Questões de Concurso Comentadas para coveiro - sepultador

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Q3649157 Português
Marque a alternativa em que a pontuação está CORRETA.
Alternativas
Q3649156 Português
A frase “Como você terminou tão cedo!” é
Alternativas
Q3649155 Português
Analise a afirmativa a seguir.

“Ontem ele _____ sair; hoje ele não ______.”

Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3649154 Português
Assinale a alternativa em que o primeiro termo é sinônimo de “rápido” e o segundo é antônimo de “triste”:
Alternativas
Q3649153 Português
A palavra “saúde” está corretamente separada e classificada na opção
Alternativas
Q3649152 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o último parágrafo, qual a consequência para quem “prefere alimentos frescos” e “reduz ultraprocessados”?
Alternativas
Q3649151 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No contexto em que aparece, o adjetivo “palatáveis” sugere que ultraprocessados são produtos
Alternativas
Q3649150 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Qual prática a seguir contraria as orientações do texto?
Alternativas
Q3649149 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o texto, variar as preparações ao longo da semana serve para
Alternativas
Q3649148 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos”, o pronome “Eles” refere-se a qual elemento citado antes?
Alternativas
Q3649147 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes”, qual o argumento dessa frase no texto?
Alternativas
Q3649146 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Em termos de organização, o segundo parágrafo cumpre a função de
Alternativas
Q3649145 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No texto, argumentos do autor pretendem
Alternativas
Q3633282 Arquitetura
A preservação de estruturas funerárias com valor histórico e artístico requer técnicas específicas de conservação. Analise os procedimentos adequados apresentados a seguir:
I.Fazer fotos detalhadas antes de qualquer intervenção.
II.Usar materiais e técnicas compatíveis com os originais.
III.Alterar a aparência para seguir padrões modernos de beleza.
É procedimento tecnicamente correto para conservação patrimonial o que se apresenta em:
Alternativas
Q3633280 Ética na Administração Pública

No trabalho no cemitério é preciso agir sempre com respeito e honestidade. Veja algumas situações que podem acontecer:



1.Família pede para mudar regras de higiene por causa da religião.


2.Alguém oferece dinheiro para conseguir um lugar melhor.


3.Pessoa sem autorização pede informações sobre sepultamento.



Qual deve ser a ordem de prioridade para resolver esses problemas de forma ética?

Alternativas
Q3633279 Segurança e Saúde no Trabalho
Quem trabalha no cemitério precisa ter cuidado com alguns perigos que podem prejudicar a saúde. Entre os principais riscos estão:
Alternativas
Q3633277 Engenharia Ambiental e Sanitária

O gerenciamento adequado de resíduos gerados nas atividades cemiteriais constitui aspecto fundamental da gestão ambiental. Considere os tipos de resíduos e suas classificações:



1.Resíduos de poda e jardinagem.


2.Materiais utilizados em exumações.


3.Ornamentos e flores deteriorados.


4.Restos de construção e reforma de jazigos.



A classificação adequada desses resíduos considerando o potencial de risco do maior para o menor é:

Alternativas
Q3633275 Saúde Pública

Analise as medidas preventivas em saúde pública aplicáveis à administração cemiterial apresentadas a seguir:


I.Manutenção de distâncias mínimas entre sepulturas conforme características hidrogeológicas do terreno.


II.Flexibilização dos prazos de decomposição baseada em solicitações familiares urgentes.


III.Estabelecimento de protocolos específicos para sepultamentos em períodos epidêmicos ou pandêmicos.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3633274 Administração Pública
A administração cemiterial deve contemplar as diferentes tradições culturais e religiosas presentes na comunidade. Analise as práticas de respeito à diversidade apresentadas a seguir:
I.Flexibilização de horários para atendimento a rituais específicos de diferentes tradições religiosas.
II.Adequação de espaços cemiteriais para práticas funerárias diversificadas respeitando orientações rituais particulares.
III.Imposição de padrões estéticos únicos para garantir harmonia visual independente das tradições culturais.
IV.Capacitação de funcionários para compreensão básica das principais tradições funerárias regionais.
Representa prática adequada de respeito à diversidade o que se apresenta em:
Alternativas
Q3633273 Atendimento ao Público
A interação com enlutados e visitantes em cemitérios requer sensibilidade, conhecimento técnico e habilidades comunicacionais específicas. As estratégias adequadas para atendimento humanizado incluem: 
Alternativas
Respostas
381: D
382: B
383: E
384: C
385: A
386: C
387: E
388: D
389: B
390: A
391: B
392: C
393: E
394: A
395: C
396: B
397: A
398: A
399: E
400: D