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Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. A Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e à ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
II. A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus Chikungunya, o qual é transmitido por mosquitos facilmente encontrados em nosso país, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. As informações presentes no texto permitem concluir que o vírus Chikungunya é de transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes e foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em um surto ocorrido na Tanzânia.
II. O texto menciona que, com a introdução da doença causada pelo vírus Chikungunya no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela inexistência de arboviroses no território nacional.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. O vírus Chikungunya é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda) causada pelo vírus Chikungunya, são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. São fatores que reduzem o risco de infecção pelo vírus Chikungunya a alta dispersão vetorial, o amplo fluxo de pessoas nas regiões endêmicas e a suscetibilidade da população à infecção, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. No Brasil, o Aedes aegypti é presente apenas na região Nordeste, enquanto o Aedes albopictus é restrito aos municípios da região Sul, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As equipes de Saúde da Família implantadas e não cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde têm o direito de receber no mínimo 29% e no máximo 72% do incentivo federal para a Atenção Básica.
II. A equipe de Saúde da Família deve ser multiprofissional, incluindo, entre outros profissionais, o médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Saúde da Família é uma das principais estratégias, propostas pelo Ministério da Saúde do Brasil, para reorientar o modelo assistencial do Sistema Único de Saúde, a partir da atenção básica.
II. O Sistema de Informações da Atenção Básica representa um sistema de informação que sistematiza os dados coletados por profissionais e instituições de saúde e gera relatórios de acompanhamento e avaliação relacionados à Atenção Básica.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Para implantação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde nas Unidades Básicas de Saúde é imprescindível a existência de um médico supervisor ou médico evolucionista para cada equipe de, no máximo, 5 Agentes Comunitários de Saúde.
II. Em áreas de grande dispersão territorial, de risco e de vulnerabilidade social, a Política Nacional da Atenção Básica recomenda uma cobertura de 100% da população pela Equipe de Saúde da Família.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Segundo a nova Política Nacional da Atenção Básica, instituída pela Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, o Agente de Combate às Endemias não pode fazer parte da Equipe de Saúde da Família.
II. O acolhimento à demanda espontânea na Unidade Básica de Saúde deve ser feito baseado em um sistema de senhas, que serão limitadas à quantidade de atendimentos que o médico irá realizar em um período de, no máximo, 2 (duas) horas.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na perspectiva das ações de educação em saúde, o município deve ser um local de desenvolvimento de ações em favor da qualidade de vida e de promoção da saúde.
II. A educação em saúde desestimula a participação da população em assuntos relacionados à saúde, à qualidade de vida ou mesmo à prevenção de doenças.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Educação em Saúde estimula a participação da população em assuntos relacionados à promoção da própria saúde, à busca pela qualidade de vida e à adoção de hábitos saudáveis no dia a dia.
II. As ações de educação em saúde buscam contribuir para a formação de uma consciência crítica nas pessoas a respeito de seus problemas de saúde, assim como estimulá-las a promoverem a própria qualidade de vida.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Educação Permanente em Saúde propõe estratégias que possibilitam a construção coletiva do conhecimento a respeito dos fatores condicionantes da saúde e dos fatores que põem em risco a saúde.
II. A educação em saúde, no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), representa uma importante estratégia para a promoção da saúde, beneficiando, inclusive, pessoas de baixa renda.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Educação Permanente em Saúde constitui um conjunto de ações que têm por objetivo evitar o desenvolvimento de práticas educativas que foquem na resolução de problemas concretos na área de saúde.
II. As ações de educação em saúde devem ser realizadas isoladamente, não sendo integradas às ações de saneamento ou à atenção integral à saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Educação Permanente em Saúde parte do pressuposto da aprendizagem significativa e problematizadora para desenvolver conhecimentos que sejam benéficos para os indivíduos na perspectiva de promoção da saúde.
II. A educação em saúde busca reafirmar as práticas de educação como um sistema baseado na participação das pessoas para a busca de conhecimentos favoráveis à manutenção da própria saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Segundo a atual Política Nacional da Atenção Básica de 2017, a população adscrita por equipe de Atenção Básica e de Saúde da Família deve ser de 2.000 a 3.500 pessoas.
II. Pertence ao escopo de atribuições específicas do Enfermeiro da Equipe de Atenção Básica, indicar a necessidade de internação hospitalar ou domiciliar do paciente em situação de urgência.
Marque a alternativa CORRETA:

“Na década, o país colecionou anos de forte recessão e lenta retomada, num período que envolveu uma severa deterioração fiscal, crises políticas e choques internos e externos. Em 2015 e 2016, o PIB caiu mais de 3%. Nos últimos três anos, o PIB avançou pouco mais de 1%. ” Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/03/05/para-evitar-decadaperdida-pib-tem-de-crescer-10percent-neste-ano-mostra-estudo.ghtml. Acesso em: 25 out. 2020.
Marque a alternativa que apresenta um fato político marcante no ano em que o PIB foi o mais baixo.