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Q1878115 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

A palavra destacada em “... e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram...” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q1878114 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

No trecho “Depois continuou guiando mais lentamente” a palavra destacada indica:
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Q1878113 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

“E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma ‘boa noite’ e um ‘muito obrigado ao senhor’ tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei”. Essa reação do taxista, no final, mostra que ele ficou:
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Q1878112 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

A expressão “– Mas, que coisa ...” dita pelo chofer traduz:
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Q1878110 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

O fato que desencadeou a história foi:
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Q1878109 Português

A Outra Noite


        Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

        Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

        - O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

        Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda .

        - Mas, que coisa...

        Ele chegou a por a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

        - Ora, sim senhor...

        E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

(BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.)

“A outra noite” a que se refere o autor é a noite:
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Ano: 2016 Banca: IFB Órgão: IFB
Q1229976 Algoritmos e Estrutura de Dados
Na análise de algoritmos para resolver certos problemas, é necessário avaliar não só o tamanho dos dados de entrada, mas os diferentes cenários para esses dados de entrada. Estes cenários são:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC
Q1212892 Redes de Computadores
Assinale a alternativa que contém, respectivamente, um protocolo de rede das camadas de enlace, de rede e de transporte da pilha de protocolos de rede TCP/IP.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC
Q1212827 Pedagogia
Quais quadros constituem as Condutas Típicas conforme definições da política de educação especial de Santa Catarina?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Picos - PI
Q1205467 Noções de Informática
Marque alternativa correta.

É uma rede que visa cobrir uma área urbana. Normalmente é composta pela interligação de todas as redes locais de uma mesma empresa, na mesma região metropolitana.   
Alternativas
Q1180741 Programação
A respeito da linguagem de programação Delphi, em sua versão “Embarcadero Delphi 10 Seattle”, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1180739 Algoritmos e Estrutura de Dados
A fila de um caixa de banco pode ser adequadamente representada por uma estrutura de dados organizada na forma de uma lista do tipo
Alternativas
Q1180738 Engenharia de Software
No contexto da UML, considere a afirmativa a seguir: “um documento narrativo que descreve a sequência de eventos de um ator que usa um sistema para completar um processo”. Assinale a opção que indica o tipo de diagrama ao qual essa descrição melhor de adequa.
Alternativas
Q1180733 Banco de Dados
No MySQL, a cláusula LIMIT restringe o número de registros retornados por uma consulta SQL. Assinale a opção que indica uma cláusula que, no SQL Server, possui efeito semelhante.
Alternativas
Q1180732 Banco de Dados
Na definição de chaves estrangeiras (foreign Keys) no MySQL, é possível especificar o procedimento a ser adotado quando registros referenciados por chaves estrangeiras são removidos ou têm alguns de seus campos editados. As opções a seguir apresentam procedimentos validos no MySQL, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1180731 Programação
A linguagem PHP permite o uso das variáveis “Superglobals” que, independentemente do escopo, estão sempre acessíveis.
Assinale a opção que indica a variável que contém o elemento “PHP_SELF”.
Alternativas
Q1180729 Arquitetura de Computadores
O processador AMD FX™ é baseado na 8ª geração de CPU de 86 bits da empresa AMD. A quantidade de núcleos das CPUs AMD FX™ Séries 8000 é
Alternativas
Q1180728 Arquitetura de Computadores
Paulo comprou uma filmadora digital e quer oferecer seus vídeos para seus colegas armazenando-os em um disco ótico que possa ser reutilizado diversas vezes apagando o vídeo anterior. A maioria dos vídeos que Paulo produz possui 2GB, em média. Para dar prosseguimento ao seu empreendimento, o computador de Paulo deve possuir um drive de
Alternativas
Q1180726 Arquitetura de Computadores
Um pixel é considerado como a menor unidade de uma imagem digital. Em um monitor colorido, a cor de cada pixel é fruto da combinação das cores
Alternativas
Q1180725 Arquitetura de Computadores
A capacidade de armazenamento de um dispositivo, como o disco rígido de um computador, normalmente, é especificada em bytes. 1.073.741.824 kilobytes equivale a 1 (um)
Alternativas
Respostas
4161: D
4162: C
4163: A
4164: A
4165: B
4166: B
4167: C
4168: A
4169: D
4170: D
4171: C
4172: A
4173: B
4174: C
4175: B
4176: D
4177: D
4178: D
4179: A
4180: B