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Q736765 Radiologia
O tipo histológico mais frequente no Câncer de colo de útero é o
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Q736764 Radiologia
Paciente é portadora de câncer de colo de útero. Em exame clínico, foi vista uma lesão de 5 cm em colo uterino e comprometimento parcial de paramétrio direito. Qual é o tratamento mais indicado?
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Q736763 Radiologia
Em pacientes portadores de Seminoma Clássico estádio I, qual dos tratamentos apresentados a seguir NÃO é indicado na adjuvância?
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Q736762 Radiologia
Dos tratamentos apresentados a seguir, qual é o único inadequado para pacientes de baixo risco?
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Q736761 Radiologia
Um paciente portador de Câncer de próstata foi tratado com prostatectomia radical. No seguimento urológico, teve o PSA mensurado em 0,5 ng/ml, repetido e confirmado em 3 ocasiões diferentes. Qual é a dose de radioterapia mais indicada nesse caso?
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Q736760 Radiologia
Um paciente é portador de adenocarcinoma de próstata, com estadiamento T2, Gleason 8 e PSA = 22. Qual é a classificação de risco do paciente?
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Q736759 Radiologia
O que é tratamento com hipofracionamento?
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Q736758 Radiologia
Um radioterapeuta, ao tratar um paciente com Câncer de Próstata, possui um acelerador linear com dois feixes de fótons, um com 6 MV e o outro com 12 MV. Qual é a melhor energia para se utilizar e por quê?
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Q736757 Radiologia
Assinale a alternativa que apresenta uma característica correta do uso do feixe de elétrons no tratamento radioterápico.
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Q717847 Direito Constitucional
A Constituição Federal brasileira, de 05 de outubro de 1988, declara que a saúde é direito de todos e dever
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Q717846 Direito Constitucional
Acerca da Ordem Social, de acordo com a Constituição Federal brasileira, de 05 de outubro de 1988, é correto afirmar que
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Q717830 Português

                                                 A lista de desejos

                                                                                                                     Rosely Sayao


     Acabou a graça de dar presentes em situações de comemoração e celebração, não é? Hoje, temos listas para quase todas as ocasiões: casamento, chá de cozinha e seus similares – e há similares espantosos, como chá de lingerie –, nascimento de filho e chá de bebê, e agora até para aniversário.

       Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente, a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.  

        A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist” porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.

         Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!

      Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...

         E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir  seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.

      Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.

      Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.

           Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!”? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.

       Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.



     
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml

Em “... às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...”, podemos afirmar que nesse caso a crase foi utilizada
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Q717829 Português

                                                 A lista de desejos

                                                                                                                     Rosely Sayao


     Acabou a graça de dar presentes em situações de comemoração e celebração, não é? Hoje, temos listas para quase todas as ocasiões: casamento, chá de cozinha e seus similares – e há similares espantosos, como chá de lingerie –, nascimento de filho e chá de bebê, e agora até para aniversário.

       Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente, a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.  

        A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist” porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.

         Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!

      Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...

         E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir  seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.

      Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.

      Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.

           Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!”? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.

       Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.



     
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml

Em “... que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias.”, o termo destacado retoma
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Q719259 Medicina
Paciente, masculino, portador de uma lesão cutânea em braço esquerdo, foi submetido à ressecção cirúrgica com anátomo patológico de melanoma in situ, margens livres e adequadas. Qual é a conduta a adequada?
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Q719258 Medicina
Quando indicado o tratamento de irradiação profilática de crânio em paciente com câncer de pulmão de pequenas células, quais são a dose e o fracionamento mais utilizados?
Alternativas
Q719257 Medicina
Qual das patologias apresentadas a seguir é relacionada a uma maior chance do paciente desenvolver um neurinoma do acústico?
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Q719256 Medicina
Em relação à indicação de radioterapia no tratamento de gliomas de alto grau, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q719255 Medicina
A radioterapia é uma etapa importante no tratamento dos pacientes portadores de Linfoma de Hodgkin. Quando necessário, principalmente naqueles pacientes com risco desfavorável, qual é a dose de radioterapia mais utilizada?
Alternativas
Q719254 Medicina

Paciente do sexo feminino apresenta diagnóstico de câncer de mama, tumor palpável de 7 cm e 1 linfonodo axilar palpável móvel. Qual é o estadiamento clínico TNM dessa paciente?

Alternativas
Respostas
181: B
182: E
183: A
184: E
185: C
186: C
187: A
188: B
189: D
190: D
191: B
192: B
193: A
194: C
195: E
196: D
197: A
198: B
199: E
200: B