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Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234272 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Considere o trecho: “É instintivo: em todas as vezes que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo.” (Linhas 3-5)
Sobre a pontuação usada nesse trecho, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1232099 Veterinária
De acordo com o Guia Brasileiro de Boas Práticas para Eutanásia de Animais do Conselho Federal de Medicina Veterinária, o termo eutanásia pode ser considerado como “a indução da cessação da vida animal, por meio de método tecnicamente aceitável e cientificamente comprovado, observando sempre os princípios éticos”. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir e identifique a(s) correta(s) de quando a eutanásia deve ser indicada:
I - O bem-estar do animal estiver comprometido de forma irreversível, sendo um meio de eliminar a dor e/ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser controlados por meio de analgésicos, sedativos ou de outros tratamentos.
II - O animal constituir ameaça à saúde pública.
III - O animal constituir risco à fauna nativa ou ao meio ambiente.
IV - O animal for objeto de ensino ou pesquisa.
V - O tratamento representar custos incompatíveis com a atividade produtiva a que o animal se destina ou com os recursos financeiros do proprietário.
É/estão correto(s):
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1232041 Veterinária
O uso de vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina é uma das principais estratégias de controle e prevenção desta doença parasitária. Considerando-se as condições necessárias para o uso da vacina, assinale a alternativa que contenha o/os procedimento(s) prévio(s) necessário(s) à indicação de seu uso em cães domésticos:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1231963 Veterinária
A sarna demodécica é uma dermatopatia de etiologia parasitária causada pela proliferação excessiva do ácaro Demodex spp. Sobre a infestação por este ácaro, analise as afirmações a seguir e identifique a correta:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPAM Órgão: Prefeitura de Resende - RJ
Q1230232 Veterinária
O gênero Lyssavirus, pertencente à Rhabdoviridae, vem do grego lýssa, que significa “raiva” ou “fúria”. Sobre a raiva, analise as afirmativas:     I. Animais raivosos sempre apresentam a fase excitativa e a fase paralítica.   II. Período de incubação é influenciado pela espécie do hospedeiro, linhagem do vírus, local de introdução do vírus.  III. O Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros tem como estratégia de atuação, a vacinação dos herbívoros domésticos em situações específicas.  IV. São conhecidos dois ciclos infecciosos de importância epidemiológica: a raiva urbana e a raiva silvestre.  
Estão CORRETAS apenas as afirmativas: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COPESE - UFPI Órgão: UFPI
Q1229917 Veterinária
Uma grande variedade de processos pode dar origem a problemas renais nos cães e nos gatos. À medida que a função renal diminui, a capacidade do organismo de equilibrar os fluidos e os eletrólitos fica comprometida. Os sinais clínicos e o reconhecimento da diminuição da função renal só se tornam evidentes quando mais de dois terços da função renal está comprometida. Frente a tais alterações, o débito urinário deve ser monitorado, pois sua redução pode proporcionar graves alterações eletrolíticas e acidobásicas. Frente a isso, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1228640 Noções de Informática
No Microsoft Word 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, a Faixa de Opções é o local onde situam os principais comandos, sendo separados por Guias. Para imprimir um documento, um dos caminhos é clicar no botão Office (localizado no canto superior esquerdo), posicionar o mouse sobre Imprimir; assim, as seguintes opções aparecerão, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: Prefeitura de Sobral - CE
Q1228348 Veterinária
Em relação à Leishmaniose Visceral (LV) uma das ações de vigilância do reservatório canino é o monitoramento através do inquérito sorológico, que poderá ser realizado em todo o município ou em parte dele, dependendo do seu tamanho e da distribuição do vetor. Em municípios classificados como silenciosos e receptivos para a leishmaniose visceral, e que ainda não tenham estimativa de prevalência conhecida, o estabelecimento do número de cães que devem ser examinados em um inquérito sorológico é de
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COPESE - UFPI Órgão: UFPI
Q1224624 Veterinária
Para o preparo de uma solução de NaCl 0,9% de 1L para infusão contínua com lidocaína a 2% sem vasoconstritor que será infundida na dose de 50 microgramas/kg/minuto, com uma taxa de infusão da solução preparada de 1ml/kg/hora, serão necessários o volume de lidocaína de: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COPESE - UFPI Órgão: UFPI
Q1224473 Veterinária
O paciente gravemente enfermo hospitalizado numa UTI veterinária vítima de trauma necessita de monitoração diuturnamente de seus sinais vitais e busca ativa de possíveis complicadores de seu estado clínico. Agir antes que ocorra uma parada cardiorrespiratória com medidas corretivas das alterações que sabidamente promovem uma parada cardiorrespiratória neste cenário é uma das ações mais efetivas. O conjunto de alterações que podem culminar com uma parada cardiorrespiratória iminente em um paciente vítima de trauma são: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Macaparana - PE
Q1221663 Veterinária
Uma das determinações físicas e químicas para caracterização do pescado fresco é a reação negativa de gás sulfídrico e de indol, com exceção dos crustáceos nos quais o limite máximo de indol será de:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Salto do Jacuí - RS
Q1220045 Administração Pública
Analise as assertivas abaixo que trazem proibições ao servidor e assinale PP, para aquelas proibições previstas no Regime Jurídico e NP para aquelas que não estão previstas.     (  ) Ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato.     (  ) Retirar e/ou fornecer cópia xerográfica, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição.     (  ) Entregar-se a atividades político-partidárias nas horas e locais de trabalho.     (  ) Utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.     (  ) Entreter-se durante as horas de trabalho, em palestras, leituras ou outras atividades estranhas ao serviço.     A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1216652 Veterinária
A Portaria do Ministério da Saúde nº 518, de 25/03/2004, estabelece que a água produzida e distribuída para consumo humano deve ser controlada. Segundo esta Portaria, “são micro-organismos procarióticos autotróficos, também denominados como cianofíceas (algas azuis), capazes de ocorrer em qualquer manancial superficial especialmente naqueles com elevados níveis de nutrientes (nitrogênio e fósforo), podendo produzir toxinas com efeitos adversos à saúde”. A afirmativa se refere a:
Alternativas
Q1216651 Veterinária
De acordo com o novo RIISPOA (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal), “são produtos em que o leite, os produtos lácteos ou os constituintes do leite representam mais que 50% do produto final massa/massa, tal como se consome, sempre que os ingredientes não derivados do leite não estejam destinados a substituir total ou parcialmente qualquer dos constituintes do leite”. As informações se referem a:
Alternativas
Q1216650 Veterinária
Sobre psitacose, são consideradas medidas de controle: I. Gerais: educação em saúde para alertar a população sobre os riscos de exposição aos reservatórios; regulamentação da importação, criação e transporte de aves; utilização de antibioticoterapia ou quarentena desses animais, quando indicado. Vigilância dos locais de venda de animais, aviários, granjas. As aves suspeitas de fonte de infecção para o homem devem ser avaliadas por veterinário e eliminadas em caso de infecção. II. Específicas: desinfecção concorrente de todas as secreções. Limpeza terminal. III. Eliminação de fontes de infecção: locais com aves domésticas infectadas; eliminá-las ou tratá-las e fazer a desinfecção local. IV. Investigação dos contatos: identificar a procedência das aves infectadas. O corpo do animal acometido deve ser submetido à desinfecção antes de ser eliminado. Observar as pessoas expostas à infecção quanto ao desenvolvimento de febre ou outros sintomas. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1216649 Veterinária
Toxi-infecção aguda que, em geral, acomete a pele, sob as formas de lesão bolhosa e pústula maligna, produzida pelo contato com animais (bovino, caprino, equino, dentre outros) que morreram com a mesma doença. As formas viscerais são raras, embora graves, representadas pelos furúnculos pulmonares, gastrintestinais e neuromeníngeo. Marque a alternativa que corresponde a esta descrição.
Alternativas
Q1216648 Veterinária
De acordo com o novo RIISPOA (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal), os ovos da categoria “A” devem apresentar as seguintes características qualitativas, dentre outras:
I. Casca e cutícula de forma normal, lisa, limpa e intacta.
II. Câmara de ar com altura não superior a 6 mm e imóvel.
III. Gema visível à ovoscopia, somente sob a forma de sombra, com contorno aparente, movendo-se, ligeiramente, em caso de rotação do ovo, mas regressando à posição central.
IV. Manchas sanguíneas pequenas e pouco numerosas na clara e na gema.
Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q1216647 Veterinária
Sobre zoonoses, leia o trecho a seguir.
Por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo Plasmodium. Os vetores são mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno; porém, em menor quantidade em algumas horas da noite. Não há transmissão direta da doença de pessoa a pessoa. Raramente pode ocorrer a transmissão por meio de transfusão de sangue contaminado ou do uso compartilhado de seringas contaminadas. Mais rara ainda é a transmissão congênita.
Marque a alternativa que corresponde a tal descrição.
Alternativas
Q1216646 Saúde Pública
Sobre vigilância epidemiológica, leia o trecho a seguir.
Procedimento realizado com vistas ao conhecimento da magnitude de ocorrência do evento, quando se suspeita que casos possam estar ocorrendo sem registro nos serviços de saúde. É mais restrita (domicílio, rua ou bairro) ou ampliada (cidade, municípios, acompanhando correntes migratórias etc), seguindo-se a área geográfica de abrangência da fonte de contágio.
Marque a alternativa que corresponde a tal descrição.
Alternativas
Q1216645 Veterinária
“Doença neuroparalítica grave, de ocorrência súbita, causada pela ação de uma potente toxina que atua nas junções neuromusculares. Apresenta elevada letalidade e deve ser considerada como uma emergência médica e de saúde pública. Para minimizar o risco de morte e sequelas, é essencial que o diagnóstico seja feito rapidamente, e que o tratamento seja instituído precocemente, através das medidas gerais de urgência. Quando causada pela ingestão de alimentos contaminados é considerada como uma doença transmitida por alimento. A notificação de um caso é considerado como surto.” Assinale a alternativa que corresponde a essa descrição.
Alternativas
Respostas
16241: C
16242: A
16243: A
16244: C
16245: D
16246: A
16247: D
16248: A
16249: E
16250: B
16251: D
16252: D
16253: B
16254: D
16255: A
16256: B
16257: D
16258: A
16259: B
16260: A