Questões de Concurso
Comentadas para agente comunitário de saúde
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Marque a alternativa em que aparece um dos antigos nomes de Mari.
A economia da cidade de Mari está baseada:
Levando em consideração a concordância nominal, assinale a alternativa que está INCORRETA:
“A mensagem focaliza o receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo, chamar sua atenção. Aparece geralmente nos textos publicitários, nos discursos políticos, horóscopos, e textos em geral que visam persuadir o receptor.”
A caracterização acima melhor se refere à função:
Na frase: “Penso, logo existo”, do filósofo francês René Descartes, a conjunção presente nessa frase, é utilizada em orações coordenadas sindéticas conclusivas. Uma conjunção que substituiria corretamente a conjunção “logo” na frase em questão encontra-se na opção:
Observe a seguinte manchete do site de notícias UOL, de 03/10/2010:
Algoz de Nadal, García-López fatura o 2º título da carreira, em Bancoc
O espanhol Guillermo García-López não decepcionou após tirar de seu caminho o maior favorito ao título do torneio de Bancoc, na Tailândia. Neste domingo, ele ergueu sua s gunda taça da carreira, ao vencer o finlandês Jarkko Niem nen.
Número 53 do ranking mundial _ Nieminen é 60º _ o tenista espanhol bateu Rafael Nadal na semifinal, sábado, em jogo de três sets. Na decisão, também teve parada dura, mas faturou o título pelo placar de 6-4, 3-6 e 6-4, em 1h54.
Com o resultado, que dá o 18º título a um espanhol este ano, García-López deve aparecer por volta da 40ª colocação do ranking da ATP. Ele havia enfrentado o finlandês apenas uma vez e havia perdido, em 2004.
Nieminen teve um grande desempenho no saque, com sete aces e 77% de aproveitamento de primeiro serviço, mas não foi o suficiente na luta também pelo segundo título da carreira.
García-López, de 27 anos, soube aproveitar melhor as chances e fechou a partida com uma quebra de saque no momento mais importante, em 5-4 no terceiro set.
Podemos concluir, de acordo com a notícia, que:
Nas frases abaixo, todas as crases estão colocadas corretamente, exceto em:
Observe o trecho abaixo, retirado da música “É a vida”, de Victor & Leo:
Se você pensa que sou leigo
Nas coisas que dizem respeito ao coração
Se engana muito
Sou vivido
Conheço cada passo de uma paixão...
A palavra em destaque poderia ser substituída, com o mesmo significado, por:
Observe o diálogo:
Mãe: “Joãozinho, o que você quer tomar no lanche?”
Filho: “Ah, mãe, quero leite e iogurte.”
Mãe: “Não, ou você toma um ou outro."
A oração em destaque no diálogo é coordenada:
Na frase: “Meu filho acredita em mula-sem-cabeça”, o termo sublinhado tem a função sintática de:
Leia o texto e responda:
"Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas idéias e planos, para saber ...se vocês combinam, e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra..."
Luís Fernando Veríssimo
Qual das palavras abaixo, presentes no texto, não está corretamente acentuada, segundo o Novo Acordo Ortográfico?
( ) Os idosos sem condição de prover o próprio sustento devem saber que seus filhos maiores e capazes, têm o dever de ampará-los até o final de suas vidas.
( ) Os idosos que relatam uma ou mais quedas deverão ser cuidadosamente avaliados, mesmo que as quedas não tenham resultado em ferimentos graves.
( ) São importantes as medidas educativas, visando a maior capacidade do idoso para enfrentar problemas de saúde e para conquistar melhores condições de vida junto aos familiares, à comunidade e à sociedade.
A sequência está correta em:
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrimas que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer enquanto dormem...
Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, arrastando o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
(Fragmento/Cecília Meireles)
São informações sobre o cão, EXCETO:
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrimas que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer enquanto dormem...
Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, arrastando o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
(Fragmento/Cecília Meireles)
“Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe.” Tal afirmativa revela o seguinte conflito vivido pelo narrador:
Gilberto Dimenstein. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. São Paulo, Ática, 2001, p. 29-30.
No trecho: “Nessa época, o voto era um privilégio: só podia votar quem tivesse dinheiro.” A relação de sentido estabelecida pelo termo em destaque é: