Questões de Concurso Comentadas para tradutor intérprete de libras

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Q2606725 Libras
Considerando a diversidade de metodologias na Educação de Surdos, há um destaque para o papel da interpretação e tradução na construção de uma comunicação inclusiva. Nesse contexto, como as identidades surdas podem influenciar as escolhas de interpretação e tradução?
Alternativas
Q2606724 Libras
Como as demandas sociais e legais ampliam as modalidades e estratégias de interpretação e tradução na atuação do Tradutor Intérprete de Libras/Português (TILSP)?
Alternativas
Q2606723 Libras
Como condutores de sua história, os surdos passam a adentrar nas mais diversas instâncias sociais e nos mais variados campos de conhecimento como agentes de produção e não mais, somente, como sujeitos alvo de estudo. A partir desse movimento inclusivo e de participação social, surge a necessidade de profissionais que façam a tradução/interpretação dos discursos produzidos em língua de sinais e em línguas orais. Tendo isso em vista, qual é a consequência do movimento inclusivo e participativo da comunidade surda nas diversas esferas sociais?
Alternativas
Q2606722 Libras

Leia o texto a seguir.


No decorrer da história, a comunidade surda deixou de ser reconhecida enquanto minoria linguística e social, tendo a surdez não como traço constitutivo de sua subjetividade, mas como uma deficiência. Porém, atualmente, essa comunidade tem tomado o fio de sua história, deixando de ser falada, somente, para se tornar falante em sua língua, narrando-se como sujeitos autônomos na linguagem e capazes de ser e fazer, significar e produzir significados.


MOURA, 2000; Strobel 2008.


Considerando o contexto histórico da comunidade surda, como a concepção da surdez evoluiu ao longo do tempo?

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Q2606721 Libras

Leia o texto a seguir.


"Decalque. Uma palavra ou expressão emprestada da língua-fonte, mas que (i) foi submetida a certas adaptações gráficas e/ou morfológicas para conformar-se às convenções da língua-fonte e (ii) não se encontra registrada nos principais dicionários recentes da língua-fonte, como corporativo no sentido de societário, empresarial."

AUBERT, F., 1998, p.8.


Qual é a característica essencial do decalque na tradução?



Alternativas
Q2606720 Libras
Leia o texto a seguir.
A tradução é, à evidência, algo que se faz com textos e com discursos. E, por fim, a tradução é algo que se expressa em orações, sintagmas e palavras. Constitui o propósito deste trabalho defender a ideia de que, a despeito da relevância, para não dizer da urgência de se empreenderem investigações adequadas em todas as questões textuais e extratextuais referentes à linguagem em geral e à tradução em particular, ainda há escopo mais do que suficiente para justificar uma observação mais detalhada dos mecanismos linguísticos frásticos e subfrásticos que se manifestam em todo e qualquer ato tradutório.
Disponível em: <https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7507470/mod_resource/content/4/%2 81.1%29%20AUBERT%2C%20F.%20H.%20Modalidades%20de%20traduc%C C%A7a%CC%83o%20-%20Teoria%20e%20resultados.pdf>. Acesso em: 3 mar. 2024.

De acordo com as modalidades de tradução apresentadas por Francis Henrik Aubert, qual modalidade deve ser aplicada quando um segmento textual do texto-fonte é reproduzido no texto-meta com ou sem marcadores específicos de empréstimo?
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Q2606719 Libras
Leia o texto a seguir.
A competência tradutória trabalha diretamente na “subcompetência bilíngue”, no que diz respeito ao conhecimento necessário para a comunicação entre duas línguas. Todo tradutor e intérprete adquire essa competência ao longo da formação e durante toda a atuação profissional. É importante destacar que essa competência tradutória e interpretativa também engloba conhecimentos pragmáticos, sociolinguísticos, textuais e gramaticais.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/2175- 7968.2015v35nesp2p236>. Acesso em: 3 mar. 2024.

As teorias subjacentes à prática dos Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais (TILS) versam pela
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Q2606718 Libras
Leia o texto a seguir.
Quem é intérprete da língua de sinais? É o profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete. No Brasil, o intérprete deve dominar a língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Ele também pode dominar outras línguas, como o inglês, o espanhol, a língua de sinais americana e fazer a interpretação para a língua brasileira de sinais ou vice-versa (por exemplo, conferências internacionais). Além do domínio das línguas envolvidas no processo de tradução e interpretação, o profissional precisa ter qualificação específica para atuar como tal. Isso significa ter domínio dos processos, dos modelos, das estratégias e técnicas de tradução e interpretação. O profissional intérprete também deve ter formação específica na área de sua atuação (por exemplo, a área da educação). 
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf, p.25>. Acesso em: 26 mar. 2024.

Qual o papel do intérprete na área da educação?

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Q2606717 Libras
O intérprete tem a incumbência de realizar uma interpretação precisa e, com máxima destreza, comunicar o pensamento, a intenção e o espírito do orador. Cabe a ele observar atentamente os limites inerentes à sua função, abstendo-se de ultrapassar as fronteiras de sua responsabilidade. Qual é a responsabilidade ética do intérprete durante a interpretação, de acordo com o Código de ética, que é parte integrante do Regimento Interno do Departamento Nacional de Intérpretes (FENEIS)? 
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Q2606716 Libras
O Decreto Federal nº 5.626/2005 regula a Lei nº 10.436/2002 e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000. Esse decreto trata da inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda. Além disso, estabelece a necessidade de garantir a acessibilidade e promover a inclusão social das pessoas surdas. Como o Decreto Federal nº 5.626/2005 contribui para a inclusão social das pessoas surdas? 
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Q2606715 Libras
Dentre as atribuições do tradutor e intérprete, conforme estabelecido na Lei nº 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor, intérprete e guia-intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), está
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Q2606714 Libras
Qual é o requisito necessário para o exercício da profissão de tradutor, intérprete e guia-intérprete, de acordo com a Lei nº 12.319/2010 (Regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais - LIBRAS)?
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Q2502270 Noções de Informática
Com a crescente popularidade dos smartphones e a melhoria na qualidade das câmeras incorporadas nesses dispositivos, tornou-se essencial oferecer uma capacidade de armazenamento mais ampla. Como resposta a essa demanda, aparelhos com capacidades variadas, como 32GB, 64GB, 128GB e superiores, foram introduzidos no mercado. No entanto, uma alternativa de menor custo também está disponível para expandir a capacidade de armazenamento, consistindo na utilização de cartões de memória que podem ser inseridos nos dispositivos. Os cartões de memória para tal finalidade também são conhecidos como:
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Q2502269 Noções de Informática
“São pequenos programas ou scripts que adicionam funcionalidades extras ao navegador Chrome. Podem ser instalados através da Web Store do próprio navegador, onde é possível encontrar diversas opções desenvolvidas por terceiros. São projetados para melhorar a experiência de navegação do usuário, adicionar recursos específicos ou personalizar o comportamento do navegador de acordo com as preferências do usuário.” As informações se referem ao seguinte recurso do Google Chrome Versão 121.0.6167.140 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil):
Alternativas
Q2502268 Noções de Informática

É um tipo de malware (software malicioso) que está disfarçado como software legítimo. Eles podem ser empregados por criminosos virtuais e hackers para tentar obter acesso aos sistemas dos usuários. Em geral, os usuários são enganados por alguma forma de engenharia social para carregar e executar em seus sistemas. Uma vez ativados, eles permitem que os criminosos o espionem, roubem seus dados confidenciais e obtenham acesso ao seu sistema pela porta de fundo.

(Disponível em: https://www.kaspersky.com.br/resource-center/threats/trojans. Acesso em: abril de 2024.) 


O texto anterior faz referência a qual tipo de malware

 


Alternativas
Q2502267 Noções de Informática
O Microsoft Word 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil), parte integrante do pacote Office desenvolvido pela Microsoft, é um processador de texto amplamente utilizado. Inserido em uma suíte de escritório completa, o Word oferece uma gama de recursos que facilitam a formatação abrangente de documentos de texto. No contexto acadêmico, a norma ABNT NBR 14724:2011 estabelece diretrizes específicas para a produção de trabalhos acadêmicos, incluindo orientações precisas sobre as margens do texto, como “superior e esquerda: 3 cm e inferior e direita: 2 cm”. Essas normas são cruciais para garantir a padronização e a qualidade na apresentação de documentos acadêmicos. Com base no texto, qual caminho deve ser realizado para alterar o tamanho da margem? 
Alternativas
Q2502266 Noções de Informática
Um usuário que está utilizando o Windows 10 Pro com a (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil) selecionou uma pasta em sua área de trabalho denominada “Nova pasta” e pressionou a tecla “F2” do teclado. Considerando a ação do usuário, subtende-se que ele pretende
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Q2502260 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

Em todas as alternativas a seguir a palavra que é conjunção subordinativa substantiva subjetiva, EXCETO em: 
Alternativas
Q2502259 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

“[...] o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como ‘lava que cobre tudo’.” (4º§) Conforme a regência verbal, o verbo “enfatizar”, neste contexto, é classificado como:
Alternativas
Q2502258 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

“Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico?” (3º§).A concordância do verbo “fazer” está corretamente empregada. Assinale a alternativa cuja concordância está INCORRETA.
Alternativas
Respostas
381: B
382: C
383: D
384: B
385: C
386: C
387: A
388: A
389: D
390: A
391: D
392: C
393: A
394: B
395: C
396: D
397: D
398: A
399: B
400: A