Questões de Concurso
Comentadas para professor - 1 ao 5 ano ensino fundamental
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I. Falta de objetividade;
II. Inibição para falar de si mesmo;
III. Desenvolvimento da auto-crítica;
IV. Colaboração para o ajustamento pessoal;
V. Colaboração para desenvolver o ajustamento social.
Estão corretos os itens:
Texto 2
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89
Texto 2
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89
Texto 2
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89
Texto 2
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89
Texto 1
Mentira e verdade
Alguns estudiosos afirmam que a mercadoria mais importante do mundo moderno é a informação. Pensando bem, foi sempre mais ou menos assim. Quem detinha a informação era poderoso daí que a mídia foi elevada a quarto poder, tese contra a qual sempre me manifestei, achando que a mídia é uma força mas não o poder.
Com a chegada da internet, suas imensas e inesperadas oportunidades, o monopólio da informação pulverizou-se. Os jornais, creio eu, foram os primeiros a sentir o golpe, os livros logo em seguida, havendo até a previsão de que ele acabará na medida em que se limitar ao seu atual desenho gráfico, que vem de Gutenberg.
Acontece que, mais cedo ou mais tarde, a mídia impressa ficará dependente não dos seus quadros profissionais, de sua estrutura de captação das informações. Qualquer pessoa, a qualquer hora do dia ou da noite, acessando blogs e sites individualizados, ficará por dentro do que acontece ou acontecerá. Na atual crise que o país atravessa, a imprensa em muitas ocasiões foi caudatária do que os blogs informavam duas, três vezes ao dia. Em termos de amplidão, eles sempre ganharão de goleada da imprensa escrita e falada.
O gigantismo da internet tem porém pés de barro. Se ganha no alcance, perde no poder de concentração e análise. Qualquer pessoa, medianamente informada ou sem informação alguma, pode manter uma fonte de notícias ou comentários com responsabilidade zero, credibilidade zero, coerência zero. O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade.
Carlos Heitor Cony, 80, é membro do Conselho Editorial da Folha. Romancista e cronista, Cony foi
eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2000. Escreve para a Folha Online às terças.
Texto 1
Mentira e verdade
Alguns estudiosos afirmam que a mercadoria mais importante do mundo moderno é a informação. Pensando bem, foi sempre mais ou menos assim. Quem detinha a informação era poderoso daí que a mídia foi elevada a quarto poder, tese contra a qual sempre me manifestei, achando que a mídia é uma força mas não o poder.
Com a chegada da internet, suas imensas e inesperadas oportunidades, o monopólio da informação pulverizou-se. Os jornais, creio eu, foram os primeiros a sentir o golpe, os livros logo em seguida, havendo até a previsão de que ele acabará na medida em que se limitar ao seu atual desenho gráfico, que vem de Gutenberg.
Acontece que, mais cedo ou mais tarde, a mídia impressa ficará dependente não dos seus quadros profissionais, de sua estrutura de captação das informações. Qualquer pessoa, a qualquer hora do dia ou da noite, acessando blogs e sites individualizados, ficará por dentro do que acontece ou acontecerá. Na atual crise que o país atravessa, a imprensa em muitas ocasiões foi caudatária do que os blogs informavam duas, três vezes ao dia. Em termos de amplidão, eles sempre ganharão de goleada da imprensa escrita e falada.
O gigantismo da internet tem porém pés de barro. Se ganha no alcance, perde no poder de concentração e análise. Qualquer pessoa, medianamente informada ou sem informação alguma, pode manter uma fonte de notícias ou comentários com responsabilidade zero, credibilidade zero, coerência zero. O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade.
Carlos Heitor Cony, 80, é membro do Conselho Editorial da Folha. Romancista e cronista, Cony foi
eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2000. Escreve para a Folha Online às terças.
Texto 1
Mentira e verdade
Alguns estudiosos afirmam que a mercadoria mais importante do mundo moderno é a informação. Pensando bem, foi sempre mais ou menos assim. Quem detinha a informação era poderoso daí que a mídia foi elevada a quarto poder, tese contra a qual sempre me manifestei, achando que a mídia é uma força mas não o poder.
Com a chegada da internet, suas imensas e inesperadas oportunidades, o monopólio da informação pulverizou-se. Os jornais, creio eu, foram os primeiros a sentir o golpe, os livros logo em seguida, havendo até a previsão de que ele acabará na medida em que se limitar ao seu atual desenho gráfico, que vem de Gutenberg.
Acontece que, mais cedo ou mais tarde, a mídia impressa ficará dependente não dos seus quadros profissionais, de sua estrutura de captação das informações. Qualquer pessoa, a qualquer hora do dia ou da noite, acessando blogs e sites individualizados, ficará por dentro do que acontece ou acontecerá. Na atual crise que o país atravessa, a imprensa em muitas ocasiões foi caudatária do que os blogs informavam duas, três vezes ao dia. Em termos de amplidão, eles sempre ganharão de goleada da imprensa escrita e falada.
O gigantismo da internet tem porém pés de barro. Se ganha no alcance, perde no poder de concentração e análise. Qualquer pessoa, medianamente informada ou sem informação alguma, pode manter uma fonte de notícias ou comentários com responsabilidade zero, credibilidade zero, coerência zero. O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade.
Carlos Heitor Cony, 80, é membro do Conselho Editorial da Folha. Romancista e cronista, Cony foi
eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2000. Escreve para a Folha Online às terças.
Texto 1
Mentira e verdade
Alguns estudiosos afirmam que a mercadoria mais importante do mundo moderno é a informação. Pensando bem, foi sempre mais ou menos assim. Quem detinha a informação era poderoso daí que a mídia foi elevada a quarto poder, tese contra a qual sempre me manifestei, achando que a mídia é uma força mas não o poder.
Com a chegada da internet, suas imensas e inesperadas oportunidades, o monopólio da informação pulverizou-se. Os jornais, creio eu, foram os primeiros a sentir o golpe, os livros logo em seguida, havendo até a previsão de que ele acabará na medida em que se limitar ao seu atual desenho gráfico, que vem de Gutenberg.
Acontece que, mais cedo ou mais tarde, a mídia impressa ficará dependente não dos seus quadros profissionais, de sua estrutura de captação das informações. Qualquer pessoa, a qualquer hora do dia ou da noite, acessando blogs e sites individualizados, ficará por dentro do que acontece ou acontecerá. Na atual crise que o país atravessa, a imprensa em muitas ocasiões foi caudatária do que os blogs informavam duas, três vezes ao dia. Em termos de amplidão, eles sempre ganharão de goleada da imprensa escrita e falada.
O gigantismo da internet tem porém pés de barro. Se ganha no alcance, perde no poder de concentração e análise. Qualquer pessoa, medianamente informada ou sem informação alguma, pode manter uma fonte de notícias ou comentários com responsabilidade zero, credibilidade zero, coerência zero. O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade.
Carlos Heitor Cony, 80, é membro do Conselho Editorial da Folha. Romancista e cronista, Cony foi
eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2000. Escreve para a Folha Online às terças.
Assim se distinguem os elementos naturais e construídos, urbanos e rurais, físicos e sociais do meio ambiente.
Sobre os elementos físicos e sociais do meio ambiente, assinale a alternativa incorreta.
Na perspectiva sócio-histórica, a gestão da sala de aula deve levar em conta o papel de mediação assumido pelo professor no processo de ensino e aprendizagem. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Texto IV, para responder às questões de 15 a 18.
1 “A educação é um típico ‘que-fazer’ humano, ou
seja, um tipo de atividade que se caracteriza
fundamentalmente por uma preocupação, por uma finalidade
4 a ser atingida. A educação dentro de uma sociedade não se
manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um
instrumento de manutenção ou transformação social”
7 (LUCKESI, 2001, p. 30).
A afirmação do autor implica dizer que o processo
educacional exige que olhemos para as ações humanas, as
10 quais se explicam na relação com sua finalidade. As ações
humanas se caracterizam por serem “instrumentos” para a
“manutenção ou transformação social”. Isso significa que a
13 educação é um dos elementos que ajudam a constituir e a
moldar a sociedade, pois ela “participa do processo de
produção de crenças e ideias, de qualificações e
16 especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e
poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. É
essa a sua força” (BRANDÃO, 1985, p. 11).
19Paulo Freire afirma que “ninguém educa ninguém,
ninguém se educa sozinho. As pessoas se educam em
comunidade” (GADOTTI, 1984; BRANDÃO, 1985). Assim,
22 poderíamos dizer que as ações educacionais ocorrem em
processo, o que leva à conclusão de que estamos
trabalhando com algo dinâmico, pois as ações processuais
25 redundam em recriações constantes.
Partindo disso, podemos dizer que estagnação é
negação da educação. Entretanto a sociedade humana,
28 apesar de se caracterizar pela constância do progresso,
concretamente é avessa às novidades. Por mais que se
beneficie com a evolução, com o progresso, com o
31 desenvolvimento, sempre que se defronta com situações que
demandam a “desinstalação” para instalação de novidades, o
ser humano cria resistências. O novo incomoda... e, sendo
31 assim, o processo educacional é um processo incômodo...
embora visto como necessário.
Internet: <www.artigonal.com> (com adaptações).
Quanto à pontuação e à coesão textual dos trechos reescritos a seguir, assinale a alternativa correta.
Texto IV, para responder às questões de 15 a 18.
1 “A educação é um típico ‘que-fazer’ humano, ou
seja, um tipo de atividade que se caracteriza
fundamentalmente por uma preocupação, por uma finalidade
4 a ser atingida. A educação dentro de uma sociedade não se
manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um
instrumento de manutenção ou transformação social”
7 (LUCKESI, 2001, p. 30).
A afirmação do autor implica dizer que o processo
educacional exige que olhemos para as ações humanas, as
10 quais se explicam na relação com sua finalidade. As ações
humanas se caracterizam por serem “instrumentos” para a
“manutenção ou transformação social”. Isso significa que a
13 educação é um dos elementos que ajudam a constituir e a
moldar a sociedade, pois ela “participa do processo de
produção de crenças e ideias, de qualificações e
16 especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e
poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. É
essa a sua força” (BRANDÃO, 1985, p. 11).
19Paulo Freire afirma que “ninguém educa ninguém,
ninguém se educa sozinho. As pessoas se educam em
comunidade” (GADOTTI, 1984; BRANDÃO, 1985). Assim,
22 poderíamos dizer que as ações educacionais ocorrem em
processo, o que leva à conclusão de que estamos
trabalhando com algo dinâmico, pois as ações processuais
25 redundam em recriações constantes.
Partindo disso, podemos dizer que estagnação é
negação da educação. Entretanto a sociedade humana,
28 apesar de se caracterizar pela constância do progresso,
concretamente é avessa às novidades. Por mais que se
beneficie com a evolução, com o progresso, com o
31 desenvolvimento, sempre que se defronta com situações que
demandam a “desinstalação” para instalação de novidades, o
ser humano cria resistências. O novo incomoda... e, sendo
31 assim, o processo educacional é um processo incômodo...
embora visto como necessário.
Internet: <www.artigonal.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa incorreta a respeito do texto IV.
Texto IV, para responder às questões de 15 a 18.
1 “A educação é um típico ‘que-fazer’ humano, ou
seja, um tipo de atividade que se caracteriza
fundamentalmente por uma preocupação, por uma finalidade
4 a ser atingida. A educação dentro de uma sociedade não se
manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um
instrumento de manutenção ou transformação social”
7 (LUCKESI, 2001, p. 30).
A afirmação do autor implica dizer que o processo
educacional exige que olhemos para as ações humanas, as
10 quais se explicam na relação com sua finalidade. As ações
humanas se caracterizam por serem “instrumentos” para a
“manutenção ou transformação social”. Isso significa que a
13 educação é um dos elementos que ajudam a constituir e a
moldar a sociedade, pois ela “participa do processo de
produção de crenças e ideias, de qualificações e
16 especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e
poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. É
essa a sua força” (BRANDÃO, 1985, p. 11).
19Paulo Freire afirma que “ninguém educa ninguém,
ninguém se educa sozinho. As pessoas se educam em
comunidade” (GADOTTI, 1984; BRANDÃO, 1985). Assim,
22 poderíamos dizer que as ações educacionais ocorrem em
processo, o que leva à conclusão de que estamos
trabalhando com algo dinâmico, pois as ações processuais
25 redundam em recriações constantes.
Partindo disso, podemos dizer que estagnação é
negação da educação. Entretanto a sociedade humana,
28 apesar de se caracterizar pela constância do progresso,
concretamente é avessa às novidades. Por mais que se
beneficie com a evolução, com o progresso, com o
31 desenvolvimento, sempre que se defronta com situações que
demandam a “desinstalação” para instalação de novidades, o
ser humano cria resistências. O novo incomoda... e, sendo
31 assim, o processo educacional é um processo incômodo...
embora visto como necessário.
Internet: <www.artigonal.com> (com adaptações).
Com relação ao texto IV, assinale a alternativa correta.
Texto IV, para responder às questões de 15 a 18.
1 “A educação é um típico ‘que-fazer’ humano, ou
seja, um tipo de atividade que se caracteriza
fundamentalmente por uma preocupação, por uma finalidade
4 a ser atingida. A educação dentro de uma sociedade não se
manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um
instrumento de manutenção ou transformação social”
7 (LUCKESI, 2001, p. 30).
A afirmação do autor implica dizer que o processo
educacional exige que olhemos para as ações humanas, as
10 quais se explicam na relação com sua finalidade. As ações
humanas se caracterizam por serem “instrumentos” para a
“manutenção ou transformação social”. Isso significa que a
13 educação é um dos elementos que ajudam a constituir e a
moldar a sociedade, pois ela “participa do processo de
produção de crenças e ideias, de qualificações e
16 especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e
poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. É
essa a sua força” (BRANDÃO, 1985, p. 11).
19Paulo Freire afirma que “ninguém educa ninguém,
ninguém se educa sozinho. As pessoas se educam em
comunidade” (GADOTTI, 1984; BRANDÃO, 1985). Assim,
22 poderíamos dizer que as ações educacionais ocorrem em
processo, o que leva à conclusão de que estamos
trabalhando com algo dinâmico, pois as ações processuais
25 redundam em recriações constantes.
Partindo disso, podemos dizer que estagnação é
negação da educação. Entretanto a sociedade humana,
28 apesar de se caracterizar pela constância do progresso,
concretamente é avessa às novidades. Por mais que se
beneficie com a evolução, com o progresso, com o
31 desenvolvimento, sempre que se defronta com situações que
demandam a “desinstalação” para instalação de novidades, o
ser humano cria resistências. O novo incomoda... e, sendo
31 assim, o processo educacional é um processo incômodo...
embora visto como necessário.
Internet: <www.artigonal.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa que interpreta corretamente ideias do texto IV.
Texto III, para responder às questões de 11 a 14.
A educação no Brasil tem solução!
1 Segundo o dicionário, educação significa
desenvolvimento e orientação das aptidões do indivíduo, por
isso não é uma definição isolada, mas um processo que está
4 dividido em três áreas da aprendizagem: cognitiva, afetiva e
psicomotora. A área cognitiva representa o conhecimento
propriamente dito, a afetiva está relacionada com os
7 sentimentos e a área psicomotora está ligada aos
movimentos corporais.
Parafraseando Paulo Freire, educar é influenciar um
10 aluno de tal maneira que ele não se deixe influenciar; para
isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional
segundo o qual o aluno se torna um espectador passivo no
13 processo ensino-aprendizagem.
Nesse processo, o outro lado da moeda é a figura
do professor. Em um país com dimensões continentais e
16 grandes diferenças sociais, somente os mestres têm a
capacidade de compreender as dificuldades e as principais
reformas relacionadas com o ensino. Buscando sempre o
19 autoaperfeiçoamento e a capacitação profissional, para estar
à altura das cobranças que hão de surgir, os professores
devem então conhecer as técnicas de didática, utilizando
22 vários processos de ensino para que o aluno não seja
apenas espectador, e, sim, que busque o conhecimento, o
chamado “aprender a aprender”, imprescindível para a
25 construção de um conhecimento sólido.
Existem inúmeras fórmulas de realizarmos uma
mudança no sistema de ensino brasileiro, mas esta somente
28 funcionará se olharmos para a educação como um processo
contínuo e duradouro. Dessa forma, será criado um ambiente
favorável para que os nossos jovens possam estudar, sem a
preocupação com a violência, com o filho que nasceu sem
31 planejamento familiar e com os pais que estão
desempregados.
Internet: <http://pt.shvoong.com> (com adaptações).
A oração “se olharmos para a educação como um processo contínuo e duradouro” (linhas 28 e 29), no contexto do parágrafo, além de estabelecer relação de condição, também pode ser compreendida como uma informação relativa a
Texto III, para responder às questões de 11 a 14.
A educação no Brasil tem solução!
1 Segundo o dicionário, educação significa
desenvolvimento e orientação das aptidões do indivíduo, por
isso não é uma definição isolada, mas um processo que está
4 dividido em três áreas da aprendizagem: cognitiva, afetiva e
psicomotora. A área cognitiva representa o conhecimento
propriamente dito, a afetiva está relacionada com os
7 sentimentos e a área psicomotora está ligada aos
movimentos corporais.
Parafraseando Paulo Freire, educar é influenciar um
10 aluno de tal maneira que ele não se deixe influenciar; para
isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional
segundo o qual o aluno se torna um espectador passivo no
13 processo ensino-aprendizagem.
Nesse processo, o outro lado da moeda é a figura
do professor. Em um país com dimensões continentais e
16 grandes diferenças sociais, somente os mestres têm a
capacidade de compreender as dificuldades e as principais
reformas relacionadas com o ensino. Buscando sempre o
19 autoaperfeiçoamento e a capacitação profissional, para estar
à altura das cobranças que hão de surgir, os professores
devem então conhecer as técnicas de didática, utilizando
22 vários processos de ensino para que o aluno não seja
apenas espectador, e, sim, que busque o conhecimento, o
chamado “aprender a aprender”, imprescindível para a
25 construção de um conhecimento sólido.
Existem inúmeras fórmulas de realizarmos uma
mudança no sistema de ensino brasileiro, mas esta somente
28 funcionará se olharmos para a educação como um processo
contínuo e duradouro. Dessa forma, será criado um ambiente
favorável para que os nossos jovens possam estudar, sem a
preocupação com a violência, com o filho que nasceu sem
31 planejamento familiar e com os pais que estão
desempregados.
Internet: <http://pt.shvoong.com> (com adaptações).
As expressões “por isso” (linhas 2 e 3), “de tal maneira que” (linha 10) e “mas” (linha 27) são, respectivamente, equivalentes a