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Q2755983 Estatística

Em um jogo de dardos, cada participante pode jogar 12 vezes o dardo e o objetivo é acertar um alvo fixo. Foi proposto um jogo de dardos para 8 amigos e obtiveram os seguintes acertos: 10, 6, 10, 3, 7, 10, 6 e 11. Esses amigos, como gostam de estatística, decidiram estudar o conjunto formado pelo número de acertos e calcularam, em sequência, as seguintes medidas:

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Q2755982 Matemática

Num veículo de 7 lugares vão viajar 7 pessoas, das quais apenas 3 podem dirigir. Nessas condições, de quantas maneiras podem estar dispostas as pessoas?

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Q2755981 Matemática

Uma caixa d’água tem capacidade de 2.000 litros e, no momento inicial, está com um quarto de sua capacidade. A partir deste momento inicial, ela começa a receber uma quantidade de 15 litros de água por minuto. Após 10 minutos, começa-se a utilizar água no interior da casa a uma razão de 5 litros por minuto. Se não houver nenhuma alteração nas condições, a caixa d’água ficará cheia em:

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Q2755980 Direito Penal

Determinado servidor público federal deixou de praticar, indevidamente, ato de ofício, para satisfazer interesse pessoal.

O ato cometido pelo servidor, segundo o Decreto-lei nº 2.848/1940, configura o crime de:

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Q2755979 Legislação Federal

Tício, servidor público da UNIFAL-MG, ocupante do cargo de Analista de Tecnologia da Informação, encontra-se posicionado no padrão inicial do primeiro nível de capacitação do respectivo nível de classificação de seu cargo e deseja se desenvolver na carreira. Após 18 meses de efetivo exercício, Tício foi aprovado em sua avaliação de desempenho. No entanto, Tício não obteve certificação em programa de capacitação.


Considerando o caso hipotético e o que dispõe a Lei nº 11.091/2005, Tício terá direito à:

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Q2755978 Direito Administrativo

O órgão competente perante o qual tramita o processo administrativo determinará a intimação do interessado para ciência de decisão ou a efetivação de diligências.


Consoante disposto na lei 9.784/1999, pode-se afirmar, a respeito da comunicação dos atos, que:

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Q2755977 Legislação Federal

Semprônio, servidor público ocupante do cargo de Analista de Tecnologia da Informação, foi lotado para exercer suas atribuições na Pró-Reitoria de Graduação, unidade organizacional da UNIFAL-MG.


Por estar em conformidade com o estabelecido pelo Estatuto da UNIFAL-MG, pode-se afirmar que Semprônio foi lotado por ato do:

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Q2755976 Direito Administrativo

Fúlvio Hipotético foi nomeado para o cargo de Analista de Tecnologia da Informação da UNIFAL-MG, tendo em vista a sua aprovação em concurso público. Após a publicação do referido ato de provimento deverá ocorrer a posse de Fúlvio Hipotético.

A Lei n º 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, estabelece que, caso a posse não ocorra:

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Q2755975 Português

LEI Nº 12.527, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011.


Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei no 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências.


(...)


Art. 4º Para os efeitos desta Lei, considera-se:


I - informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato;

II - documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato;

III - informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado;

IV - informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável;


(...)

asdasDisponível em < https://goo.gl/QUkAqa >. Acesso em: 10 abr. 2018 (com adaptações).

Da análise do texto, é inadequado afirmar que:

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Q2755974 Português

De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Cancer Epidemmiology, em 2025, o Brasil terá 640.000 casos de câncer e quase 30.000 deles vão estar associados à obesidade.


A pesquisa, feita por cientistas brasileiros, americanos e franceses, constata que a relação entre o câncer e a obesidade está nos estímulos à maior proliferação celular provocada pelo peso elevado.


Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores utilizaram como base dados de 2012, período em que o excesso de peso esteve associado a 15.465 casos de câncer (3,8% do total).

Disponível em < https://goo.gl/Ckywxm >, Acesso em: 10 abr. 2018 (com adaptações).

Qual título expressa melhor a forma escolhida pelo produtor do texto em análise na apresentação e exploração do tema?

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Q2755973 Português

Campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira


Objetivo é imunizar 54,4 milhões de pessoas da Influenza e Influenza B


A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira, 23/4/2018. Seu objetivo é imunizar 54,4 milhões de pessoas da influenza A e influenza B.


Podem se vacinar gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pessoas a partir de 60 anos; crianças de seis meses a cinco anos; e gestantes. Também devem tomar a vacina trabalhadores da área da saúde; professores das redes pública e privada; indígenas; profissionais do sistema prisional; e pessoas privadas de liberdade.


asdfasdfDisponível em < https://goo.gl/ZKQeKt >. Acesso em: 10 abr. 2018 (com adaptações).


Qual trecho utiliza estratégia de coesão referencial capaz de indicar a retomada de informações introduzidas previamente em outras passagens do texto?

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Q2755970 Redação Oficial

À Mariana Silva, servidora da UNIFAL-MG, foi solicitada a elaboração de uma comunicação oficial cujo destinatário é a “Moça triste” do texto, que supostamente faz serviços de diarista. Considerando as normas de Redação Oficial, qual gênero do discurso Mariana elaborou?

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Q2755969 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 03 E 04.


A moça triste

Publicado por Lissânder Dias


Eu a encontro todos os dias. No ponto de ônibus. Nunca conversarmos. Mas me chama a atenção seu jeito triste. Sempre com um fone nos ouvidos. Sempre com um cigarro na boca. Nunca ri. Nunca fala com ninguém. Não tem amigos. Pelo menos é o que eu percebo nos cinco minutos que a vejo todos os dias no ponto de ônibus.


A moça triste talvez não seja triste. Talvez esteja apenas cansada. Talvez não goste de falar nem sorrir logo após acordar. Talvez ela seja feliz, muito feliz. Mas meus olhos a veem daquele jeito, e isso me faz pensar em como a tristeza está presente em nós. Em mim.


A moça triste é a metáfora para meu coração. Ela me lembra que minha tristeza anda comigo, mesmo sabendo que o que me faz caminhar seja a alegria.


A moça triste fuma para sentir um pouco de satisfação em algo. Mas isso só denuncia seu vazio, sua solidão. Talvez seja daí que venha sua tristeza: do desamparo, da rejeição por ser pobre, negra e mulher. Talvez.


A moça triste não ouve os sons do mundo. Ela está sempre com o fone nos ouvidos. Talvez ouça músicas alegres para espantar os pensamentos tristes que insistem em lembrá-la o enfado do dia a dia. Mas talvez goste simplesmente de esquecer que a realidade emite sons desagradáveis. Talvez ela queira apenas fugir no barulho de um rádio ou em uma canção que a faça acreditar que a vida será melhor, que ela ainda vai encontrar seu amor.


A moça triste continua sentada no banco do ponto de ônibus. Eu entro no carro que me levará ao trabalho. Não há despedidas. Eu sei que a encontrarei no próximo dia. Sem o sorriso que nunca vem e com a tristeza que a acompanha.


Disponível em: <https://ultimato.com.br/sites/fatosecorrelatos/2015/12/07/a-moca-triste/> Acesso em: 21 abr. 2018 (com adaptações).

Observando a norma padrão da Língua Portuguesa, qual fragmento de texto foi reescrito corretamente sem que se perdesse o sentido?

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Q2755968 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 03 E 04.


A moça triste

Publicado por Lissânder Dias


Eu a encontro todos os dias. No ponto de ônibus. Nunca conversarmos. Mas me chama a atenção seu jeito triste. Sempre com um fone nos ouvidos. Sempre com um cigarro na boca. Nunca ri. Nunca fala com ninguém. Não tem amigos. Pelo menos é o que eu percebo nos cinco minutos que a vejo todos os dias no ponto de ônibus.


A moça triste talvez não seja triste. Talvez esteja apenas cansada. Talvez não goste de falar nem sorrir logo após acordar. Talvez ela seja feliz, muito feliz. Mas meus olhos a veem daquele jeito, e isso me faz pensar em como a tristeza está presente em nós. Em mim.


A moça triste é a metáfora para meu coração. Ela me lembra que minha tristeza anda comigo, mesmo sabendo que o que me faz caminhar seja a alegria.


A moça triste fuma para sentir um pouco de satisfação em algo. Mas isso só denuncia seu vazio, sua solidão. Talvez seja daí que venha sua tristeza: do desamparo, da rejeição por ser pobre, negra e mulher. Talvez.


A moça triste não ouve os sons do mundo. Ela está sempre com o fone nos ouvidos. Talvez ouça músicas alegres para espantar os pensamentos tristes que insistem em lembrá-la o enfado do dia a dia. Mas talvez goste simplesmente de esquecer que a realidade emite sons desagradáveis. Talvez ela queira apenas fugir no barulho de um rádio ou em uma canção que a faça acreditar que a vida será melhor, que ela ainda vai encontrar seu amor.


A moça triste continua sentada no banco do ponto de ônibus. Eu entro no carro que me levará ao trabalho. Não há despedidas. Eu sei que a encontrarei no próximo dia. Sem o sorriso que nunca vem e com a tristeza que a acompanha.


Disponível em: <https://ultimato.com.br/sites/fatosecorrelatos/2015/12/07/a-moca-triste/> Acesso em: 21 abr. 2018 (com adaptações).

Observando a norma padrão da Língua Portuguesa, qual fragmento de texto foi reescrito corretamente?

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Q2755967 Português

Em peças publicitárias é comum haver erros gramaticais tendo em vista a função social do gênero e o seu público-alvo. Qual sentença foi reescrita observando a norma padrão da Língua Portuguesa?

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Q2755966 Português

Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, “Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita ‘consiste em apresentar ideias similares numa forma gramatical idêntica’, o que se chama de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos”. (BRASIL, 2002).


Mariana Silva, servidora pública, lotada na UNIFAL-MG, ao elaborar um memorando, observou o uso do paralelismo na produção de gêneros do discurso oficiais, conforme determina o Manual de Redação. Desse modo, qual foi o trecho escrito por Mariana?

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Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
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Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
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Q2007791 Português
Texto 1 

NASCE UMA MENINA

     No dia em que nasci, as pessoas da nossa aldeia tiveram pena de minha mãe, e ninguém deu os parabéns a meu pai. Vim ao mundo durante a madrugada, quando a última estrela se apaga. Nós, pachtuns, consideramos esse um sinal auspicioso. Meu pai não tinha dinheiro para o hospital ou para uma parteira; então uma vizinha ajudou minha mãe. O primeiro bebê de meus pais foi natimorto, mas eu vim ao mundo chorando e dando pontapés. Nasci menina num lugar onde rifles são disparados em comemoração a um filho, ao passo que as filhas são escondidas atrás de cortinas, sendo seu papel na vida apenas fazer comida e procriar. 
  Para a maioria dos pachtuns, o dia em que nasce uma menina é considerado sombrio. O primo de meu pai, Jehan Sher Khan Yousafzai, foi um dos poucos a nos visitar para celebrar meu nascimento e até mesmo nos deu uma boa soma em dinheiro. Levou uma grande árvore genealógica que remontava até meu trisavô, e que mostrava apenas as linhas de descendência masculina. Meu pai, Ziauddin, é diferente da maior parte dos homens pachtuns. Pegou a árvore e riscou uma linha a partir de seu nome, no formato de um pirulito. Ao fim da linha escreveu “Malala”. O primo riu, atônito. Meu pai não se importou. (...)
    Meu nome foi escolhido em homenagem a Malalai de Maiwand, a maior heroína do Afeganistão. Os pachtuns são um povo orgulhoso, composto de muitas tribos, dividido entre o Paquistão e o Afeganistão. Vivemos como há séculos, seguindo um código chamado Pachtunwali, que nos obriga a oferecer hospitalidade a todos e segundo o qual o valor mais importante é nang, a honra. A pior coisa que pode acontecer a um pachtum é a desonra. A vergonha é algo terrível para um homem pachtum. Temos um ditado: “Sem honra, o mundo não vale nada”.

YOUSAFZAI, MALALA; LAMB, CHRISTINA. Eu sou Malala: a história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã. São Paulo:
Companhia das Letras, 2013, pp. 21-22.

Analise o trecho:


“o valor mais importante é nang, a honra. A pior coisa que pode acontecer a um pachtum é a desonra. A vergonha é algo terrível para um homem pachtum.”


Quanto às palavras destacadas, assinale a alternativa CORRETA.

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Q2007413 Banco de Dados
Para liberar acesso remoto pela rede a um determinado Banco de Dados PostgreSQL, quais os arquivos de configuração do banco de dados que devem ser alterados? 
Alternativas
Respostas
10481: A
10482: B
10483: B
10484: C
10485: D
10486: B
10487: D
10488: A
10489: C
10490: B
10491: A
10492: A
10493: A
10494: D
10495: B
10496: C
10497: B
10498: C
10499: A
10500: C