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Gdansk, Polônia
Gdansk é uma cidade histórica da Polônia, com grande importância para o país, integrando o núcleo das Três Cidades, com Sopot e Gdynia, que juntas possuem mais de um milhão de habitantes. Suas principais atividades econômicas são a indústria (naval, química e petroquímica), as finanças, os serviços e o turismo.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da cidade custa cerca de € 497 (quatrocentos e noventa e sete euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento, arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m² custam € 167 (cento e sessenta e sete euros) e uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de € 806 (oitocentos e seis euros).
O custo de vida em Gdansk é considerado muito baixo, e a qualidade de vida na cidade é elevada, com serviços de segurança eficientes e poder de compra moderado.
Estão entre as principais vantagens em viver nesta cidade o baixo custo de vida, a segurança elevada e as muitas alternativas para quem quer estudar na cidade. As desvantagens englobam a língua complexa, o clima de extremos e os alimentos poloneses, que grande parte dos brasileiros não admira tanto.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
Leia o texto 'Gdansk, Polônia' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Em Gdansk, o aluguel de um apartamento de um quarto no centro da cidade custa cerca de € 497 (quatrocentos e noventa e sete euros), de acordo com as informações do texto.
II. De acordo com o texto, Gdansk possui serviços de segurança eficientes e poder de compra moderado.
Marque a alternativa CORRETA:
Hannah Arendt (Documentário)
O documentário “Hannah Arendt” mostra a vida da jornalista e professora assim que ela pisa em solo americano, fugida de um regime que se mostrava cada vez mais intolerante para com os judeus. Depois, já em 1961, teve início o julgamento de um dos carrascos nazistas, Adolf Eichmann; Hannah estava presente, na qualidade de repórter da revista The New Yorker. De acordo com seu depoimento, ele estava apenas cumprindo ordens superiores, o que não lhe conferia culpa alguma. Até hoje, utilizar o recurso de que se está cumprindo ordens é adotado até mesmo por agentes torturadores de ditaduras latino-americanas.
[...] Para Hannah, nem todos que praticaram os crimes de guerra eram monstros; os nazistas tinham vidas bastante comuns e não viam seus atos como um crime em si, apenas como parte de um processo maior. Hannah também relatou o envolvimento de alguns judeus que ajudaram na matança dos seus iguais, o que lhe rendeu críticas muito contundentes.
Mas o episódio de Eichmann e a sua sincera negação de culpa mostra exatamente o conceito de “banalidade do mal” desenvolvido por Hannah, base do seu pensamento sobre sistemas totalitaristas, nos quais não existe o espaço para contestação, sufocado através de um ataque à pluralidade de ideias. E é justamente esta pluralidade que nos torna indivíduos, senhores de nosso próprio destino. Ou seja, cidadãos por excelência. O Estado não pode nunca ser forte demais a ponto de não permitir aos cidadãos a possibilidade de fazer escolhas individuais. E responder por elas civil e criminalmente, como adultos conscientes das consequências de suas livre-escolhas.
O próprio conceito de cidadania que Hannah Arendt tinha é muito moderno. Para ela, a recuperação da cidadania no mundo moderno depende da criação de inúmeros espaços em que os indivíduos podem revelar suas identidades e estabelecer relações de reciprocidade e solidariedade. E mais, a cidadania também depende da correta distinção entre interesses públicos e privados. Algo que está em falta no mundo de hoje, especialmente no Brasil.
(Adaptado. MARANHÃO, J. Hannah Arendt e as origens do
totalitarismo. Disponível em: https://bit.ly/34hQrDh. Acesso
em: mar 2020.)
Leia o texto 'Hannah Arendt (Documentário)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto informa que Hannah Arendt, devido ao episódio em que Eichmann nega a culpa por seus atos, denunciou o envolvimento de muitos líderes judeus que ajudaram na matança dos seus iguais.
II. A ideia de “cidadão por excelência”, defendida por Arendt, segundo o texto, reside no fato de, em meio à pluralidade de ideias, os indivíduos terem a possibilidade de realizar suas próprias escolhas e responderem por elas civil e criminalmente, como adultos conscientes das consequências.
Marque a alternativa CORRETA:
Hannah Arendt (Documentário)
O documentário “Hannah Arendt” mostra a vida da jornalista e professora assim que ela pisa em solo americano, fugida de um regime que se mostrava cada vez mais intolerante para com os judeus. Depois, já em 1961, teve início o julgamento de um dos carrascos nazistas, Adolf Eichmann; Hannah estava presente, na qualidade de repórter da revista The New Yorker. De acordo com seu depoimento, ele estava apenas cumprindo ordens superiores, o que não lhe conferia culpa alguma. Até hoje, utilizar o recurso de que se está cumprindo ordens é adotado até mesmo por agentes torturadores de ditaduras latino-americanas.
[...] Para Hannah, nem todos que praticaram os crimes de guerra eram monstros; os nazistas tinham vidas bastante comuns e não viam seus atos como um crime em si, apenas como parte de um processo maior. Hannah também relatou o envolvimento de alguns judeus que ajudaram na matança dos seus iguais, o que lhe rendeu críticas muito contundentes.
Mas o episódio de Eichmann e a sua sincera negação de culpa mostra exatamente o conceito de “banalidade do mal” desenvolvido por Hannah, base do seu pensamento sobre sistemas totalitaristas, nos quais não existe o espaço para contestação, sufocado através de um ataque à pluralidade de ideias. E é justamente esta pluralidade que nos torna indivíduos, senhores de nosso próprio destino. Ou seja, cidadãos por excelência. O Estado não pode nunca ser forte demais a ponto de não permitir aos cidadãos a possibilidade de fazer escolhas individuais. E responder por elas civil e criminalmente, como adultos conscientes das consequências de suas livre-escolhas.
O próprio conceito de cidadania que Hannah Arendt tinha é muito moderno. Para ela, a recuperação da cidadania no mundo moderno depende da criação de inúmeros espaços em que os indivíduos podem revelar suas identidades e estabelecer relações de reciprocidade e solidariedade. E mais, a cidadania também depende da correta distinção entre interesses públicos e privados. Algo que está em falta no mundo de hoje, especialmente no Brasil.
(Adaptado. MARANHÃO, J. Hannah Arendt e as origens do
totalitarismo. Disponível em: https://bit.ly/34hQrDh. Acesso
em: mar 2020.)
Leia o texto 'Hannah Arendt (Documentário)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Segundo o texto, Hannah Arendt acreditava que nem todos os criminosos de guerra eram monstros, já que eles se enxergavam como componentes de um processo maior.
II. Como sugere o texto, para Arendt, a cidadania por excelência está ligada ao distanciamento do Estado. Por isso, a cidadania prescinde da correta distinção entre interesses públicos e privados.
Marque a alternativa CORRETA:
Hannah Arendt (Documentário)
O documentário “Hannah Arendt” mostra a vida da jornalista e professora assim que ela pisa em solo americano, fugida de um regime que se mostrava cada vez mais intolerante para com os judeus. Depois, já em 1961, teve início o julgamento de um dos carrascos nazistas, Adolf Eichmann; Hannah estava presente, na qualidade de repórter da revista The New Yorker. De acordo com seu depoimento, ele estava apenas cumprindo ordens superiores, o que não lhe conferia culpa alguma. Até hoje, utilizar o recurso de que se está cumprindo ordens é adotado até mesmo por agentes torturadores de ditaduras latino-americanas.
[...] Para Hannah, nem todos que praticaram os crimes de guerra eram monstros; os nazistas tinham vidas bastante comuns e não viam seus atos como um crime em si, apenas como parte de um processo maior. Hannah também relatou o envolvimento de alguns judeus que ajudaram na matança dos seus iguais, o que lhe rendeu críticas muito contundentes.
Mas o episódio de Eichmann e a sua sincera negação de culpa mostra exatamente o conceito de “banalidade do mal” desenvolvido por Hannah, base do seu pensamento sobre sistemas totalitaristas, nos quais não existe o espaço para contestação, sufocado através de um ataque à pluralidade de ideias. E é justamente esta pluralidade que nos torna indivíduos, senhores de nosso próprio destino. Ou seja, cidadãos por excelência. O Estado não pode nunca ser forte demais a ponto de não permitir aos cidadãos a possibilidade de fazer escolhas individuais. E responder por elas civil e criminalmente, como adultos conscientes das consequências de suas livre-escolhas.
O próprio conceito de cidadania que Hannah Arendt tinha é muito moderno. Para ela, a recuperação da cidadania no mundo moderno depende da criação de inúmeros espaços em que os indivíduos podem revelar suas identidades e estabelecer relações de reciprocidade e solidariedade. E mais, a cidadania também depende da correta distinção entre interesses públicos e privados. Algo que está em falta no mundo de hoje, especialmente no Brasil.
(Adaptado. MARANHÃO, J. Hannah Arendt e as origens do
totalitarismo. Disponível em: https://bit.ly/34hQrDh. Acesso
em: mar 2020.)
Leia o texto 'Hannah Arendt (Documentário)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Como pontua o texto, o que torna os indivíduos “cidadãos por excelência” é a capacidade de controlar o próprio destino, a partir das escolhas individuais. Isto é, sem ter o Estado como regulador das obrigações civis.
II. De acordo com o texto, Hannah Arendt criou o seu conceito de “banalidade do mal”, sobre sistemas totalitaristas, a partir do interrogatório do nazista Adolf Eichmann, após o ano de 1961.
Marque a alternativa CORRETA:
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto leva o leitor a concluir que há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”, consciente ou inconscientemente.
II. O texto leva o leitor a inferir que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Marque a alternativa CORRETA:
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto leva o leitor a entender que existem surdos que não gostam de ser identificados dessa forma, como há os que não se opõem a essa nomenclatura.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, por não conseguir vocalizar, um surdo não consegue utilizar a língua de sinais e não consegue expressar seus pensamentos de outras formas.
Marque a alternativa CORRETA:
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações nas quais eles são vistos como doentes e/ou deficientes, conforme sugere o texto.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que as comunidades de surdos de todo o país, até o momento, não conseguiram criar quaisquer elementos culturais ou linguísticos próprios.
Marque a alternativa CORRETA:
or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto sugere que há pessoas surdas que utilizam os termos “deficiente auditivo” ou “D.A.”, por exemplo, apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
II. O texto procura destacar que a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos.
Marque a alternativa CORRETA:
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.
Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.
Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .
Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
I. A ideia principal do texto é a de que a população de surdos e a população de mudos são desprovidas de uma cultura própria, uma linguagem própria ou mesmo de meios particulares de se comunicar.
II. O texto leva o leitor a inferir que, quando a surdez é vista como um problema, os surdos se tornam desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.
Marque a alternativa CORRETA:
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.
Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.
Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .
Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
I. O texto leva o leitor a entender que a diferença entre a população surda e a população muda e os demais indivíduos se localiza no corpo, no ouvido, na audição, no cérebro, na patologia, não caracterizando uma diferença política ou mesmo cultural.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que as formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir e de dizer da população surda e da população muda têm sido amplamente valorizadas e acolhidas na sociedade em geral ao longo da história.
Marque a alternativa CORRETA:
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.
Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.
Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .
Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
I. O texto apresenta uma perspectiva em que a surdez e a mudez são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, vista como castigo e punição.
II. O texto sugere que a sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças.
Marque a alternativa CORRETA:
Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. As informações presentes no texto permitem inferir que, nas instituições correcionais e em outras entidades destinadas a lidar com jovens infratores, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outros casos, é simplesmente ignorado.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que, nas escolas em tempo integral, os alunos vêm realizando atividades e interagindo com colegas e professores, de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
Marque a alternativa CORRETA:
Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. O texto sugere que, para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente na promoção dos direitos das crianças aos serviços de saúde, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola.
II. O texto leva o leitor a concluir que a postura de muitos profissionais da educação que buscam a valorização sociocultural das crianças e adolescentes mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens
Marque a alternativa CORRETA:
Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. Após a análise do texto, é possível inferir que apenas a atuação das escolas é capaz de solucionar e impedir o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em quaisquer meios sociais.
II. O texto procura destacar que é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, dispensando, assim, a família do dever de estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Marque a alternativa CORRETA:
Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. Com o trabalho conjunto entre o estado, a família e a escola, é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, conforme sugere o texto.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, para que os direitos dos mais jovens sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras, melhorar as condições salariais dos profissionais da educação e viabilizar estratégias pedagógicas voltadas para a valorização do esporte.
Marque a alternativa CORRETA:
Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. Após a análise do texto, é possível concluir que ainda é possível identificar situações precárias em relação aos direitos dos adolescentes que se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com jovens infratores.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que, no Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos de práticas inclusivas e acolhedoras nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. De acordo com as informações apresentadas pelo autor do texto, um ponto em comum entre Piaget e Paulo Freire é que, para ambos os estudiosos, ensinar é a melhor forma de intervenção na sociedade, pois apenas a educação técnica é capaz de formar um cidadão socialmente atuante.
II. Paulo Freire afirma que o professor deve perceber que sua prática não é neutra, de acordo com as informações apresentadas pelo autor do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. A teoria pedagógica de Paulo Freire determina que a busca por conhecimento teórico é a forma mais eficiente de tornar o professor capaz de ampliar a sua capacidade de atuação no ambiente escolar, afirma o texto.
II. Para Paulo Freire, o educador deve reduzir a sua prática docente ao puro ensino dos conteúdos baseados em evidências científicas, evitando, assim, que os alunos tenham dúvidas ou questionamentos, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. Na perspectiva de Paulo Freire, o professor deve assumir uma atitude neutra enquanto estiver no ambiente escolar, dispensando qualquer posicionamento de caráter político ou ideológico, afirma o texto.
II. O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. O objeto de estudo da didática envolve a interiorização de uma concepção de ensino em que as diferentes maneiras de ensinar e de aprender sejam conflitantes e, assim, possam contribuir para a formação de uma mentalidade pouco crítica nos alunos, afirma o autor.
II. O professor e o estudante, no contexto do aprendizado e do ensino, devem utilizar exclusivamente os métodos mais ortodoxos na construção do seu próprio saber, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA: