Questões de Concurso Comentadas para médico neurocirurgião

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Q4048834 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje, Assim calmo, assim triste, assim magro, Nem estes olhos tão vazios, Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, Tão simples, tão certa, tão fácil: – Em que espelho ficou perdida A minha face?
(Cecília Meireles. Obra poética, Volume 4, Biblioteca luso-brasileira: Série brasileira. Companhia J. Aguilar Editora, 1958, p. 10.)
Pode-se afirmar que o poema “Retrato” apresenta: 
Alternativas
Q4048833 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Indique, a seguir, a reescrita do trecho “apesar da preocupação dos filhos” que mantém a correção semântica e gramatical: 
Alternativas
Q4048832 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Considerando que as ações de comunicação são sempre relacionadas a intenções comunicativas, assinale o recurso linguístico destacado a seguir que denota efeito de intenção do enunciador.
Alternativas
Q4048831 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Sobre as ideias e informações trazidas ao texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2414275 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 34 e 35.


Um paciente masculino, agricultor, 54 anos, previamente hígido, apresentando história de dor lombar crônica com irradiação para ambas as pernas, com piora incapacitante nos últimos 2 meses, associada a parestesia de região dorso lateral do pé esquerdo após esforço físico.

O tratamento clínico preconizado para o caso clínico 2 é:

Alternativas
Q2414274 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 34 e 35.


Um paciente masculino, agricultor, 54 anos, previamente hígido, apresentando história de dor lombar crônica com irradiação para ambas as pernas, com piora incapacitante nos últimos 2 meses, associada a parestesia de região dorso lateral do pé esquerdo após esforço físico.

A provável etiologia do quadro de lombociatalgia descrito no caso clínico 2 é:

Alternativas
Q2414273 Medicina

A respeito dos meningeomas, é correto afirmar:

Alternativas
Q2414272 Medicina

Atualmente, recomenda-se que mulheres que desejam engravidar e sem história de defeitos do tubo neural devam ingerir ácido fólico.


Qual a quantidade de ácido fólico recomendada diariamente?

Alternativas
Q2414271 Medicina

A craniossinostose é uma anormalidade de fusão antecipada dos ossos do crânio.

Qual das craniossinostoses abaixo é a mais comum?

Alternativas
Q2414270 Medicina

Qual tumor primário maligno é mais comum no adulto?

Alternativas
Q2414269 Medicina

Dor de cabeça, vômitos e papiledema são sintomas e sinais comuns de tumores cerebrais.

Qual dos seguintes sinais também é associado a tumores de hipófise?

Alternativas
Q2414267 Medicina

Dentre os órgãos que mais originam metástase para o cérebro, qual o abaixo descrito não está em conformidade com as evidências atuais?

Alternativas
Q2414266 Medicina

Na Doença Cerebral Metastática, é correto afirmar:

Alternativas
Q2414264 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 21 a 24.


Considere uma paciente feminina, 28 anos, diabética insulina dependente desde a infância, apresentando queixa de dor em região lombar com irradiação para membro inferior esquerdo há três dias, que nas últimas 12 horas associou-se a parestesia, paresia de membros inferiores e perda do controle esfincteriano vesical. Ao exame apresentou a inspeção lesão de pele em face lateral da coxa esquerda sugestiva de furúnculo, dor à palpação da coluna em nível L5-S1, dimimuição do reflexo aquileu à esquerda e incapacidade de dorso-flexão do pé esquerdo.

Assinale a alternativa que indica corretamente o exame laboratorial mais importante para o acompanhamento e a conduta terapêutica do caso clínico 1.

Alternativas
Q2414263 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 21 a 24.


Considere uma paciente feminina, 28 anos, diabética insulina dependente desde a infância, apresentando queixa de dor em região lombar com irradiação para membro inferior esquerdo há três dias, que nas últimas 12 horas associou-se a parestesia, paresia de membros inferiores e perda do controle esfincteriano vesical. Ao exame apresentou a inspeção lesão de pele em face lateral da coxa esquerda sugestiva de furúnculo, dor à palpação da coluna em nível L5-S1, dimimuição do reflexo aquileu à esquerda e incapacidade de dorso-flexão do pé esquerdo.

O germe mais comumente encontrado nas culturas deste tipo de patologia do caso clínico 1 é:

Alternativas
Q2414262 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 21 a 24.


Considere uma paciente feminina, 28 anos, diabética insulina dependente desde a infância, apresentando queixa de dor em região lombar com irradiação para membro inferior esquerdo há três dias, que nas últimas 12 horas associou-se a parestesia, paresia de membros inferiores e perda do controle esfincteriano vesical. Ao exame apresentou a inspeção lesão de pele em face lateral da coxa esquerda sugestiva de furúnculo, dor à palpação da coluna em nível L5-S1, dimimuição do reflexo aquileu à esquerda e incapacidade de dorso-flexão do pé esquerdo.

A via de disseminação mais provável no caso clínico 1 é:

Alternativas
Q2414261 Medicina

Use o caso clínico abaixo para responder às questões 21 a 24.


Considere uma paciente feminina, 28 anos, diabética insulina dependente desde a infância, apresentando queixa de dor em região lombar com irradiação para membro inferior esquerdo há três dias, que nas últimas 12 horas associou-se a parestesia, paresia de membros inferiores e perda do controle esfincteriano vesical. Ao exame apresentou a inspeção lesão de pele em face lateral da coxa esquerda sugestiva de furúnculo, dor à palpação da coluna em nível L5-S1, dimimuição do reflexo aquileu à esquerda e incapacidade de dorso-flexão do pé esquerdo.

O caso clínico 1 descrito sugere uma patologia de coluna vertebral de origem:

Alternativas
Ano: 2021 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Balneário Camboriú - SC Provas: FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Angiologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Cirurgião Dentista - Estomatologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Cirurgião Dentista - Pacientes com Necessidades Especiais - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico - ESF - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Auditor - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Cirurgião Dentista - Periodontista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Alergologista ou Imonualergologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Dermatologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Cirurgião Geral - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Cirurgião Dentista - Protesista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Mastologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Gastroenterologista Pediátrico - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Geriatra - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Endocrinologista Pediátrico - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Infectologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Oftalmologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Neurocirurgião - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Ginecologista - Obstetra - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Ortopedista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Ortopedista Pediátrico - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Otorrinolaringologista Pediátrico - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Pediatra - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Otorrinolaringologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Proctologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Pneumologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Radiologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Regulador - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Psiquiatra Infantil - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Reumatologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Urologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Veterinário - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Cirurgião Dentista - Odontopediatra - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Anestesiologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Gastroenterologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Endocrinologista - Edital nº 004 - SMS | FEPESE - 2021 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico Pneumologista Pediátrico - Edital nº 004 - SMS |
Q2413941 Saúde Pública

A Política Nacional de Humanização, também conhecida como PNH, é uma política pública do SUS voltada para ativação de dispositivos que favoreçam ações de humanização no âmbito da atenção e da gestão da saúde no Brasil.


Assinale a alternativa correta acerca dessa temática, quantos aos objetivos, princípios e métodos.

Alternativas
Q2121313 Medicina
Recém-nascido com início agudo de encefalopatia com acidose metabólica e láctica leves e cetose. A doença metabólica mais provável é a seguinte: 
Alternativas
Q2121312 Medicina
No que se refere ao Acidente Vascular Cerebral na infância, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O acidente vascular isquêmico é idiopático em mais de 50% dos casos.
II – Na criança, os aneurismas são mais comuns na artéria carótida.
III – A apresentação da malformação de veia de Galeno é mais frequente no período neonatal. 
Alternativas
Respostas
601: C
602: B
603: B
604: B
605: E
606: C
607: D
608: C
609: A
610: B
611: E
612: A
613: D
614: A
615: C
616: E
617: B
618: C
619: B
620: D