Questões de Concurso
Comentadas para médico veterinário
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Observe o trecho a seguir:
Balneário Camboriú terá o maior prédio residencial do mundo
“O maior prédio residencial do mundo será construído em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. O projeto, chamado de Triumph Tower, contará com uma construção de 509 metros de altura e 154 andares. A edificação será localizada no Barra Sul, bairro de luxo da cidade. O empreendimento está previsto para ser lançado no 2º semestre de 2024, mas ainda não há previsão para início das obras [...]”
Fonte: https://www.poder360.com.br/infraestrutura/balneariocamboriu-tera-o-maior-predio-residencial-do-mundo/.
Suponha que um projetista fará uma maquete do Triumph Tower. A maquete terá escala de 1:2000, ou seja, um comprimento de 2000 metros no mundo real terá comprimento de 1 metro na maquete. Com base nas informações do texto, qual será a altura do prédio na maquete?
Qual será a média aritmética ponderada desse estudante?
I. pão de mel
II. uva do monte
III. flor de lis
IV. bomba de chocolate
V. amor de carnaval
as construções subsequentes às palavras “pão”, “uva”, “flor”, “bomba” e “amor” desempenham a função de um(a):
“O atual conflito entre israelenses e palestinos do Hamas remonta à declaração de independência de Israel, um país que desde a sua fundação tem vivido conflitos com os seus vizinhos, principalmente países árabes e muçulmanos. Este é um conflito que nasceu no século passado, mas que está latente há décadas e parece não ter fim à vista”
(https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/como-comecou-o-conflito-entre-israel-e-palestinos/).
Quando foi assinada a Declaração de Independência de Israel?
Analise e assinale a classificação correta da oração abaixo:
“Gritava tanto que até ficou sem voz.”
Analise:
“Li o Drummond ontem.”
Assinale a opção que apresenta a figura de linguagem presente na citação acima:
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade e responda a questão:
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
(https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/)
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade e responda a questão:
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio — e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
(https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/)