, devem ser observados fatores como carga, frequência, pega e distância percorrida.
II. A seleção de ferramentas manuais deve considerar o tipo, o formato e a textura da empunhadura, conforme a tarefa e o eventual uso de luvas.
III. Nos trabalhos realizados em pé, os assentos com encosto para descanso podem ser dispensados quando houver pausas programadas durante a jornada.
Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4178179 Segurança e Saúde no Trabalho
Em um local de trabalho com circulação de pessoas, equipamentos e produtos utilizados nas atividades diárias, a sinalização por cor foi organizada para indicar áreas, alertar sobre riscos e identificar equipamentos de segurança. Segundo a NR 26, é correto afirmar que o uso de cores na sinalização deve: 
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Q4177624 Direito do Trabalho
Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou a PEC 221/2019, que propõe alterar a jornada de trabalho no Brasil. Pelo texto aprovado, a principal mudança seria: 
Alternativas
Q4177623 Atualidades
O fechamento do Estreito de Ormuz provocou impacto econômico porque essa rota é importante para o transporte de: 
Alternativas
Q4177622 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre os biomas presentes no Rio Grande do Sul, destacamse: 
Alternativas
Q4177621 Geografia
O clima predominante no Rio Grande do Sul é: 
Alternativas
Q4177620 História e Geografia de Estados e Municípios
O Rio Grande do Sul é formado por: 
Alternativas
Q4177619 Atualidades
No Festival de Cannes de 2024, a Palma de Ouro foi concedida ao filme: 
Alternativas
Q4177618 Geografia
A Região Norte do Brasil apresenta forte potencial turístico ligado à biodiversidade e aos grandes sistemas naturais. Entre as características mais associadas ao turismo nessa região, destaca-se: 
Alternativas
Q4177617 Atualidades
A COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas prevista para o Brasil, teve como cidade-sede: 
Alternativas
Q4177616 História
A Proclamação da República, ocorrida em 1889, marcou: 
Alternativas
Q4177615 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Sobre a formação administrativa de Boa Vista do Sul, analise as assertivas a seguir.
I. O distrito foi criado inicialmente com a denominação de 27 da Boa Vista, subordinado ao município de Garibaldi.
II. A criação do município ocorreu pela Lei Estadual nº 10.632, de 28 de dezembro de 1995.
III. A instalação do município ocorreu em 1º de janeiro de 1997, constituído do distrito-sede.
IV. Desde sua criação distrital, Boa Vista do Sul pertenceu administrativamente ao município de Barão.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4177604 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Culpa: não sinta muito


    A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não quer saber de explicação.


    Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido à covardia, ao invés de tomar a decisão que mudaria nossa história.


    É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico "se ficar o bicho pega, se correr o bicho come".


    Uns 15 anos atrás, li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.


    Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, inconscientemente, pela importância que estamos nos dando.


    Ainda assim, de vez em quando, me pego alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares, onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.


    São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por que se culpar?


    Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto: os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se espera.


    A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos invade por não termos conseguido realizar a expectativa do outro.


    Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem expectativas a atender, é um gostar-se sem exclusividade nem contrato.


    Se acaso as afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz os humores do destino.


    Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem à noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco tornam-se existenciais e crescem como tumores.


    Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que se deve: deixar a culpa morrer de fome.



Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

A palavra fácil, empregada no texto, recebe acento gráfico porque é: 
Alternativas
Q4177603 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Culpa: não sinta muito


    A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não quer saber de explicação.


    Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido à covardia, ao invés de tomar a decisão que mudaria nossa história.


    É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico "se ficar o bicho pega, se correr o bicho come".


    Uns 15 anos atrás, li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.


    Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, inconscientemente, pela importância que estamos nos dando.


    Ainda assim, de vez em quando, me pego alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares, onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.


    São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por que se culpar?


    Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto: os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se espera.


    A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos invade por não termos conseguido realizar a expectativa do outro.


    Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem expectativas a atender, é um gostar-se sem exclusividade nem contrato.


    Se acaso as afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz os humores do destino.


    Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem à noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco tornam-se existenciais e crescem como tumores.


    Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que se deve: deixar a culpa morrer de fome.



Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Considerando a relação entre letras e fonemas, a palavra humores, empregada no texto, apresenta: 
Alternativas
Q4177602 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Culpa: não sinta muito


    A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não quer saber de explicação.


    Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido à covardia, ao invés de tomar a decisão que mudaria nossa história.


    É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico "se ficar o bicho pega, se correr o bicho come".


    Uns 15 anos atrás, li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.


    Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, inconscientemente, pela importância que estamos nos dando.


    Ainda assim, de vez em quando, me pego alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares, onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.


    São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por que se culpar?


    Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto: os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se espera.


    A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos invade por não termos conseguido realizar a expectativa do outro.


    Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem expectativas a atender, é um gostar-se sem exclusividade nem contrato.


    Se acaso as afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz os humores do destino.


    Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem à noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco tornam-se existenciais e crescem como tumores.


    Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que se deve: deixar a culpa morrer de fome.



Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Assim como em má-fé, o uso do hífen está correto em: 
Alternativas
Respostas
261: B
262: A
263: D
264: A
265: C
266: A
267: C
268: D
269: A
270: B
271: C
272: D
273: A
274: D
275: B
276: C
277: A
278: B
279: B
280: C