Questões de Concurso
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Segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano (PNUD, 2014), entre 1991 e 2010, a taxa de natalidade caiu e a longevidade da população lafaietense cresceu.
O gráfico que melhor representa a estrutura etária da população de Conselheiro Lafaiete no ano do último censo (2010) é:
Os gráficos a seguir representam dados do IBGE Cidades para a série revisada do valor adicionado bruto, a preços correntes, da atividade econômica dos setores: agropecuário, industrial e de serviços das cidades de Congonhas, Ouro Branco e Conselheiro Lafaiete. O nome dos municípios está oculto nos gráficos.

A partir de seus conhecimentos sobre a economia da
região, é possível dizer que o município de Conselheiro Lafaiete, na comparação com os demais, possui
De acordo com o Relatório de Programas e Ações do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para Conselheiro Lafaiete, havia no município, em dezembro de 2018, aproximadamente ______ famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, cerca de ____ da população. O benefício médio mensal pago foi de pouco mais de ________ . Para acessar o Programa Bolsa Família é preciso, primeiro, estar cadastrado no CadÚnico. O Relatório estima que, em Conselheiro Lafaiete, há ___________ pessoas cadastradas no CadÚnico do que a meta do Ministério do Desenvolvimento Social, calculada a partir ao perfil socioeconômico da população obtido no último censo.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano (PNUD, 2013), o município de Conselheiro Lafaiete ocupa a ____ posição no ranking do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). O melhor desempenho do município foi no quesito _____________ e o pior no quesito _______________. Entre os anos de 1991 e 2010, o valor do IDHM de Conselheiro Lafaiete _____________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Um folheto, ou panfleto, constitui um excelente meio de divulgação de uma ideia ou de informações importantes. Panfletos são muito utilizados para atingir grande número de pessoas em tempo mínimo. Considere o folheto e avalie os aspectos fonéticos, de ortografia e de acentuação das afirmações a seguir.

I. O vocábulo “livremente” quanto à acentuação tônica é paroxítono e apresenta um acento principal e outro secundário.
II. A separação silábica da palavra CON-FE-CÇÃO está correta e se explica pela presença de um dífono, ou seja, a letra “c” é pronunciada com o som de /cs/ ou /ks/.
III. As palavras “operações”, “essenciais” e “anual”, considerando-se a posição do acento tônico, são oxítonas; em relação ao número de sílabas, nem todas são polissílabas.
IV. A unidade lexical “pelo” [ê] (por+o) e o termo “pelo” (flexão de pelar) são homógrafas paroxítonas e, segundo o Novo Acordo, não se distinguem mais pelo acento diferencial.
V. A pronúncia culta de “gratuito” é gratúito, com a tônica no u do ditongo ui; por conta disso, há um erro na sua grafia, identificado pela ausência do acento agudo na letra “i” para consolidar o hiato.
Está correto apenas o que se afirma em
Na sintaxe da língua portuguesa, a colocação pronominal diz respeito ao modo como se dispõem os pronomes em relação aos demais elementos de uma oração. Há três tipos de posição que os pronomes átonos podem ocupar na oração: antes (próclise), depois (ênclise) e no meio (mesóclise) do verbo.
A esse respeito, leia a ti rinha.

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No primeiro quadrinho, segundo os gramáticos, a colocação do pronome oblíquo átono está correta
PORQUE,
II. na frase em que foi empregada, a próclise é preferida, pois o verbo vem antecedido do advérbio
“que”
Sobre as asserções, é correto afirmar que
Os fragmentos de textos a seguir foram transcritos e adaptados de sites diversos, que tratam de fatos científicos curiosos e, ao mesmo tempo, surpreendentes.
Após a leitura, é correto afirmar que aquele em que o articulador destacado estabelece uma relação sintático-semântica de adição entre as frases é
o slogan e o hino
Carlos bozzo Junior
Em 04 de janeiro, o slogan “Pátria Amada Brasil” e a logomarca – uma bandeira do país estilizada, que remete ao nascer do sol – do novo governo presidido por Jair Bolsonaro foram anunciados via redes sociais. Reafirmando o discurso nacionalista manifesto durante sua campanha, o presidente eleito usa o último verso do Hino Nacional brasileiro como marca da recém-iniciada administração.
Símbolos patrióticos oficiais, os hinos nacionais surgiram no final do século 18 para despertar o senti mento de identidade nacional. Tanto faz se é uma marcha simples, que sua letra seja trivial, rebuscada, cheia de metáforas, pretensiosa, ou escrita no estilo parnasiano, como é o caso do hino brasileiro. Em ocasiões como a Copa do Mundo ou Olimpíadas, muitos entoam o hino com orgulho e respeito à nação que há dentro de nós.
(Folha de São Paulo, 9. Jan. 2019, p. B8. Adaptado.)
Preencha corretamente as lacunas, observando o que está em discussão.
Se o slogan do governo federal “Pátria Amada Brasil” fosse transcrito rigorosamente do Hino Nacional Brasileiro e obedecesse à gramática, ele deveria conter um (a) _______________ antes do nome do país, porque nessa estrutura frasal, “Pátria amada” é o _______________ e “Brasil”, o _______________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
A estabilidade se dá no emprego e visa garantir a liberdade do trabalhador para o exercício de sua função, estendendo-se ao exercício de cargo de diretoria ou de gerência.
A convenção coletiva de trabalho que dispuser sobre banco de horas anual, enquadramento de grau de insalubridade e modalidade de registro de jornada de trabalho terá prevalência sobre a lei.
Conforme entendimento pacífico do Tribunal Superior do Trabalho, será considerado como uma hora noturna qualquer período de sessenta minutos de trabalho que for realizado pelo portuário no horário de dezenove horas de um dia a sete horas do dia seguinte.
A demonstração do interesse integrado e a atuação conjunta de empresas com identidade de sócios são requisitos a serem observados para a caracterização de grupo econômico.
O inglês é a língua da ciência. As razões para isso estão relacionadas às profundas transformações que ocorreram no pós-Guerra. A ciência e a tecnologia, que até então evoluíam em esferas relativamente separadas de conhecimento, se integram num único sistema. [...] As tecnologias pressupõem um investimento contínuo de capital, a formação de quadros especializados e a constituição de laboratórios de pesquisa. No início, isso se concentra nos Estados Unidos, pois quando termina a Segunda Guerra Mundial, trata-se do único país industrializado onde a infraestrutura educacional e tecnológica permanece intacta. Com a expansão do ensino superior e o desenvolvimento dos institutos de pesquisa, assiste-se a um florescimento científico sem precedentes, aliado a uma política tecnológica na qual as criações científicas estão vinculadas às descobertas e ao aperfeiçoamento das técnicas. A história do computador é um bom exemplo do imbricamento das dimensões econômica, militar e científica num mesmo projeto. Como processador de dados e informações, irá impulsionar todo um campo de atividades, desde as experiências de laboratório até a administração das empresas (cujo raio de ação é, muitas vezes, transnacional). Ciência, tecnologia e administração – esferas diferenciadas de práticas e saberes – aproximam-se assim como unidades que se alimentam e se reproduzem a partir da manipulação, do controle e do processamento da informação. Creio que não seria exagero dizer que os elementos-chave do que entendemos por sociedade de informação foram inicialmente preparados em inglês (conceitos, modelos, fórmulas e procedimentos).
Não se deve imaginar que toda a produção científica, ou mesmo a sua maioria, se faça em inglês. Embora não existam dados disponíveis em escala mundial, pode-se argumentar, e com boa parte de razão, que a literatura científica em língua não inglesa tenha aumentado. Basta ver a proliferação de revistas nos mais diferentes países e a participação dos cientistas em reuniões e congressos especializados. No entanto, como sublinha Baldauf, sua representação na literatura recenseada nas principais bases de dados declinou. [...] Grande parte do que é produzido é simplesmente ignorado pelo fato de não estar formalizado e formatado em informação imediatamente disponível, ou seja, compreensível para um conjunto amplo de pessoas. [...] Entretanto, importa entender que um corpus literário, funcionando como padrão de referência, é legitimado mundialmente somente quando disponível em inglês. Daí a estratégia de vários grupos de dividir suas atividades em “locais” e “universais”. As primeiras são escritas em idioma nacional e têm como veículo as revistas existentes no país; as outras concentram os cientistas de “elite”, cuja ambição é conseguir uma maior visibilidade na cena mundial; interessa-lhes publicar nas revistas internacionais já consagradas. [...]
Barthes (1984, p.15) diz que, para a ciência, “a linguagem é apenas um instrumento, aprisionado à matéria científica (operações, hipóteses, resultados) que se diz, a antecede e existe fora dela, e que se tem o interesse de torná-la o mais transparente e neutra possível: há, de um lado, num primeiro plano, o conteúdo da mensagem científica, que é tudo; de outro, num segundo plano, a forma verbal, que exprime esse conteúdo e que é nada […]. A ciência tem certamente necessidade da linguagem, mas ela não está, como a literatura, na linguagem”. É preciso ter em mente que a qualidade de ser instrumental não deve ser vista como algo negativo. Trata-se de uma opção deliberada em utilizar a linguagem como uma ferramenta, cujo resultado é altamente compensador – o discurso científico. Resulta disso o amplo consenso (embora sem unanimidade) existente entre os cientistas em relação ao uso do inglês, qual seja, o fato de ele ser instrumental e eficiente. Mas qual seria a razão dessa instrumentalidade?
Richard Harris e Paul Mattick, trabalhando com as propriedades da linguagem e sua relação com a informação, têm um argumento interessante. Consideram que cada domínio científico utiliza a linguagem de maneira limitada, por isso é mais fácil traduzir textos científicos do que literários. Isso significa que a informação provida na mensagem é dada não apenas pelo significado individual das palavras, mas também pela relação entre elas, sua combinação. Por exemplo, podemos enunciar as sentenças “para mim, é preferível sair por último” e “eu prefiro sair por último”; há aí uma variação da forma, mas não da informação transmitida. [...]
As ciências sociais estão demasiadamente amarradas aos contextos, daí a dificuldade de universalização de seus discursos, porém, essa universalização nunca é inteira, emancipada, pois as notações se encontram aprisionadas à “literalidade dos enunciados”. O pensamento sociológico é sempre uma tradução, algo intermediário entre o ideal de universalidade (que é necessário) e o enraizamento dos fenômenos sociais. Ora, contexto e língua conjugam-se mutuamente. O discurso das ciências da natureza se justifica porque consegue reduzir a linguagem, depurá-la de sua malha sociocultural, algo impensável quando se deseja compreender a sociedade. Nesse caso, o inglês não pode funcionar como língua franca, não por uma questão de princípio, ou de orgulho nacional, mas devido à própria natureza do saber construído.
ORTIZ, Renato. As Ciências Sociais e o inglês. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 19, n. 54, fev/2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092004000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt >. Acesso em: 2 jul. 2018. [Fragmento Adaptado]
Os termos sublinhados nos trechos a seguir são elementos coesivos que introduzem, no contexto, ideia de oposição, EXCETO em:
A inamovibilidade dos juízes é uma garantia não absoluta.