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Q2198423 Veterinária
De acordo com o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), no Brasil, a responsabilidade de garantir o controle sanitário nos portos, aeroportos e pontos de passagem de fronteira em todo território nacional é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Sobre o tema em questão, é correto afirmar:
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Q2198422 Veterinária
O Programa Nacional de Prevenção e Vigilância da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) fornece metodologias para o correto envio de amostras e diagnóstico em casos de animais suspeitos. Entre os testes recomendados pela Organização Mundial de Saúde Animal, o teste imunoenzimático ELISA é utilizado como triagem para casos suspeitos. Um dos testes confirmatórios para EEB denomina-se
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Q2198421 Veterinária
A epidemiologia tem como objetivo fornecer indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, administração e avaliação das ações de saúde. Entre os indicadores de saúde, aquele que indica o número de novos casos de uma determinada doença ou problema de saúde em um determinado período de tempo em uma mesma população exposta ao risco denomina-se 
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Q2198420 Veterinária
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através da Instrução Normativa nº44, de 23 de agosto de 2001, aprova as Normas Técnicas para o Controle e a Certificação de Núcleos e Estabelecimentos Avícolas para a Micoplasmose Aviária (Mycoplasma gallisepticum, synoviae e melleagridis). A respeito desse assunto, é correto afirmar:
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Q2198419 Veterinária
O Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) dispõe, dentre outros, sobre a inspeção post mortem de suídeos. Sendo assim, esse regulamento determina que as carcaças 
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Q2198417 Veterinária
O Decreto nº 9013, de 29 de março de 2017, regula a Lei nº 7.889, de 23 de novembro de 1989, que dispõe sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. De acordo com o Art. 42 dessa Lei, o estabelecimento de produtos de origem animal deve dispor de
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Q2198416 Veterinária
O Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Portaria nº 46, de 10 de fevereiro de 1998, instituiu o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC, que identifica perigos específicos e medidas preventivas para seu controle, objetivando a segurança do alimento, e contempla para a aplicação, nas indústrias sob SIF, também os aspectos de garantia da qualidade e integridade econômica. Baseia-se na prevenção, eliminação ou redução dos perigos em todas as etapas da cadeia produtiva. A respeito do assunto, é correto afirmar:
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Q2198415 Veterinária
Em uma propriedade, pequenos ruminantes estavam sendo encontrados com quadros de desorientação, depressão, tropeços ao se movimentar e andar em círculos. Alguns morriam com cerca de 3-4 dias após o aparecimento da doença. Identificaram que o agente etiológico da patologia envolvida tratava-se de um cocobacilo, gram positivo, não formador de esporos e móvel. O quadro descrito é caracterizado de
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Q2198414 Veterinária
A Instrução Normativa nº 50, de 24 de setembro de 2013, torna pública a lista de doenças que são de notificação obrigatória ao Serviço Veterinário Oficial composto pelas unidades do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Animal, em atendimento ao art. 5º do Anexo do Decreto no 5.741, de 30 de março de 2006. Sendo assim, uma patologia que requer notificação imediata de qualquer caso suspeito é
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Q2198413 Veterinária
A pitiose é uma enfermidade granulomatosa crônica causada pelo Oomiceto Pythium insidiosum que acomete humanos e animais, principalmente a espécie equina. Com relação ao acometimento dessa patologia nos equinos, 
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Q2198412 Veterinária
O Manual Integrado de Vigilância, Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), disponibilizado pelo Ministério da Saúde, agrupam as DTA’s em algumas categorias a depender do mecanismo patogênico envolvido. De acordo com esse manual, patologias “causadas pela ingestão de microorganismos patogênicos, denominados invasivos, com capacidade de penetrar e invadir tecidos, originando quadro clínico característico” denominam-se 
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Q2198411 Veterinária
Fornecer alimentação após a ordenha é uma prática de manejo utilizada em alguns rebanhos leiteiros. Essa prática está associada, principalmente, a 
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Q2198060 Raciocínio Lógico
Observe abaixo a sequência que se organiza em nove figuras.  Imagem associada para resolução da questão
De acordo com a lógica aplicada na organização das figuras, a interrogação deve ser substituída por:
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Q2198056 Raciocínio Lógico
Se verde é azul, então, azul é vermelho. Se azul é vermelho, então, cinza é preto. Se cinza é preto, então, branco é azul. Ora azul não é branco, logo, 
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Q2198047 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

TEXTO 01 

“Eles não são mais índios...”

A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da 'civilização' sobre suas terras

Por Maria Luiza Santos Soares,
jornalista e mestre em comunicação.

“Eles não são mais índios… eles perderam a sua cultura”. Esta frase recorrente no seio da sociedade brasileira faz parte de uma herança, cuja origem remonta à descoberta do Novo Mundo pelos navegadores portugueses e espanhóis. Desde então, a ideia acerca dos povos indígenas vem sendo construída através de um olhar nostálgico, reservando-lhes um lugar que não cabe no espaço contemporâneo. Este estranhamento, no entanto, foi construído historicamente, desde os primeiros relatos dos colonizadores, passando pelos escritos iluministas de Russeau, Rotherdan e Morus, pela literatura romântica brasileira do século XIX, aos dias de hoje.
Por isso ainda é comum a ironia diante de um indígena utilizando um automóvel do ano, um celular, ou um computador. Esta visão também bebeu na fonte de textos bíblicos, como se os povos ameríndios fossem os verdadeiros habitantes do Éden, mantendo fora da história tudo que estivesse relacionado com eles. Não é por nada que demarcação das terras indígenas atiça setores da elite com o mesmo discurso “muita terra para pouco índio”.
“Que índio é este, vestido com roupas de branco?” É o que dizem muitas pessoas ao encontrarem famílias Kaingang e Guarani vendendo seu artesanato no Brique da Redenção aos domingos em Porto Alegre. De todos os absurdos que podem ser atribuídos a eles, este certamente é o mais cruel. Não são mais índios por quê? Por que perderam sua cultura? Por que não passeiam em trajes típicos neste paraíso tão almejado pelos conquistadores lá nos mil e quinhentos?
E o que significa ser indígena? Ao consideramos que, originariamente, os povos que aqui se desenvolveram estavam intimamente ligados ao meio ambiente, a crueldade aumenta ainda mais. No Rio Grande do Sul, cada etnia vivia em um determinado ecossistema. Enquanto alguns grupos habitavam os campos, Charruas e os Minuanos, os Guarani viviam na Mata Atlântica e os Kaingang, no Planalto Meridional – cada qual dispondo dos recursos naturais à sua volta. Mais de que um bioma em si, não se tratava apenas de uma questão de sustentabilidade material. Existia uma raiz cultural na relação com o espaço que ocupavam. Eles desconheciam a terra como propriedade privada. Seu valor não era o do mercado. Para os povos originários, a terra tem um caráter místico e cosmológico, por isso nenhum lugar é igual a outro. Pela mesma razão, estão reunidos hoje em Brasília no Acampamento Terra Livre. Querem suas terras ancestrais e o direito de continuarem sendo indígenas, preconizado pela Constituição brasileira – Aliás, direito ainda hoje questionado pelas elites conservadoras e seu governo despótico, interessados no que há acima e abaixo das terras indígenas.
A dita “perda da cultura”, portanto, está ligada à invasão de suas terras. Como realizar todos os rituais das diferentes etnias sem os elementos da natureza que deram origem às suas crenças e costumes? Por isso fica difícil entender por que, no Rio Grande do Sul, estado onde prevalecem culturas estrangeiras preservadas até hoje, não se respeita a cultura originária. Talvez, no fundo, seja mesmo uma profunda dificuldade de uns se colocarem no lugar de outros.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss revelou às Nações Unidas, por meio de um discurso proferido em 1959, que “a diversidade deve ser salva”, sugerindo que não se pode mais enxergar o indígena com os olhos dos conquistadores. Ao valorizar somente seu passado, repete-se o mesmo equívoco: o de estacionar nosso imaginário naquele tempo passado, fixado na ideia de preservação de uma cultura, como se ela fosse inexorável. Tudo muda e tudo flui, como bem nos ensinou Heráclito.
Darcy Ribeiro em “O índio e a civilização” (1970) mostrou que a interação dos indígenas com a sociedade brasileira os levou de uma condição de índios-tribais à de índios genéricos. Portanto, não é por nada que o preconceito persiste – há 308 etnias no Brasil atual, sendo que, no Rio Grande do Sul, além dos Guarani e dos Kaingang, ainda estão os remanescentes dos Xoklen e dos Charrua. Segundo ele, o avanço sobre os territórios indígenas era quase impossível frente à discriminação racial e os interesses que estavam em jogo: culturas indígenas diante do desenvolvimento econômico do país.
A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da “civilização” sobre suas terras. Foi por ela que os povos indígenas foram usurpados de seu modo de vida tradicional. Foi por ela que tiveram sua população reduzida por várias décadas, e foi por ela que jamais deixaram de lutar. No entanto, o “eles não são mais índios” persiste no imaginário.
Sedimentada numa gama de saberes que se reproduziram na ação daqueles encarregados de regrar as normas para a colônia, as populações indígenas enfrentaram desde então as diferentes ações de linhagem imperialista: desde as feitorias, passando pelas missões religiosas, aldeamentos, até a tutela, que só deixou de existir, pelo menos na forma da lei, com a Constituição de 1988.
 stir, pelo menos na forma da lei, com a Constituição de 1988. Em 1680, a coroa Portuguesa concede às missões religiosas, principalmente aos jesuítas, a administração dos indígenas, através do Regimento das Missões, onde estava explícito que transformar os índios em cristãos era o mesmo que torná-los vassalos do Rei de Portugal. Embora não constasse no Regimento, o extermínio de grandes populações indígenas foi enorme, bem como sua escravização. Os aldeamentos iniciaram-se com as missões jesuíticas, através da transferência de etnias inteiras sob o pretexto de novas almas para a Igreja.
Em 1755, o Diretório Pombalino, muitas vezes ainda saudado por promover a liberdade dos índios, deu aos povos indígenas o direito de escolherem a quem serviriam. Pombal na verdade estava preocupado com o avanço do poder dos jesuítas sobre as populações nativas, e pretendia ocupar o território. Assim, as aldeias transformaram-se em vilas. Os indígenas não seriam mais convertidos à religião, mas à civilização, à cultura e ao comércio dos brancos.
O Diretório Pombalino previa a miscigenação, através do casamento de homens brancos com mulheres indígenas, proibia a língua geral nas escolas indígenas e incentivava o trabalho e o comércio entre eles. Desta forma, inaugurava-se a retórica da civilização, que vai perdurar até início do século XIX. O termo civilizado vem servindo de desculpa para suas mais perversas ações contra os povos indígenas, e acabou virando sinônimo, inclusive para os indígenas, de homem branco.
Os tempos que sucedem o fim da II Guerra Mundial vão refletir nas ciências sociais buscando respostas contra as atrocidades. Novos horizontes iluminaram a Antropologia Social. Neste contexto, trabalhos dos etnólogos ligados ao Serviço de Proteção ao Índio passarão a ser orientados por estes ares, que em termos mundiais, são determinados pela Convenção 169 da Organização Mundial do Trabalho, da ONU, em 1948. Ela vai pregar a autodeterminação dos povos indígenas, ao decretar que as terras ocupadas por eles devem suprir-lhes o sustento de acordo com sua cultura, formando, ainda que de forma embrionária, uma resistência à fúria desenvolvimentista que invadia as terras novas do Brasil.
As práticas do Serviço de Proteção ao Índio, e mais tarde da Funai que viria a substituí-lo em 1967, porém, não acompanhariam oficialmente a emancipação das comunidades indígenas, tutelando-as legalmente, até a Constituição de 88. Além disso, o Estado brasileiro teve muita dificuldade de implementar políticas públicas fundadas na riqueza cultural destes povos, para se contrapor à ideia desenvolvimentista que não acolhe a diversidade. E o mais cruel ainda é perceber que muitas vezes os setores que negam a indianidade de nossos povos originários são os mesmo que querem plantar soja ou minerar em suas terras. Então, cara pálida, quem não é mais índio?

Adaptado de https://www.brasildefators.com.br/2022/04/18/artigo-eles-nao-sao-mais-indios
Acesso em: 01 abr. 2023.
No jargão jornalístico, o olho é uma frase destacada geralmente pelo editor-chefe, que aparece sob o título ou no conjunto da página. É correto afirmar sobre o trecho:
A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da 'civilização' sobre suas terras


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Q2196433 Geografia
A hidrografia de São Miguel do Oeste/SC tem origem em uma importante bacia da qual são tributários os Rios das Antas, Peperi-Guaçu e das Flores, que banham o município. Qual é esta bacia? 
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Q2196428 Veterinária
Para o controle de contaminação de micotoxinas nos alimentos, o melhor método é:
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Q2196427 Veterinária
Epidemiologia é uma área básica do conhecimento onde:
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Q2196426 Veterinária
A aspergilose é uma doença sistêmica ou localizada, causada por um fungo do gênero Aspergillus. Nos cães, a doença pode apresentar três formas clínicas, são elas:
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Q2196425 Veterinária
Os carrapatos são artrópodes hematófagos e existem em quase todas as regiões zoogeográficas, parasitando várias espécies de hospedeiros como mamíferos, aves, répteis, anfíbios e ocasionalmente podem parasitar o Homem. São reconhecidas mais de 800 espécies distribuídas essencialmente por duas principais famílias, Argasidae e Ixodidae sendo a família Ixodidae a que se reveste de maior importância médica e veterinária. O ciclo de vida de um carrapato compreende:
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Respostas
10901: D
10902: C
10903: D
10904: C
10905: C
10906: A
10907: A
10908: B
10909: A
10910: A
10911: B
10912: A
10913: A
10914: C
10915: A
10916: C
10917: A
10918: A
10919: D
10920: B