Questões de Concurso Comentadas para agente de combate a endemias

Foram encontradas 9.838 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1279072 Enfermagem
A picada de escorpião é um evento que
Alternativas
Q1256889 Medicina
Para planejamento anual das suas atividades, em relação à dengue, a equipe de saúde do Município de Passos coletou os dados de notificação compulsória da doença no município. As taxas de letalidade e morbidade da dengue, registradas no ano anterior, foram anotadas, assim como o custo do atendimento ambulatorial e hospitalar dos casos dessa doença. Com esses e outros dados sobre ocorrência do vetor da dengue no município, a equipe fez uma previsão, mês a mês, do número de atendimentos e orçamento para tal demanda. Nessa situação, a equipe
Alternativas
Q1256888 Direito Sanitário
Os Conselhos de Saúde
Alternativas
Q1256887 Direito Sanitário

Considere as duas colunas, sobre princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde:


1. Coordenar o cuidado.

2. Ser resolutivo.

3. Ordenar as redes de atenção à saúde.

4. Estimular a participação da comunidade.

5. Longitudinalidade do cuidado.


a. Elaborar, acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção das Redes de Atenção à Saúde.

b. Ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à sua saúde e das pessoas e coletividades do território.

c. Dar continuidade da relação de cuidado.

d. Resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população.

e. Organizar as necessidades da população em relação aos outros pontos de atenção à saúde.


A relação correta entre as colunas da esquerda e da direita é:

Alternativas
Q1256886 Direito Sanitário
Em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS) é correto afirmar:
Alternativas
Q1256883 Matemática
Em um triângulo ABC a altura BD relativa ao lado AC mede 3 cm, conforme mostra a figura.
Imagem associada para resolução da questão

Sabendo que o segmento CD é 6 cm maior que o segmento AD e que a área do triângulo BCD é o quádruplo da área do triângulo ABD, a área do triângulo ABC, em cm2, é:
Alternativas
Q1256881 Matemática
Renato e Ricardo fizeram uma viagem de carro e percorreram um total de 3 552 km. Eles se revezaram na direção de maneira que, para cada 123 km que Renato dirigia, Ricardo dirigia 321 km. A distância total percorrida por Ricardo na direção do veículo foi de
Alternativas
Q1256879 Português
Está correta a redação do livre comentário que se encontra em:
Alternativas
Q1256878 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

O autor manifesta-se explicitamente no texto em:
Alternativas
Q1256877 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

Sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:
Alternativas
Q1256876 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

e que agora o que lhe interessava era “o máximo possível de sabor” (3º parágrafo)
Se os textos lhes agradam, ótimo. (4º parágrafo)
Os pratos de sua especialidade, os cozinheiros os sabem de cor (5º parágrafo)
Os termos sublinhados acima referem-se, respectivamente, a: 
Alternativas
Q1256875 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

Mas é justamente isso que está proibido ao escritor. (5º parágrafo)
Depreende-se da afirmação acima que o escritor, diferentemente do cozinheiro, deve
Alternativas
Q1256874 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

As cozinhas são lugares que me fascinam, mágicos: ali se prepara o prazer. (1º parágrafo)
Na frase acima, sem prejuízo para as relações de sentido estabelecidas no texto, o sinal de dois-pontos pode ser substituído por
Alternativas
Q1256873 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

A leitura tem de ser uma experiência de felicidade. Por isso que Jorge Luis Borges aconselhou aos seus estudantes que só lessem o que fosse prazeroso... (4º parágrafo)
Sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, as frases acima articulam-se em um único período em:
Alternativas
Q1256872 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

Caso contrário, não continuem, pois a leitura obrigatória é uma coisa tão absurda quanto a felicidade obrigatória. (4º parágrafo)
O termo sublinhado acima introduz, no contexto, noção de
Alternativas
Q1256871 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

Atente para as afirmações abaixo.
I. No 5º parágrafo, o autor sustenta o ponto de vista de que cozinhar é mais fácil do que escrever.
II. O termo sublinhado em Escrevo como quem cozinha (1º parágrafo) expressa noção de modo.
III. Ao defender o pressuposto de que as profissões de cozinheiro e escritor compartilham características em comum, o autor baseia-se nos argumentos de Jorge Luis Borges, conforme explicitado no 4º parágrafo.
IV. Ao construir a argumentação, o autor apresenta já no 1º parágrafo a ideia que irá contestar a seguir, qual seja, a de que o escritor conhece melhor os segredos da alma e do corpo do que o cozinheiro.
Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q1256870 Português

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo. 


(Adaptado de: ALVES, Rubem. “Escritores e cozinheiros”. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 155-158) 

Segundo o texto,
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1237775 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai    Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.  É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. 
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.  A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.  Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.  A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.  Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. 
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.  Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.  No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:  — Deixa que eu ajudo.  Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.  Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.  Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.  Embalou o pai de um lado para o outro.  Aninhou o pai.  Acalmou o pai.  E apenas dizia, sussurrado:  — Estou aqui, estou aqui, pai!  O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.  
(Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) 

Considerando que sujeito é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita pelo predicado, assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia sujeito elíptico. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1237688 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai    Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.  É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. 
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.  A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.  Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.  A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.  Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. 
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.  Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.  No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:  — Deixa que eu ajudo.  Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.  Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.  Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.  Embalou o pai de um lado para o outro.  Aninhou o pai.  Acalmou o pai.  E apenas dizia, sussurrado:  — Estou aqui, estou aqui, pai!  O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.  
(Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) 

Em “É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.” (4º§), é correto afirmar que a ação verbal evidencia uma:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IESES Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1220113 Saúde Pública
O DATASUS desenvolveu o Sistema de Informações SINASC. Selecione a alternativa correta que melhor descreve os objetivos do SINASC:
Alternativas
Respostas
8741: B
8742: D
8743: B
8744: C
8745: A
8746: B
8747: C
8748: B
8749: D
8750: C
8751: A
8752: D
8753: B
8754: E
8755: C
8756: B
8757: E
8758: C
8759: D
8760: C