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As ações de vigilância da saúde devem desencadear ações que propiciem a preservação do meio ambiente e a promoção de entornos e ambientes mais seguros e saudáveis.
Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do SUS e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária.
O processo de planejamento e orçamento do SUS será descendente, do nível federal até o local, ouvidos seus órgãos consultivos.
É permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa, desde que aprovados pelo respectivo conselho de saúde.
Os conselhos de saúde atuam na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.
Os conselhos de saúde são órgãos colegiados deliberativos.
Para se realçar “mecanismos de monitoração” (l.2), em vez de “regime trabalhista” (l.1), poderia ser usada a voz passiva, escrevendo-se são instituídos em vez de “institui” (l.2), sem que a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto fossem prejudicadas.
Qual é a conduta adequada?
A definição atual da ASTRO (american society for therapeutic radiology and oncology) para a recorrência bioquímica após a radioterapia é a de 3 elevações consecutivas do PSA após o PSA Nadir.
O PSA Nadir, cujo valor ideal é inferior a 0,5 ng/dL, é um fator prognóstico importante após a radioterapia como tratamento primário, sendo que o tempo necessário para atingi-lo mostra-se inversamente proporcional à sobrevida livre de doença.
A reação de Jarisch-Herxheimer caracteriza-se por cefaleia, mialgia, febre, taquicardia e taquipneia e ocorre nas primeiras 24 h após a administração intramuscular de penicilina benzatina para o tratamento da sífilis.
Até 10 % das mulheres que procuram pronto-socorros com quadros de ITU recorrentes ou sintomas de ITU e culturas urinárias negativas apresentam alguma DST, mesmo que tais mulheres mantenham relacionamentos homossexuais.
Os pacientes portadores do vírus HIV têm probabilidade maior de evoluírem com câncer de testículo, e os protocolos de tratamento devem ser diferentes nesses pacientes, pois acentuam a imunossupressão.
Que conduta devemos tomar?
Que cidade, que não Brasília, poderia oferecer ao mundo um escândalo tão completo? E que reunisse, de uma só vez, todos os pecados capitais? No vídeo do governador José Roberto Arruda, logo aparecem a preguiça e a gula. Primeiro, ele estira o corpo na poltrona, como se repousasse sob a sombra de uma palmeira. Mas, quando o ex-secretário Durval Barbosa exibe um maço de R$ 50 mil, o predador Arruda saliva e salta em direção ao dinheiro como se fosse a mais rara das iguarias. Na cena seguinte, Marcelo Carvalho, operador do vice Paulo Octávio, recolhe a mala para o chefe. Um dos homens mais ricos de Brasília e talvez tão avarento como o Harpagon, de Molière. Soberbo, por sua vez, foi o deputado Leonardo (Im) Prudente, aquele que escondeu nas meias sua propina. Ira e inveja motivaram Durval e seus patrocinadores, que, durante anos, filmaram cada cena do espetáculo. E a luxúria esteve presente em tudo, pois o escândalo Arruda já nem pode ser definido como “batom na cueca”. Foi sexo explícito, à luz do dia.
Brasília, que nasceu do sonho faraônico de Juscelino Kubitschek, não é apenas uma cidade singular, terra de lobistas e grileiros, onde tantas fortunas sem pedigree foram criadas nos últimos 50 anos. É também uma capital surreal e quase psicodélica. Em que outro lugar do mundo o corregedor da Câmara, Júnior Brunelli, ergueria as mãos para os céus depois de roubar? Na oração, ele diz: “Senhor, eu sou vulnerável, mas preciso de instrumentos... Somos gratos pela vida do Durval, que é uma bênção em nossas vidas... Precisamos de cobertura, Senhor. Precisamos de uma cidade diferente.” Foi como se tentasse explicar ao Todo-Poderoso que, na política, os fins justificam os meios. Imoral? Não, apenas amoral. Digno de uma gente que talvez nunca tenha sabido diferenciar o certo do errado. E que se esqueceu apenas de acrescentar algumas frases à prece, como “afastai-nos da Polícia Federal”, “apagai as imagens” e “emudecei os grampos”.
Quando conseguiu se eleger governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda ganhou uma segunda chance. Ele, que renunciou para não ser cassado, depois de flagrado por ISTOÉ no escândalo da violação do painel do Senado, foi perdoado pela população de Brasília. Só que agora, por mais elevadas que sejam as rezas, não haverá saída. Redenção, só existe uma. E, ao tentar justificar seu crime dizendo que usou o dinheiro para comprar panetones, o governador apenas acrescentou ao mais fantástico escândalo já visto no Brasil a também mais esfarrapada das desculpas. Tudo é tão inacreditável que até a rima final será perfeita. “Arruda na Papuda”, é o que já diz o povo nas ruas. E a Papuda, para quem não a conhece, é o maior presídio de Brasília.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/20738_PECADOS+CAPITAIS>. Acesso em 20 dez 2009.
Assinale a alternativa cuja expressão foi empregada em sentido conotativo.