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Q3750131 Pedagogia
Ao estudarem a evolução do pensamento de crianças sobre a escrita, as pesquisadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky evidenciaram a presença de fases distintas nesse processo, resultantes das hipóteses que as crianças constroem durante cada fase. Em conformidade com essas pesquisadoras, quando a criança percebe que a escrita está relacionada com as partes orais que pronuncia ao falar as palavras, supondo que apenas uma letra pode representar as sílabas graficamente, sua hipótese sobre a escrita é:  
Alternativas
Q3750130 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9394/96 aponta para a avaliação escolar a ser realizada dentro de um processo educativo que prioriza aspectos qualitativos sobre aspectos quantitativos.
A partir desse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O professor pode fazer uso de qualquer instrumento de avaliação, seja teste, prova, redação, arguição etc. desde que seja corretamente elaborado e adequado aos objetivos de ensino-aprendizagem dos estudantes.
POR QUE:
II. Os dados coletados para a avaliação da aprendizagem devem subsidiar a descrição do desempenho de cada um e de todos os estudantes que se encontram sob os cuidados pedagógicos do professor.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3750129 Pedagogia
A prática do professor é marcada por momentos de ação e reflexão. A partir desse contexto, o plano de trabalho do professor:
I. é organizado em um processo de reflexão sobre a ação, na ação e para a ação.
II. é executado dentro de um contexto de açãoreflexão-ação.
III. a execução do plano pressupõe, exclusivamente, a ação.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3750128 Pedagogia
Assinale a alternativa que contém uma regra comum da organização básica nos para os níveis fundamental e médio, em conformidade com a LDB Nº 9.394/96.  
Alternativas
Q3750127 Pedagogia
A partir do contexto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9.394/96, analise as proposições a seguir.
I. Os níveis e as modalidades da educação básica são: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.
II. Educação profissional e tecnológica corresponde a um nível de ensino da educação básica.
III. A educação infantil é o primeiro nível da educação básica.
Está CORRETO o que se afirmar apenas em:
Alternativas
Q3750126 Pedagogia
O avanço das políticas públicas de inclusão da pessoa com deficiência, nas últimas décadas, vem provocando algumas mudanças no espaço escolar. Assinale a alternativa que aponta para um ganho real, considerando o aspecto legal da Política. 
Alternativas
Q3750125 Pedagogia
A formação de conceitos, de acordo com a concepção vigotskiana, organiza-se em um sistema consistentes de inter-relações.
A partir desse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A aprendizagem desperta processos internos de desenvolvimento que só podem ocorrer quando o indivíduo interage com outras pessoas.
POR QUE:
II. O desenvolvimento de conceitos científicos resulta de um processo de internalização dos conhecimentos científicos de uma determinada cultura.
Alternativas
Q3750124 Pedagogia
Analise as possíveis competências gerais da Base Nacional Comum Curricular:
I. Conhecimento
II. Argumentação
III. Autoconhecimento e autocuidado
IV. Cidadania e Humanidades
V. Repertório Digital
Conforme análise, é possível afirmar que estão corretas:
Alternativas
Q3750117 Pedagogia
O planejamento e a avaliação são dimensões inerentes ao trabalho escolar, principalmente pelo fato da escola buscar resultados, mediante ações pedagógicas e administrativas, contempladas na missão de educar-ensinar-instruir.
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I. As ações pedagógico-didáticas da escola devem ser avaliadas, em razão dos objetivos básicos da instituição.
POR QUE:
II. A avaliação de todas as atividades da escola se apresenta como uma necessidade de controle dos resultados da escola; mas essa avaliação não pode ser feita de modo isolado.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3750092 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva

        Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

        O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?

Alta cultura e baixa cultura?

        Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.
   
        Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.
    
        É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.
    
        Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.
   
        “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.
    
        A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.

Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Na frase “Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade”, retirada do texto de Fernando da Silva, o termo destacado em negrito exerce função sintática de:
Alternativas
Q3747571 Matemática

O conjunto das soluções reais da equação abaixo é: 


Xx²-3x-10 = 1

Alternativas
Q3747569 Matemática
O valor de m para que na divisão do polinômio P(x) = 8x3 + 4x2 + 2x + m  pelo polinômio Q(x) = 2x + 1 o resto seja igual a 5 é:
Alternativas
Q3747568 Matemática
Dado que senα = x2 - 5x + 5,  então x ∈ ℝ tal que:
Alternativas
Q3747567 Matemática

Observe a sequência numérica S abaixo:


S = -3, 2, 3/2, 5, -3/4, 8, 3/8, 11...



O vigésimo primeiro termo de S é: 

Alternativas
Q3747565 Matemática
Um comerciante adquiriu para revenda duas mercadorias, X e Y, cada uma pelo mesmo preço de custo. A mercadoria X foi revendida com lucro de 25% e a mercadoria Y com prejuízo de 5%. O total das duas revendas foi de R$1.848,00. Logo, o lucro total do comerciante após essas revendas foi de:
Alternativas
Q3747563 Matemática
Duas funções, f e g, são tais que f(x + 1) = x- 9x + 20 e g(x - 3) = x2 - 5x + 6 . Assim, a mediana entre os zeros de f (x) e g(x) é:
Alternativas
Q3747562 Matemática
Um terreno em forma de losango tem suas diagonais medindo 15 metros e 16 metros. Esse terreno está à venda com desconto de 30%, pelo preço de R$168.000,00. Qual o valor do metro quadrado desse terreno sem o desconto?
Alternativas
Q3747561 Matemática
A idade de André está para a idade de Beto assim como 5 está para 6, e a idade de Beto está para a de Carlos assim como 2 para 3. Daqui a 5 anos, a soma das idades de André, Beto e Carlos será 55 anos. A idade atual de Carlos é:
Alternativas
Q3747553 Inglês
TEXT 2

English Should Not Be Taught Like It’s Physics: Rethinking How We Teach Beginner Level Learners

Introduction


When teaching English to beginner-level learners, one of the biggest mistakes we make is treating the language like a set of scientific formulas to be memorized. In the quintessential classroom of traditional, test-focused educational systems, English is often taught as though it were physics; it’s rigid, theoretical, and abstract. Language, however, is a far cry from the aforementioned descriptions. Language is dynamic, flexible, and has a certain “feel” to it.

The problem with the “Physics” Approach

Picture this: you walk into a physics class and sit down. Immediately, all sorts of theories, equations, and vocabulary you’ve never heard before are being thrown at you without any context. Doesn’t feel good, does it? That’s how many beginner-level English learners feel. This method relies heavily on grammar drills, vocabulary lists, and some pretty unnatural textbook dialogues. Learners may know the structure of the present perfect tense, but they choke when asked, “How was your weekend?” Why? Because they’ve been trained to decode language like a formula; not use it as a tool for expression.

What language really is

Language is instinctive. We don’t learn our first language by studying grammar rules, but rather through interaction, repetition, and real-life use. Babies don’t sit down with textbooks in their lap. They listen, observe, repeat, and gradually experiment; with zero fear of making mistakes. This is how language sticks. For beginner-level learners, especially adults, we need to replicate that natural process as much as possible. The focus should shift from knowledge about the language to using the language. There should also be some emphasis on making sure the process is enjoyable.

Rethinking success

We need to redefine what success looks like in beginner English classes. It’s not about perfect grammar. It’s about confidence, connection, and the ability to navigate simple conversations. It’s about the listener’s ability to understand what is being said by the speaker and vice-versa. I remember when I’d tease my grandma for mispronouncing words (for example, she’d say “brade” instead of “blade”), and her retort would be, “You understood me though, didn’t you?!”

It’s a win if a student can say, “I like sushi. You?” If they can ask, “Where is the toilet?” when they’re pressed, they’ve got more success than someone who has 50 verbs memorized but can’t use them.

Conclusion

English is NOT physics. It’s not about solving problems on paper; it’s about expressing thoughts and being understood, building relationships and making life easier in an everchanging global world. If we want our students to thrive, as well as keep being interested in improving and using English long after moving on from our lessons together, we need to stop treating the language like a set of scientific formulas and start treating it like what it truly is: a human skill.

Let’s make the classroom a space of interaction and communication, not calculation.


Content extracted and adapted from: https://www.hltmag.co.uk/oct25/english-should-not-be-taught-like-it-sphysics
Take into account that certain English words are very similar in spelling and meaning to their Brazilian Portuguese counterparts because they come from the same origin. These words are known as “cognates”. With this in mind, choose the only option that correctly lists five English real cognates present in Text 2:
Alternativas
Q3747552 Inglês
TEXT 2

English Should Not Be Taught Like It’s Physics: Rethinking How We Teach Beginner Level Learners

Introduction


When teaching English to beginner-level learners, one of the biggest mistakes we make is treating the language like a set of scientific formulas to be memorized. In the quintessential classroom of traditional, test-focused educational systems, English is often taught as though it were physics; it’s rigid, theoretical, and abstract. Language, however, is a far cry from the aforementioned descriptions. Language is dynamic, flexible, and has a certain “feel” to it.

The problem with the “Physics” Approach

Picture this: you walk into a physics class and sit down. Immediately, all sorts of theories, equations, and vocabulary you’ve never heard before are being thrown at you without any context. Doesn’t feel good, does it? That’s how many beginner-level English learners feel. This method relies heavily on grammar drills, vocabulary lists, and some pretty unnatural textbook dialogues. Learners may know the structure of the present perfect tense, but they choke when asked, “How was your weekend?” Why? Because they’ve been trained to decode language like a formula; not use it as a tool for expression.

What language really is

Language is instinctive. We don’t learn our first language by studying grammar rules, but rather through interaction, repetition, and real-life use. Babies don’t sit down with textbooks in their lap. They listen, observe, repeat, and gradually experiment; with zero fear of making mistakes. This is how language sticks. For beginner-level learners, especially adults, we need to replicate that natural process as much as possible. The focus should shift from knowledge about the language to using the language. There should also be some emphasis on making sure the process is enjoyable.

Rethinking success

We need to redefine what success looks like in beginner English classes. It’s not about perfect grammar. It’s about confidence, connection, and the ability to navigate simple conversations. It’s about the listener’s ability to understand what is being said by the speaker and vice-versa. I remember when I’d tease my grandma for mispronouncing words (for example, she’d say “brade” instead of “blade”), and her retort would be, “You understood me though, didn’t you?!”

It’s a win if a student can say, “I like sushi. You?” If they can ask, “Where is the toilet?” when they’re pressed, they’ve got more success than someone who has 50 verbs memorized but can’t use them.

Conclusion

English is NOT physics. It’s not about solving problems on paper; it’s about expressing thoughts and being understood, building relationships and making life easier in an everchanging global world. If we want our students to thrive, as well as keep being interested in improving and using English long after moving on from our lessons together, we need to stop treating the language like a set of scientific formulas and start treating it like what it truly is: a human skill.

Let’s make the classroom a space of interaction and communication, not calculation.


Content extracted and adapted from: https://www.hltmag.co.uk/oct25/english-should-not-be-taught-like-it-sphysics
The expression “zero fear of making mistakes”, extracted from Text 2, emphasizes the importance of:
Alternativas
Respostas
10681: C
10682: C
10683: E
10684: A
10685: A
10686: B
10687: D
10688: E
10689: A
10690: C
10691: A
10692: A
10693: C
10694: A
10695: B
10696: D
10697: A
10698: C
10699: A
10700: C