Questões de Concurso Comentadas para tradutor intérprete de libras

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Q1241647 Libras
“A língua de sinais brasileira, assim como ou as ínguas d sinais, é basicamente produzida pelas mãos, embora movimentos do corpo e da face também desempenham funções” (Quadros & Karnopp, 2004, p 51) F n ao apresentado pelas autoras, assinale a alternativa que identifica os parâmetros fonológicos da Língua Brasileira de Sinais:
Alternativas
Q1241646 Libras
Karnopp e Quadros (2004) sua obra “Língua de Sinais Brasiliera – Estudos linguísticos”, na página 21 apresenta o conceito de semântica. Assinale abaixo o conceito utilizado pelas autoras:
Alternativas
Q1241645 Libras
“O caso ais óbvio de arbitrariedade da língua diz respeito à relação entre forma e significado. As palavras e os sinais apresentam uma conexão arbitraria entre forma e significado, visto que, dada a forma, é impossível prever o significado, e dado o significado, é impossível prever a forma ” (Quadros & Karnopp, 2004, p 26) Com base no conceito apresentado pelas autoras, assinale a alternativa que corresponde ao conceito de arbitrariedade:
Alternativas
Q1241644 Libras
“Todas as crianças surdas podem adquirir a íngua de sinais, desde que participem das interações cotidianas com a comunidade surda(...)” (Skliar, 2012, p 27) Com base na afirmativa apresentada pelo autor, qual o conceito de língua natural utilizado na referida obra?
Alternativas
Q1241643 Libras
O Decreto 5.626/05 que regulamenta a Lei 10.436, em seu artigo 17 afirma que a formação do tradutor/intérprete de Libras deve efetivar-se por meio de curso superior de Tradução e interpretação, com habilitação em Libras - Língua Portuguesa. O artigo 18 NÃO afirma que nos próximos dez anos da publicação do decreto, a formação dos intérpretes em nível médio seria por:
I - cursos de educação profissional. II - cursos de extensão universitária. III - cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por secretarias de educação. IV - exame Nacional de Proficiência em tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa e Língua Inglesa.
Estão corretas:
Alternativas
Q1241642 Libras
“Fonologia é compreendida como a parte da ciência linguística que analisa as unidades mínimas sem significado de uma língua e a sua organização interna. Quer dizer, em qualquer língua falada, a fonologia é organizada baseada em um número restringido de sons que podem ser combinados em sucessões para formar uma unidade maior, ou seja, a palavra.” (Quad os, 2004, p 20) Nas línguas de sinais, qual seria a opção que apresenta o equivalente apresentado sobre as línguas faladas?
Alternativas
Q1241641 Libras
Segundo a Lei 13.319/2010, que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, em seu artigo 7º dispõe sobre os valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana, à cultura do surdo e, em especial:
I - pela honestidade e discrição, protegendo o direito de sigilo da informação recebida; pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero; pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que lhe couber traduzir. II – pela sua própria integridade, em que os valores éticos profissionais não se sobrepõem a sua ética pessoal, podendo assim negar-se a interpretar contextos em que sua religião ou valores pessoais não o permitam. III – pela valorização da categoria profissional dos tradutores/intérprete de Libras, podendo compartilhar experiências com informações pessoais dos envolvidos no intuito de informar e orientar outros profissionais. IV - pela postura e conduta adequadas aos ambientes que frequentar por causa do exercício profissional; pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem. V - pelo conhecimento das especificidades da comunidade surda.
Estão corretas:
Alternativas
Q1241640 Libras
Segundo Quadros (2004) qual das alternativas abaixo representa um par mínimo:
Alternativas
Q1241639 Libras
Segundo a Lei 12.319/2010, que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, em seu artigo 6º dispõe sobre as atribuições do tradutor/intérprete no exercício de suas competências, sendo elas:
I - efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa. II - interpretar, em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa e Língua Inglesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares. III - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos. IV - atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; e prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
Estão corretas:
Alternativas
Q1241638 Libras
“O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. (...) Assim, ética deve estar na essência desse profissional” (Quadros, 2004, p.31). Com base nos estudos de Quadros (2004), como e quando foi descrito o código de ética, que é parte integrante do regimento interno do departamento regional de intérpretes (FENEIS)?
Alternativas
Q1241637 Libras
Segundo Quadros (2004), o que é tradução?
Alternativas
Q1241636 Libras
A Lei 10.436/2002, que dispõe sobre a língua brasileira de sinais, define esta língua como meio legal de comunicação e expressão, com as seguintes características:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Araçatuba - SP
Q1227486 Português
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio¹ jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
¹. imbróglio: confusão.
No segundo parágrafo, os trechos – com uma ponta de razão – e – também com fumaça de bom direito – estão empregados em sentido
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Araçatuba - SP
Q1223113 Português
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio¹ jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais  não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
¹. imbróglio: confusão.
Segundo o autor do texto, o EaD
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Araçatuba - SP
Q1193747 Português
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio¹ jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
¹. imbróglio: confusão.
Assinale a alternativa em que as duas expressões destacadas nos trechos do texto apresentem a mesma circunstância adverbial.
Alternativas
Q1159046 Libras
A Lei n. 12.319/2010 reconhece o exercício da profissão dos Intérpretes de Libras no Brasil. O decreto n. 5.626/2005 regulamenta a Lei n. 10.436/2002 ao dispor sobre o ensino, a formação e a difusão da Libras. Quanto à formação dos Intérpretes de Libras, qual é a discrepância que há entre a Lei n. 12.319/2010 e o Decreto n. 5.626/2005?
Alternativas
Q1159045 Libras
A análise de traduções indica que, ao transpor um texto para outro, requer-se que o profissional realize escolhas e decisões sobre estratégias utilizadas para o percurso do texto fonte para o texto alvo. Francis Albert (1998) identificou treze estratégias, as quais ele denomina modalidades. Na modalidade decalque, o intérprete realiza
Alternativas
Q1159044 Libras
O intérprete de libras educacional precisa conhecer a história da educação de surdos para situar sua prática e avaliar como suas decisões interpretativas afetam o modelo de educação estabelecido na instituição de trabalho. As teorias educacionais para o ensino de surdos em ordem cronológica são:
Alternativas
Q1159043 Libras
Fernandes (2007) diz que no processo de avaliação educacional de alunos surdos destaca-se a necessidade de uma avaliação alternativa que considere os aspectos da gramática de Libras e sua influência na aprendizagem da língua portuguesa escrita. Neste momento, o intérprete de libras
Alternativas
Q1159042 Libras
O espaço de sinalização é um dos aspectos contrastivos entre línguas de sinais e línguas orais. Segundo Liddell (2008), há três tipos de espaço de sinalização em relação ao uso de referentes, os quais são:
Alternativas
Respostas
1781: D
1782: C
1783: B
1784: A
1785: A
1786: E
1787: C
1788: B
1789: E
1790: D
1791: A
1792: C
1793: A
1794: C
1795: C
1796: A
1797: C
1798: C
1799: B
1800: D