Questões de Concurso Comentadas para agente de trânsito

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Q4049687 Legislação de Trânsito

Leia o texto e assinale a alternativa CORRETA.



De acordo com a Resolução CONTRAN Nº 811/2020, a Integração ao Sistema Nacional de Trânsito - SNT, pode ocorrer de forma direta ou mediante consórcio, ou ainda por meio da própria prefeitura municipal, porém, devem dispor de estrutura organizacional e capacidade para o exercício das atividades e competências legais que lhe são próprias, sendo estas, no mínimo, de:

Alternativas
Q4049686 Legislação de Trânsito

Leia o texto e assinale a alternativa CORRETA.



De acordo com a Resolução CONTRAN Nº 471/13, a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota por meio de sistemas de videomonitoramento poderão autuar condutores e veículos cujas infrações por descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas:

Alternativas
Q4049685 Legislação de Trânsito
Com relação ao uso de capacete motociclístico e da viseira pelo condutor de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, de acordo com o CTB e a Resolução CONTRAN Nº 453/13, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4049684 Legislação de Trânsito

Leia o texto e analise os itens abaixo:



Devido às vantagens proporcionadas pelo uso da bicicleta, com relação ao meio ambiente, à mobilidade e à economia de combustível, o uso deste tipo de veículo aumentou consideravelmente nas cidades brasileiras e o seu transporte em outros tipos de veículos é previsto na Resolução CONTRAN Nº 349/10. Dentre outras formas previstas, a bicicleta deverá estar acondicionada e afixada de modo que:



I- não atrapalhe a visibilidade à frente do condutor nem comprometa a estabilidade ou condução do veículo.


II- não provoque ruído nem poeira.


III- não exceda a largura máxima do veículo.


IV- não se sobressaia ou se projete além do veículo pela frente.



Assinale a alternativa com os itens CORRETOS: 

Alternativas
Q4049683 Legislação de Trânsito

Assinale a alternativa que apresenta a definição de Direção Defensiva, de acordo com o Manual de Direção Defensiva do DENATRAN.

Alternativas
Q4049682 Legislação de Trânsito

De acordo com o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – MBFT (Volume I), quando a configuração de uma infração depender da existência de sinalização específica, esta deverá se revelar suficiente e corretamente implantada de forma legível e visível. Caso ocorra uma situação em que a sinalização vertical esteja em desacordo com a sinalização horizontal, gerando um conflito, assinale a alternativa que apresenta qual atitude deve ser tomada pelo agente da autoridade de trânsito, no caso de ele estar realizando a fiscalização de um veículo no local e tenha conhecimento que AIT significa o Auto de Infração de Trânsito. 

Alternativas
Q4049679 Legislação de Trânsito
O uso de luzes em veículos obedece às determinações do artigo 40 do CTB; dentre as quais, encontramos as seguintes: Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4049677 Legislação de Trânsito

Verifique os itens abaixo e assinale a alternativa que apresenta, dentre outras, as competências dos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição.



I- Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário.


II- Executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso de vagas reservadas em estacionamentos.


III- Aplicar a penalidade de suspensão do direito de dirigir, quando prevista de forma específica para a infração cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao órgão máximo executivo de trânsito da União.


IV- Fiscalizar o uso do solo público, quando da instalação de áreas de estacionamento privado ou de empreendimentos privados que se tornem polos atrativos de trânsito.



Assinale a alternativa que apresenta os itens CORRETOS:

Alternativas
Q4049676 Legislação de Trânsito

Verifique os itens abaixo e assinale a alternativa que apresenta, dentre outros, órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito – SNT:



I- CONTRAN.


II- CETRAN.


III- Órgãos e entidades executivos de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.


IV- JARI.



Assinale a alternativa que apresenta os itens CORRETOS: 

Alternativas
Q4049675 Legislação de Trânsito
Os conceitos e definições estabelecidos no CTB estão previstos no Anexo I do próprio Código. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta a definição de Agente da Autoridade de Trânsito.
Alternativas
Q4049674 Legislação de Trânsito
O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito – SNT. Cabe a estas, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito. O Código de Trânsito Brasileiro – CTB estabelece uma série de infrações de trânsito que trazem penalidades a serem aplicadas aos condutores infratores, buscando tornar o trânsito mais seguro para todos. Dentre as infrações abaixo apresentadas, assinale aquela que tem como penalidade a suspensão do direito de dirigir, além da multa.
Alternativas
Q4046132 Noções de Informática
Os recursos da Computação em Nuvem têm se tornado cada vez mais utilizados no mundo moderno. Em relação à Computação em Nuvem, selecione a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4046131 Noções de Informática
Os softwares processadores e editores de texto representam ferramentas bastante utilizadas em diversas áreas, a destacar o Microsoft Word 2016. Em relação a esse software, selecione a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4046130 Redes de Computadores

Em sistemas de transmissão de dados, para minimizar falhas, ruídos, dentre outros, que podem alterar a informação transmitida, são utilizadas técnicas para detecção de erros e até mesmo mecanismos para correção de erros. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta técnicas que realizam APENAS a detecção de erros de transmissão:

Alternativas
Q4046127 Arquitetura de Computadores
Hardware é a parte física do computador, ou seja, o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam por meio de barramentos. Com relação ao hardware, pode-se assinalar como CORRETO qual das afirmações a seguir? 
Alternativas
Q4046126 Redes de Computadores
As LAN (do inglês, Local Area Network) são redes que foram desenvolvidas a partir de meados da década de 1970. Uma LAN corresponde a uma rede que possui uma “cobertura limitada” quanto à extensão geográfica em que pode atuar. Sobre LAN, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4046124 Noções de Informática

Um computador é composto por diversos dispositivos, que podem ser divididos em dispositivos de entrada e saída (periféricos), de processamento e de armazenamento. Com relação aos tipos de armazenamento, avalie as afirmações a seguir:



I- O HD (do inglês, Hard Disk/Disco Rígido) é um dispositivo de armazenamento secundário.


II- SSD (do inglês, Solid-State Drive) é um tipo de unidade de armazenamento, um dispositivo com a mesma função do HD; porém, não consegue tornar as funções de leituras e escritas mais velozes em relação ao HD.


III- A capacidade de armazenamento de uma memória é medida em bytes (ou bits).


IV- HD, SSD, pen drives e cartões de memória, se enquadram em dispositivos de armazenamentos não voláteis.



Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4046123 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

Retome a leitura dos textos 1 e 2. Apartir das discussões levantadas por seus autores, pode-se que afirmar que: 
Alternativas
Q4046122 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

O texto em questão se constrói a partir do canal de comunicação que liga o emissor da mensagem ao receptor. Por se tratar de um diálogo, centra-se nos mecanismos conversacionais. Com base nisto, pode-se afirmar que, neste contexto, predomina o uso de qual função da linguagem?
Alternativas
Q4046120 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

Para construir sua crítica a “esse ideal mercantilizado de ancestralidade”, ao qual GG Albuquerque se refere, a compositora Linn da Quebrada, no verso citado pelo jornalista, lança mão de um recurso linguístico que, pela combinação do final de uma palavra com o início da seguinte pode-se perceber, pelo menos foneticamente, uma terceira palavra. Isso acontece em:
Alternativas
Respostas
2941: D
2942: B
2943: E
2944: C
2945: E
2946: B
2947: A
2948: B
2949: A
2950: A
2951: E
2952: E
2953: A
2954: D
2955: A
2956: C
2957: C
2958: C
2959: A
2960: C