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Q3726584 Português
Marque a alternativa incorreta
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Q3662996 Matemática
O time técnico de uma empresa contém atualmente 20 funcionários e atende a 80 chamados por dia, em 8 horas de trabalho diários da equipe. Porém, é esperado que no mês de dezembro o número de chamados aumente em 25%. O gerente decidiu que não vai aumentar o número de funcionários, e combinou com eles que pagaria horas-extras pelo aumento da demanda. Supondo que a velocidade de atendimento a chamados da equipe se mantenha constante, quantas horas-extra por dia a equipe precisará trabalhar para suprir a demanda?
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Q3662994 Matemática
Em um supermercado, os analistas estão sempre avaliando o estoque para verificar se há produtos próximos da data de vencimento. Assim eles podem pensar em estratégias de precificação para aumentar as vendas. O supermercado comprou uma carga de 3000 unidades de maçãs, cujo prazo de validade é 7 dias. Sabendo-se que nos primeiros três dias foram vendidas 500 unidades. Quantas unidades por dia devem ser vendidas até o prazo de validade para que se venda todo o estoque?  
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Q3662992 Matemática
Sabendo-se que uma mangueira despeja água numa vazão constante de 0,5 litro por segundo, quanto tempo essa mangueira demoraria para encher uma piscina de 3,0 m3
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Q3662983 Matemática
Clécio afirma o seguinte:
Hoje eu tenho o dobro da idade da minha irmã, mas se ela fosse 21 anos mais velha, ela teria o dobro da minha idade.

Qual a idade de Clécio? 
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Q3662976 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. Ela cuida muito bem de seus sobrinhos.
II. O bem mais valioso da família foi avaliado em dois milhões de dólares.
III. Me lembro bem daquela época da escola.
IV. Bem, vamos ver até quando a situação se estenderá.
V. Vi que você fez toda a tarefa de casa. Muito bem!

Nas sentenças dadas, a palavra “bem” atua como substantivo apenas em:
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Q3662975 Português
Considere as palavras: I. telejornal, II. desproporcional; III. fitobiologia e IV. caprichoso. São formadas pelo processo de composição: 
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Q3662974 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada é paroxítona. 
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Q3662973 Português
Considere o seguinte excerto, retirado de uma reportagem da Revista Superinteressante: “O Doberman é banido em alguns países do leste europeu, além da Irlanda e de algumas partes dos EUA, que restringem a circulação da raça. Assim como o pit bull, ela foi criada como cão de guarda.” O uso do pronome pessoal “ela”, neste contexto, é um recurso linguístico de: 
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Q3662972 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. Chorou muito quando soube de sua reprovação.
II. Muitos alunos foram à confraternização da escola.
III. Ele é muito forte.

Nas sentenças dadas, a palavra “muito” atua como pronome indefinido apenas em: 
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Q3662971 Português
Assinale a alternativa que apresenta a sentença correta em relação ao emprego da crase. 
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Q3662970 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. Não se sabe o que aconteceu com a menina.
II. Eu te prometo que não direi nada a ele, nem a ninguém.
III. Lembro-me perfeitamente das férias de verão de 1998.

Em relação à colocação pronominal, nas sentenças dadas, ocorre ênclise apenas em: 
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Q3662969 Português
Assinale a alternativa que apresenta a sentença em que todos os pronomes são demonstrativos.
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Q3662968 Português
Assinale a alternativa em que a palavra em sua forma pluralizada está incorreta, considerando o emprego do hífen. 
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Q3662967 Português
Assinale a alternativa que apresenta a regra de acentuação correta das palavras da língua portuguesa, em conformidade com o acordo ortográfico vigente. 
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Q3662741 Português
Por que o tigre-da-tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA

Ele foi o primeiro animal extinto a ter seu RNA extraído e sequenciado, e pode ser um dos primeiros a serem trazidos de volta à vida.


O RNA do Tigre-da-Tasmânia foi extraído pela primeira vez. O Thylacinus cynocephalus, também chamado de Tilacino ou Lobo-da Tasmânia, foi extinto nos anos de 1930, e pode se tornar a primeira espécie animal a ser trazida de volta à vida. O feito foi reportado na última semana, em estudo publicado no periódico Genome Research. Mas por que esses animais foram extintos para começo de conversa e por que os cientistas querem trazer ele de volta?


A história da extinção

Apesar de parecer um cachorro (e de ser chamado de Tigre), o tigre-da-tasmânia era um marsupial, aquela classe de mamíferos que têm uma bolsa de pele onde guardam o filhote – como os cangurus. O “tigre” do nome é por causa de suas listras características nas costas. Eles eram nativos da Oceania, vivendo na Austrália e Nova Guiné, e seu processo de extinção foi gradual. Hoje em dia, as pesquisas indicam que diversos fatores levaram à extinção desses animais, mas é certo afirmar que o principal deles foi a chegada dos humanos ao continente, por volta de 50 mil anos atrás. A caça indiscriminada levou à extinção não só dos tilacinos, mas também da famosa megafauna australiana. Posteriormente, os dingos (um tipo de cão selvagem) foram levados ao continente. As duas espécies competiam pelos mesmos recursos, o que fez a população dos tilacinos diminuir ainda mais. Esse cenário confinou os animais à Tasmânia, uma ilha ao sul do continente australiano. Lá eles ficaram e sobreviveram – até a chegada dos colonos europeus, no começo do século 19. Como os tilacinos costumavam atacar as ovelhas nas fazendas, o governo criou recompensas para a caça desses animais. Resultado: dos 5 mil indivíduos que existiam na ilha até a chegada dos colonos, aproximadamente 3.500 tilacinos foram mortos, entre os anos de 1830 e 1920. Isso levou pesquisadores a pensar em formas de se proteger o animal. Mas já era tarde demais. Em setembro de 1936, o último exemplar da espécie, batizado de Benjamin, morreu no zoológico de Hobart/Beaumaris, na Tasmânia.

[...]

Lá e de volta outra vez

O tigre-da-tasmânia era um dos principais predadores da Ilha, sendo um dos responsáveis por controlar o equilíbrio entre as populações de animais da região. Sem um predador para controlar, muitas dessas espécies podem se tornar verdadeiras pragas, ameaçando o equilíbrio do ecossistema local. E é justamente esse um dos principais argumentos utilizados para trazer essa espécie de volta. A ficção científica já nos mostrou que trazer animais extintos de volta à vida não é exatamente a melhor ideia. Mas, para alguns pesquisadores, essa pode ser a melhor opção para recuperar o equilíbrio ecológico de ecossistemas inteiros que foram devastados. E a isso se dá o nome de “desextinção”. E com essa ideia em mente, e com uma façanha digna de Jurassic Park, pesquisadores conseguiram extrair o RNA de uma espécie de tigre-da-tasmânia preservado em um museu. Cientistas da Universidade de Estocolmo conseguiram extrair essa amostra de um tecido muscular e da pele do espécime. Diferentemente do DNA, o RNA é uma sequência genética que revela quais genes estão ativos. É o RNA que leva as informações contidas no nosso código genético para virarem proteínas, as moléculas responsáveis pelo funcionamento de todas as células no nosso corpo. “A recuperação dos perfis de expressão de RNA que não existem mais em células vivas expande a possibilidade de explorar a biologia de animais extintos”, explica Emilio Mármol Sánchez, professor da Universidade de Estocolmo e um dos líderes do estudo. Para isso, eles extraíram mais de 220 milhões de fragmentos de RNA da pele e músculo do animal. Então, purificaram esses fragmentos e depois conseguiram isolar e sequenciar o RNA da espécie. Foi possível identificar genes que codificam proteínas para a contração das fibras musculares, além de outra na pele responsável pela queratina. A amostra foi retirada de um espécime do Museu de História Natural de Estocolmo, de 1891. Geralmente, o RNA é mais frágil que o DNA: fora da célula, costuma se degradar em questão de minutos. Sua preservação depende de uma série de fatores, o que torna a façanha da equipe ainda mais impressionante. Essas informações serão essenciais para os projetos que visam trazer o tigre-da-tasmânia de volta à vida. [...]


Revista Superinteressante. Por que o tigre-da tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA (adaptado). Disponível em:

<https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-o-tigre-da-tasmania-foi
extinto-e-como-isolaram-seu-rna/
O emprego do hífen nas palavras tigre-da tasmânia e lobo-da-tasmânia ocorre porque: 
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Q3662740 Português
Por que o tigre-da-tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA

Ele foi o primeiro animal extinto a ter seu RNA extraído e sequenciado, e pode ser um dos primeiros a serem trazidos de volta à vida.


O RNA do Tigre-da-Tasmânia foi extraído pela primeira vez. O Thylacinus cynocephalus, também chamado de Tilacino ou Lobo-da Tasmânia, foi extinto nos anos de 1930, e pode se tornar a primeira espécie animal a ser trazida de volta à vida. O feito foi reportado na última semana, em estudo publicado no periódico Genome Research. Mas por que esses animais foram extintos para começo de conversa e por que os cientistas querem trazer ele de volta?


A história da extinção

Apesar de parecer um cachorro (e de ser chamado de Tigre), o tigre-da-tasmânia era um marsupial, aquela classe de mamíferos que têm uma bolsa de pele onde guardam o filhote – como os cangurus. O “tigre” do nome é por causa de suas listras características nas costas. Eles eram nativos da Oceania, vivendo na Austrália e Nova Guiné, e seu processo de extinção foi gradual. Hoje em dia, as pesquisas indicam que diversos fatores levaram à extinção desses animais, mas é certo afirmar que o principal deles foi a chegada dos humanos ao continente, por volta de 50 mil anos atrás. A caça indiscriminada levou à extinção não só dos tilacinos, mas também da famosa megafauna australiana. Posteriormente, os dingos (um tipo de cão selvagem) foram levados ao continente. As duas espécies competiam pelos mesmos recursos, o que fez a população dos tilacinos diminuir ainda mais. Esse cenário confinou os animais à Tasmânia, uma ilha ao sul do continente australiano. Lá eles ficaram e sobreviveram – até a chegada dos colonos europeus, no começo do século 19. Como os tilacinos costumavam atacar as ovelhas nas fazendas, o governo criou recompensas para a caça desses animais. Resultado: dos 5 mil indivíduos que existiam na ilha até a chegada dos colonos, aproximadamente 3.500 tilacinos foram mortos, entre os anos de 1830 e 1920. Isso levou pesquisadores a pensar em formas de se proteger o animal. Mas já era tarde demais. Em setembro de 1936, o último exemplar da espécie, batizado de Benjamin, morreu no zoológico de Hobart/Beaumaris, na Tasmânia.

[...]

Lá e de volta outra vez

O tigre-da-tasmânia era um dos principais predadores da Ilha, sendo um dos responsáveis por controlar o equilíbrio entre as populações de animais da região. Sem um predador para controlar, muitas dessas espécies podem se tornar verdadeiras pragas, ameaçando o equilíbrio do ecossistema local. E é justamente esse um dos principais argumentos utilizados para trazer essa espécie de volta. A ficção científica já nos mostrou que trazer animais extintos de volta à vida não é exatamente a melhor ideia. Mas, para alguns pesquisadores, essa pode ser a melhor opção para recuperar o equilíbrio ecológico de ecossistemas inteiros que foram devastados. E a isso se dá o nome de “desextinção”. E com essa ideia em mente, e com uma façanha digna de Jurassic Park, pesquisadores conseguiram extrair o RNA de uma espécie de tigre-da-tasmânia preservado em um museu. Cientistas da Universidade de Estocolmo conseguiram extrair essa amostra de um tecido muscular e da pele do espécime. Diferentemente do DNA, o RNA é uma sequência genética que revela quais genes estão ativos. É o RNA que leva as informações contidas no nosso código genético para virarem proteínas, as moléculas responsáveis pelo funcionamento de todas as células no nosso corpo. “A recuperação dos perfis de expressão de RNA que não existem mais em células vivas expande a possibilidade de explorar a biologia de animais extintos”, explica Emilio Mármol Sánchez, professor da Universidade de Estocolmo e um dos líderes do estudo. Para isso, eles extraíram mais de 220 milhões de fragmentos de RNA da pele e músculo do animal. Então, purificaram esses fragmentos e depois conseguiram isolar e sequenciar o RNA da espécie. Foi possível identificar genes que codificam proteínas para a contração das fibras musculares, além de outra na pele responsável pela queratina. A amostra foi retirada de um espécime do Museu de História Natural de Estocolmo, de 1891. Geralmente, o RNA é mais frágil que o DNA: fora da célula, costuma se degradar em questão de minutos. Sua preservação depende de uma série de fatores, o que torna a façanha da equipe ainda mais impressionante. Essas informações serão essenciais para os projetos que visam trazer o tigre-da-tasmânia de volta à vida. [...]


Revista Superinteressante. Por que o tigre-da tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA (adaptado). Disponível em:

<https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-o-tigre-da-tasmania-foi
extinto-e-como-isolaram-seu-rna/
Considere o seguinte excerto: “Como os tilacinos costumavam atacar as ovelhas nas fazendas, o governo criou recompensas para a caça desses animais.” Os verbos “costumavam” e “criou” estão conjugados, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3662739 Português
Por que o tigre-da-tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA

Ele foi o primeiro animal extinto a ter seu RNA extraído e sequenciado, e pode ser um dos primeiros a serem trazidos de volta à vida.


O RNA do Tigre-da-Tasmânia foi extraído pela primeira vez. O Thylacinus cynocephalus, também chamado de Tilacino ou Lobo-da Tasmânia, foi extinto nos anos de 1930, e pode se tornar a primeira espécie animal a ser trazida de volta à vida. O feito foi reportado na última semana, em estudo publicado no periódico Genome Research. Mas por que esses animais foram extintos para começo de conversa e por que os cientistas querem trazer ele de volta?


A história da extinção

Apesar de parecer um cachorro (e de ser chamado de Tigre), o tigre-da-tasmânia era um marsupial, aquela classe de mamíferos que têm uma bolsa de pele onde guardam o filhote – como os cangurus. O “tigre” do nome é por causa de suas listras características nas costas. Eles eram nativos da Oceania, vivendo na Austrália e Nova Guiné, e seu processo de extinção foi gradual. Hoje em dia, as pesquisas indicam que diversos fatores levaram à extinção desses animais, mas é certo afirmar que o principal deles foi a chegada dos humanos ao continente, por volta de 50 mil anos atrás. A caça indiscriminada levou à extinção não só dos tilacinos, mas também da famosa megafauna australiana. Posteriormente, os dingos (um tipo de cão selvagem) foram levados ao continente. As duas espécies competiam pelos mesmos recursos, o que fez a população dos tilacinos diminuir ainda mais. Esse cenário confinou os animais à Tasmânia, uma ilha ao sul do continente australiano. Lá eles ficaram e sobreviveram – até a chegada dos colonos europeus, no começo do século 19. Como os tilacinos costumavam atacar as ovelhas nas fazendas, o governo criou recompensas para a caça desses animais. Resultado: dos 5 mil indivíduos que existiam na ilha até a chegada dos colonos, aproximadamente 3.500 tilacinos foram mortos, entre os anos de 1830 e 1920. Isso levou pesquisadores a pensar em formas de se proteger o animal. Mas já era tarde demais. Em setembro de 1936, o último exemplar da espécie, batizado de Benjamin, morreu no zoológico de Hobart/Beaumaris, na Tasmânia.

[...]

Lá e de volta outra vez

O tigre-da-tasmânia era um dos principais predadores da Ilha, sendo um dos responsáveis por controlar o equilíbrio entre as populações de animais da região. Sem um predador para controlar, muitas dessas espécies podem se tornar verdadeiras pragas, ameaçando o equilíbrio do ecossistema local. E é justamente esse um dos principais argumentos utilizados para trazer essa espécie de volta. A ficção científica já nos mostrou que trazer animais extintos de volta à vida não é exatamente a melhor ideia. Mas, para alguns pesquisadores, essa pode ser a melhor opção para recuperar o equilíbrio ecológico de ecossistemas inteiros que foram devastados. E a isso se dá o nome de “desextinção”. E com essa ideia em mente, e com uma façanha digna de Jurassic Park, pesquisadores conseguiram extrair o RNA de uma espécie de tigre-da-tasmânia preservado em um museu. Cientistas da Universidade de Estocolmo conseguiram extrair essa amostra de um tecido muscular e da pele do espécime. Diferentemente do DNA, o RNA é uma sequência genética que revela quais genes estão ativos. É o RNA que leva as informações contidas no nosso código genético para virarem proteínas, as moléculas responsáveis pelo funcionamento de todas as células no nosso corpo. “A recuperação dos perfis de expressão de RNA que não existem mais em células vivas expande a possibilidade de explorar a biologia de animais extintos”, explica Emilio Mármol Sánchez, professor da Universidade de Estocolmo e um dos líderes do estudo. Para isso, eles extraíram mais de 220 milhões de fragmentos de RNA da pele e músculo do animal. Então, purificaram esses fragmentos e depois conseguiram isolar e sequenciar o RNA da espécie. Foi possível identificar genes que codificam proteínas para a contração das fibras musculares, além de outra na pele responsável pela queratina. A amostra foi retirada de um espécime do Museu de História Natural de Estocolmo, de 1891. Geralmente, o RNA é mais frágil que o DNA: fora da célula, costuma se degradar em questão de minutos. Sua preservação depende de uma série de fatores, o que torna a façanha da equipe ainda mais impressionante. Essas informações serão essenciais para os projetos que visam trazer o tigre-da-tasmânia de volta à vida. [...]


Revista Superinteressante. Por que o tigre-da tasmânia foi extinto – e como isolaram seu RNA (adaptado). Disponível em:

<https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-o-tigre-da-tasmania-foi
extinto-e-como-isolaram-seu-rna/
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:

I. “diversos fatores levaram à extinção desses animais”
II. “As duas espécies competiam pelos mesmos recursos”

Nas sentenças dadas, os verbos “levar” e “competir” apresentam, respectivamente, regência: 
Alternativas
Respostas
601: C
602: C
603: B
604: A
605: A
606: E
607: E
608: B
609: B
610: A
611: D
612: B
613: B
614: C
615: D
616: C
617: B
618: D
619: A
620: D