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Leia o texto a seguir para responder a questão:
O coreto
E vieram dizer que não haveria mais banda. A que tocava no jardim, às noites de domingo, entre o povo, as árvores e as rosas, fora demitida. A prefeitura achou que não lhe concernia a obrigação de alimentar aquela espécie de música. E aquela espécie de música se tornou deste modo um fenômeno a considerar. É dessas coisas que durante séculos se mantiveram jovens e amadas mas de repente amanheceram velhas e sozinhas. A gente sabe o que é velhice, a mesma para todos e para tudo. Um negócio chato. Às vezes, o tempo é que esgota as fontes de juventude, outras vezes não é o tempo, somente o tempo.
Há também a força de ardis e manobras que promovem o envelhecimento a curto prazo, como se faz hoje com certos vinhos e se pode fazer com os homens e com as coisas humanas. Com os vinhos para que entrem mais cedo no mercado, com os homens para que saiam dele.
A música de Chico Buarque aí está para dizer que a banda não é apenas uma evocação e uma saudade. É uma instituição, um símbolo, uma segunda linguagem nacional. Quantas vezes gostosíssima, divertida, fina e incomparável música essa das bandas.
Nesta cidade de Poços de Caldas, elas nunca faltaram, tanto nos seus grandes como nos seus pequenos acontecimentos. E, mais do que os oradores e os poetas, eram a voz do povo. Chegando um filho da terra doutor formado, chegando Pedro Sanches de sua viagem à Europa, chegando um presidente, chegando um Rui Barbosa ou um Santos Dumont, lá estava na Estação da Mogiana a banda para recebê-los em triunfo.
Mas vieram estes dias impetuosos de hoje. E por eles estive sabendo que isso não vale mais nada. Ou não vale duas patacas no orçamento municipal. O coreto no jardim ficará vazio, ou talvez já convertido num mictório. E não sei a quem dizer do meu pesar: se ao povo, se à prefeitura ou se apenas a mim mesmo.
(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão:
O coreto
E vieram dizer que não haveria mais banda. A que tocava no jardim, às noites de domingo, entre o povo, as árvores e as rosas, fora demitida. A prefeitura achou que não lhe concernia a obrigação de alimentar aquela espécie de música. E aquela espécie de música se tornou deste modo um fenômeno a considerar. É dessas coisas que durante séculos se mantiveram jovens e amadas mas de repente amanheceram velhas e sozinhas. A gente sabe o que é velhice, a mesma para todos e para tudo. Um negócio chato. Às vezes, o tempo é que esgota as fontes de juventude, outras vezes não é o tempo, somente o tempo.
Há também a força de ardis e manobras que promovem o envelhecimento a curto prazo, como se faz hoje com certos vinhos e se pode fazer com os homens e com as coisas humanas. Com os vinhos para que entrem mais cedo no mercado, com os homens para que saiam dele.
A música de Chico Buarque aí está para dizer que a banda não é apenas uma evocação e uma saudade. É uma instituição, um símbolo, uma segunda linguagem nacional. Quantas vezes gostosíssima, divertida, fina e incomparável música essa das bandas.
Nesta cidade de Poços de Caldas, elas nunca faltaram, tanto nos seus grandes como nos seus pequenos acontecimentos. E, mais do que os oradores e os poetas, eram a voz do povo. Chegando um filho da terra doutor formado, chegando Pedro Sanches de sua viagem à Europa, chegando um presidente, chegando um Rui Barbosa ou um Santos Dumont, lá estava na Estação da Mogiana a banda para recebê-los em triunfo.
Mas vieram estes dias impetuosos de hoje. E por eles estive sabendo que isso não vale mais nada. Ou não vale duas patacas no orçamento municipal. O coreto no jardim ficará vazio, ou talvez já convertido num mictório. E não sei a quem dizer do meu pesar: se ao povo, se à prefeitura ou se apenas a mim mesmo.
(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)
I. A proposta reconhece diferentes modos de aprender, rompendo com a visão unidimensional de inteligência.
II. A teoria reforça a necessidade de avaliações padronizadas como único meio de identificar o potencial dos estudantes.
III. As inteligências musical, espacial, linguística, lógico matemática, corporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal são dimensões contempladas no modelo.
Está correto o que se afirma em:
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. Recursos pedagógicos diversificados, como jogos, tecnologia assistiva e metodologias ativas, favorecem a participação de estudantes com diferentes necessidades.
II. A flexibilização curricular e a adaptação de estratégias de ensino compõem ações essenciais do trabalho docente na perspectiva inclusiva.
III. A prática inclusiva prioriza a homogeneização da turma, de modo que todos os alunos aprendam pelas mesmas vias e no mesmo ritmo.
Está correto o que se afirma em:
Are Some Sugars ‘Less Bad’ Than Others?
Q: I’m trying to limit sugar, but I love sweets. Are “natural” sweeteners like honey and agave syrup healthier alternatives to table sugar?
You probably know that the sugars in fruits, vegetables and other plants are far better for you than the added sugars often found in processed foods like sodas, candy bars and many baked goods.
But in that category of added sugars, there’s an array of sweeteners that are often seen as more “natural” or healthier than others. Honey, maple syrup and agave nectar, for instance, are commonly touted as “better for you” swaps for regular sugar, such as in many health-focused baking recipes and on social media.
Is that right? We asked three nutrition experts to help us sort it out.
Source:
https://www.nytimes.com/2025/10/28/well/eat/health-
effects-honey-maple-syrup-agave.html
Are Some Sugars ‘Less Bad’ Than Others?
Q: I’m trying to limit sugar, but I love sweets. Are “natural” sweeteners like honey and agave syrup healthier alternatives to table sugar?
You probably know that the sugars in fruits, vegetables and other plants are far better for you than the added sugars often found in processed foods like sodas, candy bars and many baked goods.
But in that category of added sugars, there’s an array of sweeteners that are often seen as more “natural” or healthier than others. Honey, maple syrup and agave nectar, for instance, are commonly touted as “better for you” swaps for regular sugar, such as in many health-focused baking recipes and on social media.
Is that right? We asked three nutrition experts to help us sort it out.
Source:
https://www.nytimes.com/2025/10/28/well/eat/health-
effects-honey-maple-syrup-agave.html
Are Some Sugars ‘Less Bad’ Than Others?
Q: I’m trying to limit sugar, but I love sweets. Are “natural” sweeteners like honey and agave syrup healthier alternatives to table sugar?
You probably know that the sugars in fruits, vegetables and other plants are far better for you than the added sugars often found in processed foods like sodas, candy bars and many baked goods.
But in that category of added sugars, there’s an array of sweeteners that are often seen as more “natural” or healthier than others. Honey, maple syrup and agave nectar, for instance, are commonly touted as “better for you” swaps for regular sugar, such as in many health-focused baking recipes and on social media.
Is that right? We asked three nutrition experts to help us sort it out.
Source:
https://www.nytimes.com/2025/10/28/well/eat/health-
effects-honey-maple-syrup-agave.html
Are Some Sugars ‘Less Bad’ Than Others?
Q: I’m trying to limit sugar, but I love sweets. Are “natural” sweeteners like honey and agave syrup healthier alternatives to table sugar?
You probably know that the sugars in fruits, vegetables and other plants are far better for you than the added sugars often found in processed foods like sodas, candy bars and many baked goods.
But in that category of added sugars, there’s an array of sweeteners that are often seen as more “natural” or healthier than others. Honey, maple syrup and agave nectar, for instance, are commonly touted as “better for you” swaps for regular sugar, such as in many health-focused baking recipes and on social media.
Is that right? We asked three nutrition experts to help us sort it out.
Source:
https://www.nytimes.com/2025/10/28/well/eat/health-
effects-honey-maple-syrup-agave.html
Are Some Sugars ‘Less Bad’ Than Others?
Q: I’m trying to limit sugar, but I love sweets. Are “natural” sweeteners like honey and agave syrup healthier alternatives to table sugar?
You probably know that the sugars in fruits, vegetables and other plants are far better for you than the added sugars often found in processed foods like sodas, candy bars and many baked goods.
But in that category of added sugars, there’s an array of sweeteners that are often seen as more “natural” or healthier than others. Honey, maple syrup and agave nectar, for instance, are commonly touted as “better for you” swaps for regular sugar, such as in many health-focused baking recipes and on social media.
Is that right? We asked three nutrition experts to help us sort it out.
Source:
https://www.nytimes.com/2025/10/28/well/eat/health-
effects-honey-maple-syrup-agave.html