Questões de Concurso Comentadas para monitor de creche

Foram encontradas 1.231 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4051672 Português
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei n° 8.069/1990, Art. 53: a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I. (X) de condições para o acesso e permanência na escola.
Substitua o (X) do texto acima pela alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4051671 Direito Constitucional
A Constituição Federal/1988 institui em seu Art. 6º quais são os direitos sociais. Conforme o disposto abaixo, marque a alternativa que contém um ERRO.
Alternativas
Q4051670 Relações Humanas
O relacionamento interpessoal configura-se como a relação entre duas ou mais pessoas, portanto, no ambiente de trabalho, a manutenção de um bom estado é indispensável. Nas alternativas estão alguns exemplos de atitudes relacionadas a um bom relacionamento interpessoal, EXCETO. 
Alternativas
Q4051669 Direito Administrativo
Pedro é funcionário da empresa pública "KP condimentos", sendo que ele em todas as situações que pode quando tem contato com particulares, tem ações de promover seus próprios interesses pessoais ao invés da finalidade pública, ao qual está ligado o seu cargo público.
De acordo com o exemplo acima, o funcionário está infringindo qual dos princípios básicos da Administração Pública? Marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1813928 História e Geografia de Estados e Municípios
Após 15 anos da morte da missionária americana Dorothy Stang, no município de Anapu, sudoeste do Pará, o número de homicídios na região segue uma tendência alarmante. Segundo o Comitê Dorothy, entidade que luta pelos direitos humanos no campo, nos últimos cinco anos, 19 pessoas já foram mortas no município por conflitos agrários. (Disponível em: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2020/02/12/ apesar-da-morte-de-dorothy-as-pessoas-ainda-morrem-no-campoalerta-ambientalista.ghtml.)
O estado do Pará pertence a qual região do Brasil?
Alternativas
Q1813925 Atualidades
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que a doença provocada pela infecção do novo coronavírus deverá ser chamada de Covid-19. A nomenclatura segue diretrizes internacionais que pedem para não se fazer referência a uma localização geográfica, um animal, um indivíduo ou grupo de pessoas. Qual é a doença inicial provocada pelo coronavírus?
Alternativas
Q1813924 História e Geografia de Estados e Municípios
O Governador de São Paulo, _______________, participou em Dubai, de reunião com o CEO da Expo Dubai 2020, Najeeb Al-Ali. Eles discutiram a participação de São Paulo na feira organizada pelo Bureau International des Expositions. Com seis meses de duração, o evento de inovação e economia criativa acontece a partir de 20 de outubro, nos Emirados Árabes Unidos. (Disponível em: http://www.saopaulo.sp.gov.br/ultimasnoticias/comitiva-alinha-a-participacao-de-sao-paulo-na-expo-dubai2020/. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q1813923 Conhecimentos Gerais
A população brasileira está envelhecendo muito rapidamente, resultando em mais pessoas recebendo benefícios do que contribuindo para a Previdência. A Reforma da Previdência alterou a idade mínima de aposentadoria, assim como o tempo de contribuição. Os homens que ingressarem no mercado de trabalho depois da aprovação da Reforma terão que contribuir com o tempo mínimo de:
Alternativas
Q1813922 História e Geografia de Estados e Municípios
São municípios limítrofes a Colômbia, EXCETO:
Alternativas
Q1813921 Conhecimentos Gerais
O termo impeachment significa “impedimento” e apareceu pela primeira vez na segunda metade do século XIV, já nos fins da Idade Média. No sistema presidencialista em vigência há a possibilidade de o Presidente da República ser afastado do poder em casos de crimes contra o bem público. Quais foram os presidentes do Brasil que sofreram impeachment?
Alternativas
Q1813920 Atualidades
A voz que atendeu o ex-PM Élcio de Queiroz no condomínio Vivendas da Barra, horas antes do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, não é do porteiro que citou o Presidente Jair Bolsonaro na investigação, mas de outro funcionário; tal conclusão consta em laudo da Polícia Civil. (Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2020/02/1 1/interna_politica,827311/caso-marielle-voz-que-liberou-elcio-nao-ede-porteiro-que-citou-bolso.shtml.)
O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes ocorreu na seguinte cidade:
Alternativas
Q1813919 Geografia
A floresta Amazônica perpassa por nove países, sendo a maior floresta tropical do mundo com um total aproximado de 5,5 milhões de km2 de extensão. Mais da metade da sua vegetação, ou seja, 61%, encontra-se em território brasileiro. Em relação à floresta Amazônica, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1813911 Matemática
Gabriela deseja construir um chalé para passar os fins de semana com sua família. Para isso, ela comprou um terreno com medidas, em metros, dadas pelo polígono representado a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Considerando que o terreno que Gabriela comprou possui um perímetro de 162 metros, qual é o valor de x?
Alternativas
Q1813910 Raciocínio Lógico
Emily colocou um quadro em seu quarto contendo uma criptografia para lembrar de uma senha muito importante: a senha da sua conta bancária, que é composta por quatro dígitos numéricos. O quadro está representado no esquema, com a seguinte informação:
As estrelas mostrarão o caminho
Imagem associada para resolução da questão

Com base nestas informações, qual é a senha da conta bancária de Emily?
Alternativas
Q1813908 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

A expressão “ávidos” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que:
Alternativas
Q1813907 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Há ERRO de grafia em:
Alternativas
Q1813906 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Em “Quer dizer, as crianças não: as mamães.” (2º§), os dois-pontos foram empregados para anunciar:
Alternativas
Q1813905 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

No fragmento “Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles.” (5º§), o termo destacado exprime circunstância de:
Alternativas
Q1813904 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

“O sujeito é um termo essencial da oração sobre o qual se faz uma declaração e pode ser classificado em vários tipos, de acordo com o núcleo que apresenta.” Evidencia sujeito oculto:
Alternativas
Q1813903 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Em Quer dizer, as crianças não: as mamães.” (2º§), a expressão destacada tem o mesmo sentido de:
Alternativas
Respostas
901: D
902: C
903: C
904: D
905: A
906: C
907: B
908: B
909: D
910: C
911: C
912: B
913: D
914: B
915: B
916: A
917: A
918: C
919: D
920: A