Questões de Concurso Comentadas para médico veterinário

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Q3399095 Veterinária
O número de camadas dos componentes teciduais maternos varia com as espécies. Nos ruminantes, logo após a ligação do embrião ao tecido uterino, desenvolve-se um tecido formado no lado materno do placentoma pela fusão de células binucleadas derivadas da trofoectoderma e do endométrio. Conforme a classificação placentária de acordo com o número de camadas materno-fetais na vaca, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3399094 Veterinária
Em relação à cisticercose bovina, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3399093 Veterinária

Considerando-se que o planejamento da anestesia é um dos principais objetivos da avaliação pré-anestésica, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo, CORRETAMENTE:



Esse planejamento pode ser feito por meio de _______ clínica bem detalhada, ____________ hemodinâmica do paciente antes da anestesia e elaboração de uma conduta _______________ mais adequada. Dessa forma, o anestesista se torna capaz de prever intercorrências e de planejar seus tratamentos, caso ocorram.

Alternativas
Q3399092 Biologia

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:



A fertilização marca o início do período embrionário pré-implantação, caracterizado por uma sucessão de divisões celulares mitóticas até a ocorrência da primeira diferenciação celular no estágio de blastocisto e a liberação da zona pelúcida. Imediatamente depois da ___________, inicia-se a clivagem, que é uma série de divisões mitóticas, extremamente rápidas, por meio das quais o zigoto, que tem grande volume citoplasmático, é dividido em numerosas células pequenas.

Alternativas
Q3399091 Veterinária
As notícias mais recentes de diversos focos de disseminação do vírus H5N1 em vários países podem caracterizar um dos piores surtos da gripe aviária já vistos em animais. Sobre essa enfermidade, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

( ) A influenza aviária é uma doença de notificação obrigatória aos órgãos de Defesa Sanitária Animal. O monitoramento, vigilância e diagnóstico no Brasil são supervisionados e de exclusiva competência da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento — MAPA, que possui um Plano de Contingência para influenza aviária.
( ) Em caso de optar pela vacinação das aves, as vacinas com vírus vivos são as mais recomendadas. Em caso de não vacinação, as aves infectadas ou com suspeitas de infecção devem ser encaminhadas para o abate sanitário.
Alternativas
Q3399088 Veterinária
Conforme o Código de Ética do Médico Veterinário, receber desagravo público, quando solicitar ao CRMV, se ofendido no exercício de sua profissão, é um(a): 
Alternativas
Q3399086 Direito Constitucional

De acordo com a Constituição Federal, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:


São _______________ as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais. 

Alternativas
Q3398734 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
No que diz respeito às responsabilidades do servidor, segundo a Lei Municipal nº 669/2022, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

( ) A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada, até o limite do valor da herança recebida.
( ) As sanções civis, penais, e administrativas poderão acumular-se sendo independentes entre si.
( ) A responsabilidade civil ou administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou a sua autoria. 
Alternativas
Q3398733 Direito Constitucional
O termo “república” deriva do latim Res Publica e significa, literalmente, “coisa pública”, isto é, aquilo que diz respeito ao interesse público de todos os cidadãos. Conforme prevê expressamente a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
Alternativas
Q3398731 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
As irregularidades e faltas funcionais serão apuradas em processo regular com direito a plena defesa, fundamentada na Lei Municipal nº 669/2022. Assim, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE: 

___________________, quando não houver dados suficientes para sua determinação ou para apontar o servidor faltoso. 

___________________, quando a gravidade da ação ou omissão torne o servidor passível de demissão, cassação da aposentadoria ou da disponibilidade. 
Alternativas
Q3398729 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná

No que diz respeito às leis e aos atos administrativos, baseando-se na Lei Orgânica do Município, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:



(1) Decreto.


(2) Portaria.



( ) Abertura de créditos adicionais, autorizados por lei.


( ) Abertura de sindicância, processos administrativos e aplicação de penalidades.


( ) Aprovação de planos de trabalho dos órgãos da administração direta.

Alternativas
Q3398718 Português
Marcar C para as palavras escritas Certas, E para as escritas Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Buginganga.
( ) Quenquilharia.
( ) Ninharia.
Alternativas
Q3398716 Português

Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da frase abaixo:



______ moças ______ elegantes, _______ belos vestidos. 

Alternativas
Q3398715 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do trecho “Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.” (2º parágrafo)
Alternativas
Q3398714 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

A frase “Há uma grande quantidade de alimentos cujo valor nutricional é bastante reduzido.” continuará gramaticalmente CORRETA caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Q3398713 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Em “[...] a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro [...]”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na frase: 
Alternativas
Q3398712 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Nos enunciados: “Embora muitos alimentos ultraprocessados [...] possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro [...].” e “Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar [...] ou ricos em gordura, [...].”, o valor semântico dos termos destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q3398711 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Considerando-se as ideias trazidas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) Pesquisas revelam de modo categórico haver uma relação de causa e efeito entre o consumo de alimentos ultraprocessados e males que afetam o cérebro.


( ) Resultados de um estudo que relacionou o consumo substancial de alimentos ultraprocessados e um maior risco de desenvolver ansiedade e depressão foram expostos em uma publicação estrangeira.


( ) Alimentos com alto teor de açúcar ou de gordura são encontrados na natureza, mas, no caso dos ultraprocessados, há acréscimo desses dois componentes em um mesmo alimento, bem como de outros constituintes, como o sal.


( ) De acordo com os resultados de pesquisas apresentados no texto, o risco de desenvolver aumento na capacidade cognitiva e até mesmo o aprimoramento geral das habilidades mentais está ligado ao emprego excessivo de alimentos ultraprocessados. 

Alternativas
Respostas
4681: D
4682: B
4683: A
4684: D
4685: B
4686: C
4687: B
4688: B
4689: D
4690: B
4691: C
4692: C
4693: A
4694: B
4695: A
4696: A
4697: B
4698: C
4699: B
4700: D