Questões de Concurso Comentadas para analista de tecnologia da informação

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Q3245098 Sistemas Operacionais
Em um sistema operacional típico, um processo termina normalmente devido a algumas condições, dentre elas:
Alternativas
Q3245094 Raciocínio Lógico
Um grupo de alunos de uma universidade foi identificado como praticantes de três tipos de esportes descritos no diagrama a seguir. Há representantes em todos os subconjuntos desse diagrama.
Imagem associada para resolução da questão
A partir das informações que o diagrama fornece, é correto afirmar que
Alternativas
Q3244960 Matemática
Os 120 funcionários de uma empresa responderam a uma enquete sobre a atividade física preferida. O gráfico a seguir mostra os números de funcionários que preferem natação, voleibol ou outras atividades. Os dados relativos à caminhada e ao futebol não aparecem no gráfico.
Imagem associada para resolução da questão
Sabe-se que a medida do setor circular correspondente à caminhada excede em 18° a medida do setor circular correspondente ao futebol.
Com base nesses dados, é correto afirmar que o número daqueles que preferem caminhada supera o número daqueles que preferem natação em: 
Alternativas
Q3244952 Português
Assinale a alternativa em que a frase está de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes. 
Alternativas
Q3244951 Português
Assinale a alternativa em que as frases estão de acordo com a norma-padrão quanto ao emprego de conjunções e de tempos e modos verbais.
Alternativas
Q3244948 Português
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal. 
Alternativas
Q3244947 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula em trecho do texto preserva a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3244946 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Assinale a alternativa em que a expressão destacada foi empregada em sentido figurado no texto.
Alternativas
Q3244945 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Em – Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim. – (3º parágrafo), as expressões em destaque, respectivamente, sugerem que algumas das frases de efeito usadas pela avó do autor eram
Alternativas
Q3244944 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Ao mencionar o ditado sobre Roma, o cronista sugere que
Alternativas
Q3244943 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Segundo o cronista, o texto foi escrito com a intenção de
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Q3233301 Noções de Informática
No processo de obtenção dinâmica de configuração de rede por meio do protocolo DHCP, quando um dispositivo ingressa na rede, o tipo de mensagem que o cliente envia ao servidor como resposta a uma mensagem DHCPOFFER é o
Alternativas
Q3233300 Redes de Computadores
 Assinale a alternativa relacionada à fase 2 IKE (IKE phase two) do protocolo IPsec.
Alternativas
Q3233299 Noções de Informática
Um conjunto de métodos é definido pelo protocolo HTTP para indicar qual ação será realizada. Um exemplo de método HTTP é o:
Alternativas
Q3233298 Noções de Informática
POP3 é uma das alternativas de protocolos de aplicação para recuperação de e-mails de um servidor. Assinale a alternativa que apresenta a porta de rede padrão utilizada por este protocolo.
Alternativas
Q3233297 Sistemas Operacionais
A virtualização permite que um software crie representações virtuais de sistemas físicos por meio do particionamento de recursos. O software responsável pelo gerenciamento de máquinas virtuais é o
Alternativas
Q3233296 Noções de Informática

No sistema operacional Linux, o comando

touch /forcefsck


tem como propósito

Alternativas
Q3233295 Noções de Informática
No sistema operacional Windows 10, é possível utilizar o OpenSSH para conexão remota com o protocolo SSH. Tanto o cliente quanto o servidor podem ser adicionados como recursos opcionais no sistema. Para isso, é necessário seguir o seguinte caminho na interface:
Alternativas
Q3233293 Sistemas Operacionais
O administrador de uma rede local corporativa baseada em Windows Server configurou um arquivo de imagem de papel de parede (wallpaper) padrão para ser utilizado nos computadores da empresa, por meio de uma GPO (Group Policy Object). Após a realização correta da configuração dessa GPO, observou-se que não ocorreu a aplicação imediata do papel de parede nas estações de trabalho. Para que o papel de parede seja aplicado, um comando que pode ser executado no prompt de comandos do Windows desses computadores é:
Alternativas
Q3233292 Redes de Computadores
.A norma ABNT NBR 14565:2013 – Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers apresenta a seguinte definição de um cabo híbrido:
Alternativas
Respostas
2741: D
2742: D
2743: C
2744: D
2745: B
2746: D
2747: A
2748: E
2749: A
2750: A
2751: E
2752: B
2753: E
2754: A
2755: C
2756: D
2757: B
2758: A
2759: C
2760: D