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“Convém frisar, que naquela época ainda não existia automóvel no interior e as exaustivas viagens à Capital do Estado, eram realizadas a cavalo e (…) tinha que inevitavelmente passar por Limoeiro de Anadia, cujas lideranças políticas envidavam esforços tentando a todo custo obstruir o trabalho e a tramitação do processo de emancipação do distrito de Arapiraca. Então, as hostilidades eram constantes e quando o nosso libertador passava humildemente por Limoeiro de Anadia, em demanda da capital de Maceió, ouvia impropérios e achincalhes dirigidos a sua pessoa, por causa de sua luta em prol da emancipação de Arapiraca, numa fase em que imperava a oligarquia da família Barbosa, que tinha livre acesso aos bastidores do Palácio dos Martírios, como políticos da situação e bem prestigiados.”
(GUEDES. Zezito. Arapiraca através do tempo. Maceió: Gráfica Mastergraphy Ltda, 1999, p.49. [Adaptado]).
Baseando-se no excerto acima, marque nas alternativas abaixo, “V” para verdadeiro e “F” para falso. I - O excerto relata um dos momentos da vida de Manoel André na luta pela emancipação de Arapiraca. ( ) II - Analisando o excerto, pode-se perceber a existência de interesses de grupos familiares na disputa pelo poder político municipal. ( ) III - O excerto relata um dos momentos da vida daquele que foi a liderança na luta pela emancipação do povoado de Arapiraca, o major Esperidião Rodrigues. ( ) IV - É possível perceber nesse excerto a influência de grupos familiares locais na formação dos municípios e ainda observar as esferas do poder em nível estadual. ( ) V - Esse excerto se refere à criação do município de Arapiraca em 1848, por Manoel André, que ao deitar-se debaixo de uma arapiraca para descansar, criou o município. ( )
Qual das alternativas abaixo apresenta a sequência CORRETA de afirmações verdadeiras ou falsas:
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.
CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
- Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
- Ela não vai não: nós é que vamos nela.
- Engraçadinho duma figa! Como se chama?
- Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.
(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.
CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
- Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
- Ela não vai não: nós é que vamos nela.
- Engraçadinho duma figa! Como se chama?
- Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.
(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)
Assinale a alternativa CORRETA que apresente o motivo que levou à decisão do juiz de suspender a nomeação da deputada como ministra do trabalho escolhida por Michel Temer
Com base no texto, podemos afirmar que:
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Sistema de Bandeira Tarifária trata-se de uma forma de sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. As cores das Bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade, se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final. Acerca das bandeiras tarifárias analise as afirmações abaixo e julgue-as:
I. Na Bandeira vermelha (patamar 2) há um adicional cobrado que passa a ser proporcional ao consumo na razão de R$ 5,00 por 100 kWh (ou suas frações).
II. Quando a Bandeira vermelha está no patamar 1 há um adicional cobrado que passa a ser proporcional ao consumo na razão de R$ 4,00 por 100 kWh (ou suas frações).
III. Na Bandeira amarela há uma cobrança adicional, proporcional ao consumo, na razão de R$ 2,00 por 100 kWh (ou suas frações).
IV. Quando a Bandeira está verde, as condições hidrológicas para geração de energia são favoráveis e não há qualquer acréscimo nas contas de energia.
V. O estado de Roraima não sofre a incidência de Bandeira Tarifária, porque não faz parte do Sistema Interligados Nacional (SIN).
ESTÁ(ÃO) INCORRETA(S)
Considere a tabela abaixo que relaciona números a letras

e a seguinte soma

O resultado, na forma codificada, é:
Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.
Marina Colasanti. Doze reis e a moça no labirinto do vento. 2. Ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.
Analise as proposições e assinale a resposta CORRETA:
I – Há uma relação entre o trabalho de tecer realizado pela moça e as condições climáticas.
II – O trabalho da tecelã modifica as condições climáticas.
III – De acordo com o texto, a ação de tecer da moça não interfere diretamente no que acontece com o clima.
Esperança
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
- ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
- Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
- O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana. Nova antologia poética. 12. Ed. São Paulo: Globo, 2007