Questões de Concurso
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
( ) A educação musical multicultural implica compreender repertórios tradicionais como sistemas simbólicos historicamente situados, e não como essências culturais fixas.
( ) A BNCC orienta o ensino de música prioritariamente para a uniformização estética nacional, restringindo a diversidade de repertórios ao campo das manifestações folclóricas.
( ) Em abordagens críticas de educação musical, o uso do cancioneiro brasileiro pode funcionar como ferramenta de negociação identitária, permitindo a problematização de desigualdades sociais.
( ) A adoção de repertórios “neutros culturalmente” é recomendada pela literatura especializada para evitar conflitos entre culturas escolares e comunitárias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Rearmonização.
2. Dobras (doubling).
3. Contracanto.
4. Distribuição por camadas (layering).
Coluna 2
( ) Inclusão de linhas melódicas secundárias que dialogam com o tema principal, enriquecendo a textura.
( ) Alteração da sequência de acordes mantendo a melodia original e a coerência geral do arranjo.
( ) Reforço de uma mesma linha por diferentes instrumentos para ampliar corpo sonoro.
( ) Organização do material musical em diferentes planos sonoros, criando profundidade e contraste.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. As reformas urbanas e os projetos higienistas implementados no Rio de Janeiro entre o final do século XIX e o início do XX alteraram significativamente a cartografia sonora da cidade, restringindo o espaço de manifestações populares – frequentemente associadas a comunidades negras – em áreas centrais.
II. As políticas culturais do Estado Novo incorporaram repertórios populares à construção de um ideário de nacionalidade, porém de forma seletiva e regulada, mantendo tensões entre cultura oficial e práticas musicais autônomas.
III. A modinha e o lundu, durante o período imperial, configuraram-se como gêneros que circularam entre diferentes grupos sociais, evidenciando intercâmbios entre repertórios populares – em grande parte de matriz afro-brasileira – e práticas musicais letradas.
IV. A consolidação da indústria fonográfica e a introdução das gravações elétricas, na década de 1930, resultaram em imediata equiparação institucional entre gêneros populares urbanos e repertórios eruditos, suprimindo distinções hierárquicas na recepção crítica da época.
Quais estão corretas?
Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar… Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar… Queria subir ao céu, Queria descer ao mar…
E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar… Estava perto do céu, Estava longe do mar…
E como um anjo pendeu As asas para voar… Queria a lua do céu, Queria a lua do mar…
As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par… Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao mar…
“Ismália” é um poema ___________ e nele se identifica a temática do(a) ______________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase acima.
“sigo à procura de um lugar que me represente”.
“Ao contrário dos sepultamentos, nunca relacionei o ritual de espalhar as cinzas de uma pessoa a um momento de solenidade e tristeza, ao contrário, sempre simpatizei com sua possibilidade de humor”.
( ) É possível identificar não apenas preposições em sua forma base, como também combinação e contração delas com outras palavras.
( ) Há a ocorrência de três preposições diferentes no trecho.
( ) Todas as preposições identificadas no trecho são essenciais.
A ordem correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A restauração das liberdades políticas conviveu com forte polarização ideológica, vigilância sobre movimentos sociais e conflitos partidários impulsionados pelo ambiente global bipolarizado.
II. O funcionamento harmônico entre Executivo, Legislativo e Judiciário consolidou um ambiente político estável, praticamente isento de crises institucionais ou disputas entre facções opositoras.
III. As garantias constitucionais foram acompanhadas por severas restrições ao sufrágio e pela limitação à autonomia sindical, comprometendo a participação política de amplos setores sociais.
Quais estão corretas?
( ) A consolidação das monarquias absolutas implicou negociações contínuas com elites regionais, sistemas fiscais complexos e a construção simbólica da autoridade régia como fundamento de unidade política.
( ) O absolutismo eliminou os poderes intermediários, retirando das cortes aristocráticas e corporações qualquer influência política; suprimiu a autonomia municipal e tornou-se responsável pela nomeação do poder local.
( ) As práticas absolutistas nivelaram o controle estatal sobre a economia, estabelecendo modelos uniformes de tributação, consolidando os princípios mercantilistas e fortalecendo os monopólios régios na Europa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A mobilidade camponesa constituiu elemento do sistema feudal na Alta Idade Média, pois, apesar das obrigações costumeiras, grande parte dos servos podia circular livremente entre diferentes domínios senhoriais, favorecendo a consolidação de mercados regionais integrados.
II. O comitatus estava baseado na concessão de benefícios e na reciprocidade juramentada, contribuindo para um quadro de fragmentação política, no qual a autoridade monárquica estava condicionada por fidelidades locais e pelas jurisdições particulares dos nobres.
III. O feudo era uma unidade territorial estruturalmente padronizada em toda a Europa ocidental, apresentando uniformidade nas obrigações servis, na organização das terras (manso senhorial, reserva e manso servil) e no regime jurídico aplicável às comunidades aldeãs.
Quais estão corretas?
I. A aprendizagem da disciplina de Geografia na Educação Básica tem como um de seus objetivos estimular o desenvolvimento do raciocínio geográfico para pensar e resolver problemas que os estudantes enfrentam nos seus diferentes contextos sociais.
II. A aprendizagem da disciplina de Geografia precisa superar a descrição dos fatos e estimular o pensamento crítico dos estudantes.
III. Uma das cinco unidades temáticas propostas pela BNCC é a das formas de representação e pensamento espacial, que tem como objetivo o desenvolvimento da interpretação de mapas, sem estímulo à elaboração dos mapas pelos estudantes.
( ) As migrações pendulares são caracterizadas pelas movimentações diárias de pessoas que, ao final do dia, retornam para suas localizações de origem.
( ) As migrações de transumância são consideradas semelhantes às migrações pendulares, pois em ambas existe a movimentação diária e o retorno das pessoas para suas localizações de origem.
( ) As migrações internas, quando ocorrem dentro do mesmo país, são caracterizadas pela movimentação de pessoas do urbano para urbano, sem deslocamentos de pessoas em escala rural-urbana.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Os mapas temáticos não necessitam de mapas-base, tendo em vista que são elaborados a partir
( ) Os mapas técnicos são semelhantes às cartas-imagem.
( ) Os mapas genéricos são, em geral, desprovidos de grande precisão.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: