Questões de Concurso Comentadas para técnico desportivo

Foram encontradas 1.057 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3688846 Matemática
Em uma fábrica com 800 operários, 60% participaram de um curso de segurança, 30% participaram de um curso de primeiros socorros e 15% participaram dos dois cursos. Quantos operários não participaram de nenhum dos dois cursos?
Alternativas
Q3688844 Português
Nas sentenças a seguir, ocorre um sinônimo da palavra “exímio” apenas em:
Alternativas
Q3688843 Português
Todas as palavras a seguir são oxítonas, exceto:
Alternativas
Q3688842 Português
Considere a seguinte sentença: “Hoje é a comemoração do 89º aniversário da minha avó.” O numeral ordinal apresentado na sentença é escrito por extenso como:
Alternativas
Q3688841 Português
Há falta de concordância nominal em:
Alternativas
Q3688840 Português
Considere as seguintes sentenças, apresentadas a seguir:

I. Nós estamos felizes por recebê-la em casa.
II. Não há nenhum problema entre nós.
III. Pediu a nós que fizéssemos tudo por ele.

Tendo em vista as funções desempenhadas pela palavra “nós”, nas sentenças dadas, conclui-se que esse pronome pessoal é reto, e não oblíquo, apenas em:
Alternativas
Q3688839 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
A palavra “quase”, que ocorre no excerto “Eu sou quase uma coisa.”, é um:
Alternativas
Q3688838 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As colocações pronominais em “[...] leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3688837 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As formas verbais “cabia” e “enchia”, em “Não cabia num prato, mas enchia a mão.”, estão conjugadas no pretérito imperfeito do modo indicativo. Caso estivessem conjugadas no pretérito perfeito do mesmo modo, a reescrita correta da sentença dada seria:
Alternativas
Q3688836 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale aquela em que ocorre pronome indefinido.
Alternativas
Q3688835 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Após a leitura do texto, verifica-se que o que há em comum ao fazer 14, 18 e 21 anos, segundo o ponto de vista do narrador, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629195 Educação Física
Leia o texto a seguir.
Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer
[...] Nos últimos anos temos observado, no Brasil e no mundo, um aumento significativo no número de pessoas diagnosticadas com TEA [...] De acordo com o último relatório do Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), importante e respeitada agência de saúde pública americana, a estimativa atual divulgada no último relatório de 2021, a prevalência do TEA na população é de um para cada 36 crianças.
Cabe lembrar que esse número em 2004 era de um para 166 crianças e foi aumentando ao longo dos anos. Este fenômeno pode ser atribuído a uma série de fatores como maior acesso ao diagnóstico, maior número de profissionais preparados para realização do diagnóstico, maior conhecimento e conscientização sobre o transtorno por parte de pais e professores, compreensão mais ampla das manifestações do autismo, entre tantos outros.
De 2017 a 2021 tivemos no Brasil um aumento de 280% no número de estudantes diagnosticados com TEA nos ensinos infantil, fundamental ou médio. Já na educação superior, de acordo com os dados do Censo/INEP, o número de Transtornos Globais do Desenvolvimento, que incluem o TEA, aumentou de 4.018 para 6.063 entre os anos de 2021 e 2022. Como consequência desse aumento, cresce a dificuldade em incluir essas pessoas principalmente na educação superior, no qual a complexidade de atendimento é definitivamente maior.
Essa complexidade deve-se principalmente à transição de uma estrutura de apoio que no ensino fundamental e médio é mais definida e direta; à complexidade acadêmica e social mais exigente; à necessidade de maior autonomia e independência; à transição e adaptação mais exigentes, dado que há grandes mudanças na rotina e no ambiente, e finalmente falta de política e recursos educacionais capazes de suportar a diversidade de necessidades manifestadas pelos estudantes TEA.
[...] Não se trata apenas de fazer adaptações curriculares e metodológicas, de se introduzir novas tecnologias de ensino. É preciso ir além, pensar na criação de ambientes de aprendizado adaptados, verdadeiramente inclusivos e acolhedores. [...]
Não há mais espaço para dúvidas e adiamentos. As instituições precisam refletir e estudar a questão da inclusão de estudantes TEA. Criar políticas para o atendimento desses estudantes não pode estar apenas no papel, mas em ações de conhecimento, respeito, apoio e preparo de cada cidadão, sejam eles TEA ou não.

TORNELOTTO, Josiane. Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer, Revista Ensino Superior. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2024/01/10/autismo-na-universidade/. Acesso em: 22 ago. 2025. [Adaptado].


Visando orientar a estruturação de atividades físicas para esse público, em junho de 2025, o Ministério do Esporte divulgou e publicou o Guia de Atividade Física para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Quais são as recomendações presentes para a organização de ambientes de intervenção inclusivos e acolhedores?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629194 Saúde Pública
A Política Nacional de Promoção da Saúde – PNPS (Brasil, 2017) ratificou o compromisso do Estado brasileiro com a ampliação e qualificação das ações de promoção da saúde, provocando mudanças nos modos de organizar, planejar, executar e avaliar a intervenção em saúde e qualidade de vida. Em relação aos valores e princípios presentes na política, se destacam: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629193 Educação Física
A prática regular de atividades físicas induz a liberação de neurotransmissores e de hormônios associados à regulação do humor e à redução dos sintomas de ansiedade e depressão, sendo um complemento importante ao tratamento e à psicoterapia. Os exercícios recomendados para a depressão são:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629192 Educação Física
O professor de Educação Física realizou a anamnese de um dos seus alunos e, juntamente com o cálculo do índice de Massa Corporal, diagnosticou que ele apresentava uma composição corporal alta ou “IMC alto”, fato que explica o desenvolvimento da Diabetes tipo II. A prática de exercícios físicos regulares, a qualidade da dieta e o uso correto de medicação sob prescrição médica são condições para a melhoria da qualidade de vida de indivíduos diabéticos. Há evidências de que uma combinação de treinamentos aeróbios e de resistência melhora o controle glicêmico, em relação a um programa contendo somente uma das modalidades. Nesse sentido, a frequência semanal recomendada para ambas as modalidades é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629191 Educação Física
Conforme os dados presentes no Atlas Mundial da Obesidade (2025), publicado pela Federação Mundial da Obesidade, o IMC alto é um dos principais causadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis – DCNTs, e responsável anualmente por milhares de mortes prematuras. As tendências atuais sugerem que até 2030, 50% dos homens e mulheres adultos viverão com IMC alto, realidade já presente no Brasil onde 68% dos adultos estão acima do índice. Quais são as recomendações quanto ao tipo e ao tempo de duração das atividades aeróbias recomendadas para esse público?  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629190 Educação Física
De acordo com o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde em 2021, as atividades físicas podem ser realizadas em quatro domínios da vida: no tempo livre, no deslocamento, nas atividades de trabalho ou de estudo e nas tarefas domésticas. Independentemente do tipo de atividade, o documento recomenda, enquanto duração, intensidade e frequência para adultos, pelo menos 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629189 Educação Física
Silva (2022), no artigo Programas Nacionais de Atividades Físicas em Universidades Federais Brasileiras e relações com o Lazer, identificou o Programa Segundo Tempo Universitário como uma política pública específica de atividades físicas relacionadas ao lazer destinadas aos estudantes universitários. Nesse sentido, a implementação do programa em uma universidade federal é de suma importância para a oferta e o acesso às atividades físicas no âmbito do lazer. Um dos objetivos específicos de uma política pública direcionada às atividades físicas é  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629188 Educação Física
Os componentes da aptidão física podem ser relacionados à saúde e ao desenvolvimento de habilidades. Quais são os componentes relacionados à saúde?  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2025 - UFG - Técnico Desportivo |
Q3629187 Educação Física

Segundo Gomes (2009), o modelo tradicional de treinamento esportivo teve como percursor o russo Leev Matveev, em meados da década de 1950. Por muito tempo, se manteve hegemonicamente como modelo geral de treinamento. No entanto, com o avanço das ciências do esporte, os modelos contemporâneos evoluíram qualitativamente em propostas que respeitam a especificidade de cada modalidade esportiva. Entre os novos modelos, o de cargas seletivas foi organizado especificamente para qual modalidade?

Alternativas
Respostas
361: B
362: D
363: B
364: A
365: B
366: A
367: B
368: E
369: C
370: B
371: B
372: B
373: A
374: D
375: C
376: D
377: C
378: B
379: A
380: B