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Quadros (2007) apresenta fatos históricos relevantes sobre a constituição do profissional intérprete de língua de sinais na Suécia, nos Estados Unidos e Brasil. A partir dos dados apresentados sobre cada país, associe a segunda coluna com a primeira e assinale a alternativa que correspondente CORRETAMENTE à sequência de associação feita de cima para baixo:\
I - Suécia
II - Estados Unidos
III - Brasil
( ) Em 1964, foi fundada uma Organização Nacional de Intérpretes para Surdos (atual RId), estabelecendo alguns requisitos para a atuação do intérprete.
( ) Em 1992, realizou-se o II Encontro Nacional de Intérpretes de Língua de Sinais, que promoveu o intercâmbio entre as diferentes experiências dos intérpretes do país, discussões e votação do regimento interno do Departamento Nacional de Intérpretes.
( ) Em 1981, foi instituído que cada conselho municipal
deveria ter uma unidade com intérpretes.
Masutti e Santos (2008) abordam um breve histórico do campo da Interpretação em Língua de Sinais, no Brasil. Tendo como base a referência citada, assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F), relativa à história do Intérprete da Língua de Sinais.
( ) O contato entre as Testemunhas de Jeová com a comunidade surda contribui para a formação de intérpretes de Língua de Sinais.
( ) As primeiras interpretações em Língua de Sinais tiveram início possivelmente nos Estados Unidos.
( ) A forma mais utilizada para interpretação dos primeiros profissionais intérpretes era a interpretação simultânea.
( ) O I Encontro Nacional de Intérpretes foi organizado pela FENEIS, no Rio de Janeiro, no ano de 1988.
Assinale a alternativa que correspondente CORRETAMENTE à sequência de associação feita de cima para baixo:
Leia a tirinha para resolver a questão.

Compreende-se, a partir da leitura, que a menina
Ainda considerando o poema de Manuel Bandeira, assinale a opção INCORRETA.
Considerando as assertivas abaixo, sobre o texto de Manuel Bandeira, assinale a opção CORRETA.
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa;
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira. Rio, 27 de dezembro de 1947.
I - Há no texto expressão de forte indignação frente à condição sub-humana de vida de uma pessoa que se alimentava de restos retirados do lixo.
II - A revolta sobre como os bichos são tratados na cidade é tema deste texto.
III - O texto fala da surpresa a respeito do comportamento mal-educado de um homem que
comia como um animal.
Claudio Pérez, enviado especial de El País a Nova York, para informar sobre a crise financeira, escreve em sua crônica da sexta feira, 19 de setembro de 2008: “Os tabloides de Nova York estão como loucos em busca de um corretor da Bolsa que se atire no vazio do alto de algum dos imponentes arranha-céus que abrigam os grandes bancos de investimento, ídolos caídos que o furacão financeiro está transformando em cinzas.” Vamos reter por um momento esta imagem na memória: uma multidão de fotógrafos, de paparazzi, espreitando as alturas com as câmaras prontas, para captar o primeiro suicida que encarne de maneira gráfica, dramática e espetacular a hecatombe financeira que fez evaporar bilhões de dólares e mergulhou na ruína grandes empresas e inúmeros cidadãos. Não creio que haja imagem que resuma melhor a civilização de que fazemos parte.
Parece-me ser essa a melhor maneira de definirmos a civilização de nosso tempo, compartilhada pelos países ocidentais, pelos que atingiram altos níveis de desenvolvimento na Ásia e por muitos do chamado Terceiro Mundo.
O que quer dizer civilização do espetáculo? É a civilização de um mundo onde o primeiro lugar na tabela de valores vigente é ocupado pelo entretenimento, onde divertir-se, escapar do tédio, é a paixão universal. Esse ideal de vida é perfeitamente legítimo, sem dúvida. Só um puritano fanático poderia reprovar os membros de uma sociedade que quisessem dar descontração, relaxamento, humor e diversão a vidas geralmente enquadradas em rotinas deprimentes e às vezes imbecilizantes. Mas transformar em valor supremo essa propensão natural a divertir-se tem consequências inesperadas: banalização da cultura, generalização da frivolidade e, no campo da informação, a proliferação do jornalismo irresponsável da bisbilhotice e do escândalo.
(LLOSA, Mario Vargas. A civilização do espetáculo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. Adaptado).
Rigo (2014) versa sobre o processo de tradução de canção para a língua de sinais, a saber: "Entende-se que o texto original nas traduções de canções é compreendido de signos verbais e não verbais. Os signos verbais referem-se à língua na qual a letra da canção é escrita, ou seja, a língua fonte. Já os signos não verbais referem-se aos elementos semióticos da música: ritmo, melodia, harmonia, timbre etc. e nas substâncias acústicas [...]".
Com base no trecho acima, pode-se dizer que o processo de tradução de canções para a língua de sinais dialoga com três tipos de tradução:
Leia as definições abaixo:
I. [...] tempo para ler, para refletir sobre as palavras utilizadas e os sentidos pretendidos, consultar dicionário, livros, pessoas na busca de trazer os sentidos pretendidos do modo mais adequado.
II. [...] tarefa de versar de uma língua para outra nas relações interpessoais, trabalhando na simultaneidade, no curto espaço de tempo entre o ato de enunciar e o ato de dar acesso ao outro àquilo que foi enunciado.
Sobre essas definições, propostas por Lacerda (2013), pode-se afirmar que os itens I e II definem, respectivamente, as atividades de: