Questões de Concurso Comentadas para médico pneumologista

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Q3885633 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
O uso do acento indicativo da crase está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3885632 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as frases a seguir, reescritas a partir de informações do texto:

•  É sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece. E a maioria dos cidadãos não        essa camada.
•  A transformação digital é irreversível, mas é preciso que        alicerces, embora eles        invisíveis à maior parte da sociedade.
•  É justamente a base e a fundação invisível que sustentam todo o ecossistema digital. Se não        elas, as aplicações mais modernas e inovadoras não        ficar de pé.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3885631 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Na passagem do último parágrafo “A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais.”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3885630 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3o parágrafo)
•  À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5o parágrafo)

As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3885629 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Ao discutir a transformação digital pela qual passa a sociedade brasileira, o autor deixa evidente que
Alternativas
Q3868345 Medicina
Para a estratificação de risco inicial de um paciente com embolia pulmonar aguda confirmada, o escore clínico validado que integra parâmetros como idade, frequência cardíaca, saturação de oxigênio e histórico de câncer ou cirurgia recente, categorizando o paciente como de baixo, intermediário ou alto risco de mortalidade precoce, é o: 
Alternativas
Q3868344 Medicina
No diagnóstico da síndrome de hipoventilação alveolar relacionada à obesidade, a polissonografia é fundamental. O critério diagnóstico definitivo, que a diferencia de outras causas de dessaturação noturna, é a documentação de: 
Alternativas
Q3868343 Medicina
No diagnóstico histopatológico da sarcoidose pulmonar, a lesão elementar característica, cuja presença é necessária para a confirmação, consiste em agregados de células epitelioides e células gigantes multinucleadas, na ausência de necrose caseosa. Esta lesão é definida como: 
Alternativas
Q3868342 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre neoplasias respiratórias e implicações diagnósticas/terapêuticas no câncer de pulmão: 
Alternativas
Q3868341 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre pneumotórax e a tomada de decisão para drenagem pleural: 
Alternativas
Q3868339 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre anatomia funcional das vias aéreas e sua relação com a fisiologia do fluxo respiratório: 
Alternativas
Q3868338 Medicina
Na espirometria, a relação VEF1/CVF reduzida caracteriza distúrbio ventilatório obstrutivo. O valor percentual desta relação abaixo do qual se confirma padrão obstrutivo, segundo critérios GOLD e diretrizes brasileiras, é: 
Alternativas
Q3868337 Medicina
Na interpretação gasométrica, a análise do equilíbrio ácido-base requer avaliação de pH, PaCO2 e HCO3-. A condição caracterizada por pH <7,35, PaCO2 >45 mmHg e HCO3- normal ou pouco elevado define: 
Alternativas
Q3868336 Medicina
No exame físico do tórax, a ausculta pulmonar identifica sons adventícios patológicos. O som descontínuo, explosivo, de curta duração, predominante na inspiração, causado por abertura súbita de vias aéreas colapsadas, característico de fibrose pulmonar, denomina-se: 
Alternativas
Q3868335 Medicina
Na anamnese pneumológica, a dispneia é sintoma cardinal que requer graduação objetiva. A escala que classifica a dispneia em 5 graus conforme limitação funcional, desde ausência de dispneia até dispneia ao repouso, denomina-se escala de: 
Alternativas
Q3868334 Medicina
Para fins de vigilância epidemiológica e definição de esquema terapêutico no Brasil, define-se um caso de Tuberculose Multirresistente (TB-MDR) quando a cepa de Mycobacterium tuberculosis apresenta resistência in vitro confirmada, simultaneamente, aos fármacos: 
Alternativas
Q3868333 Medicina
Segundo o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, o esquema terapêutico para a meningoencefalite tuberculosa diferencia-se do esquema básico pulmonar. A duração total do tratamento e a terapia adjuvante obrigatória (salvo contraindicação) para reduzir sequelas neurológicas são, respectivamente: 
Alternativas
Q3868332 Medicina
No manejo da dispneia refratária em pacientes com doença pulmonar avançada (ex: DPOC estágio IV ou Fibrose Pulmonar), a classe farmacológica considerada padrão-ouro ("firstline") para o alívio sintomático, por seu mecanismo de ação que reduz a resposta ventilatória ao CO2 e a percepção central de "fome de ar", é a dos: 
Alternativas
Q3868331 Medicina
Na indicação de Ventilação Não Invasiva (VNI) no cenário agudo, a seleção adequada do paciente é crucial. Dentre as condições abaixo, aquela que representa uma contraindicação absoluta para o início da VNI, exigindo intubação orotraqueal imediata devido à impossibilidade técnica de interface ou risco cirúrgico, é: 
Alternativas
Q3865895 Direito Sanitário
De acordo com Lei Federal nº 8.8080/1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, os níveis de saúde da população refletem diretamente a organização social e econômica do País, sendo influenciados por diversos fatores que atuam como determinantes e condicionantes da saúde. Nesse contexto, assinale a alternativa correta, conforme a previsão legal: 
Alternativas
Respostas
161: E
162: C
163: A
164: B
165: D
166: E
167: D
168: A
169: C
170: B
171: D
172: A
173: D
174: E
175: B
176: D
177: B
178: C
179: E
180: B