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Q3929320 Português
Quando a foice da morte colhe a vida/ é que a gente percebe
não ser nada 


No silêncio do passo traiçoeiro 
ela arranca de vez o coração 
leva a alma deixando a solidão
não importa se é pobre ou tem dinheiro
é de todos caminhão derradeiro 
qualquer rota recai sobre essa estrada
deixa toda alegria cancelada
e no peito uma dor sem ter medida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada.  

Não informa o momento da partida
desse trem da desgraça que aparece  
de repente ele surge, o ser padece
sem nem mesmo acenar na despedida
quanto mais a dor vem, mais é doída
não tem corpo e parece tão pesada
cada lágrima vertida uma pancada
não tem volta, o caminho é só de ida  
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

Não se atenta pra ritos de passagem 
onde passa seu rastro é de caixão
não permite um adeus nem oração
dos infernos carregam uma mensagem
estendendo ataúdes na viagem
ao fechar os esquifes da morada
a saudade ainda fica apertada
quem morreu transferiu a dor sofrida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

(Tiago Nascimento Silva. Conta, contão e medalha. Quando a foice da morte corre a vida/ é que a gente percebe não ser nada, p. 106. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023)

No trecho da segunda estrofe “Não informa o momento da partida / desse trem da desgraça que aparece”, o autor utiliza a metáfora do “trem da desgraça” para representar a morte. Com base na leitura integral da estrofe, a principal característica da morte ressaltada pelo eu lírico é a sua: 
Alternativas
Q3929319 Português
Quando a foice da morte colhe a vida/ é que a gente percebe
não ser nada 


No silêncio do passo traiçoeiro 
ela arranca de vez o coração 
leva a alma deixando a solidão
não importa se é pobre ou tem dinheiro
é de todos caminhão derradeiro 
qualquer rota recai sobre essa estrada
deixa toda alegria cancelada
e no peito uma dor sem ter medida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada.  

Não informa o momento da partida
desse trem da desgraça que aparece  
de repente ele surge, o ser padece
sem nem mesmo acenar na despedida
quanto mais a dor vem, mais é doída
não tem corpo e parece tão pesada
cada lágrima vertida uma pancada
não tem volta, o caminho é só de ida  
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

Não se atenta pra ritos de passagem 
onde passa seu rastro é de caixão
não permite um adeus nem oração
dos infernos carregam uma mensagem
estendendo ataúdes na viagem
ao fechar os esquifes da morada
a saudade ainda fica apertada
quem morreu transferiu a dor sofrida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

(Tiago Nascimento Silva. Conta, contão e medalha. Quando a foice da morte corre a vida/ é que a gente percebe não ser nada, p. 106. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023)

Ainda referente à primeira estrofe, o eu lírico usa recursos estilísticos para expressar a inexorabilidade da morte. Com base na análise destes recursos presentes no texto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3929318 Português
Quando a foice da morte colhe a vida/ é que a gente percebe
não ser nada 


No silêncio do passo traiçoeiro 
ela arranca de vez o coração 
leva a alma deixando a solidão
não importa se é pobre ou tem dinheiro
é de todos caminhão derradeiro 
qualquer rota recai sobre essa estrada
deixa toda alegria cancelada
e no peito uma dor sem ter medida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada.  

Não informa o momento da partida
desse trem da desgraça que aparece  
de repente ele surge, o ser padece
sem nem mesmo acenar na despedida
quanto mais a dor vem, mais é doída
não tem corpo e parece tão pesada
cada lágrima vertida uma pancada
não tem volta, o caminho é só de ida  
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

Não se atenta pra ritos de passagem 
onde passa seu rastro é de caixão
não permite um adeus nem oração
dos infernos carregam uma mensagem
estendendo ataúdes na viagem
ao fechar os esquifes da morada
a saudade ainda fica apertada
quem morreu transferiu a dor sofrida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

(Tiago Nascimento Silva. Conta, contão e medalha. Quando a foice da morte corre a vida/ é que a gente percebe não ser nada, p. 106. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023)

Na primeira estrofe do texto em estudo, o autor utiliza diversas metáforas para tratar de um tema universal. Com base na leitura, assinale a alternativa que descreve corretamente a visão apresentada sobre a morte: 
Alternativas
Q3929317 Português
Quando a foice da morte colhe a vida/ é que a gente percebe
não ser nada 


No silêncio do passo traiçoeiro 
ela arranca de vez o coração 
leva a alma deixando a solidão
não importa se é pobre ou tem dinheiro
é de todos caminhão derradeiro 
qualquer rota recai sobre essa estrada
deixa toda alegria cancelada
e no peito uma dor sem ter medida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada.  

Não informa o momento da partida
desse trem da desgraça que aparece  
de repente ele surge, o ser padece
sem nem mesmo acenar na despedida
quanto mais a dor vem, mais é doída
não tem corpo e parece tão pesada
cada lágrima vertida uma pancada
não tem volta, o caminho é só de ida  
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

Não se atenta pra ritos de passagem 
onde passa seu rastro é de caixão
não permite um adeus nem oração
dos infernos carregam uma mensagem
estendendo ataúdes na viagem
ao fechar os esquifes da morada
a saudade ainda fica apertada
quem morreu transferiu a dor sofrida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

(Tiago Nascimento Silva. Conta, contão e medalha. Quando a foice da morte corre a vida/ é que a gente percebe não ser nada, p. 106. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023)

No contexto do poema acima, os termos da terceira estrofe “ataúdes” e “esquifes” estabelecem uma relação de sinonímia, referindo-se a um mesmo objeto. Assinale a alternativa que apresenta sinônimos adequados para ambas as palavras, mantendo o sentido original do texto: 
Alternativas
Q3929310 Matemática

Considere o Triângulo de Pascal, em que a linha n (com n > 0) contém os coeficientes binomiais



                                                                                         Imagem associada para resolução da questão



Sabe - se que a soma dos elementos da linha n é 512. Determine o terceiro elemento dessa linha, isto é, o valor de Imagem associada para resolução da questão.

Alternativas
Q3929296 Libras
Os numerais na Libras apresentam comportamentos gramaticais específicos, variando conforme a função semântica e discursiva. 
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3929295 Libras
A distinção entre adjetivos e verbos em Libras nem sempre é formalmente marcada, exigindo análise contextual. 
Essa característica indica que: 
Alternativas
Q3929294 Pedagogia
O reconhecimento jurídico de uma língua minoritária implica transformações não apenas simbólicas, mas também políticas e pedagógicas. 
Nesse sentido, a Lei nº 10.436/02: 
Alternativas
Q3929293 Libras
A expressão não manual, enquanto parâmetro linguístico, pode: 
Alternativas
Q3929292 Libras
A datilologia, nas línguas de sinais, é utilizada principalmente para: 
Alternativas
Q3929290 Libras
Os pronomes na Libras articulam-se ao espaço de sinalização, estabelecendo relações referenciais que diferem significativamente das línguas orais.
Com base nessa afirmação, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3929289 Libras
Frases negativas e interrogativas na Libras apresentam marcas gramaticais específicas que não encontram equivalência direta nas línguas orais.
Nesse sentido, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3929286 Libras
A demonstração da dupla articulação nas línguas de sinais foi fundamental para seu reconhecimento científico. 
Esse princípio refere-se: 
Alternativas
Q3929285 Pedagogia
O Decreto n° 5.626/05 regulamenta a Lei de Libras e detalha ações voltadas à difusão da língua, acessibilidade e à formação de profissionais.
Considerando suas disposições, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3929284 Pedagogia
Pesquisas evidenciam que a criança surda, quando inserida em contextos familiares e escolares que desconsideram sua condição linguística, tende a desenvolver estratégias de adaptação simbólica que mascaram processos de exclusão. 
Nessa perspectiva, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3929283 Libras
Marque a alternativa que melhor compreende o tema Artes Surdas: 

Texto motivador: 

“As artes surdas podem ferir, incomodar, e retirar sujeitos  de suas zonas de conforto, especialmente quando é observada por um publico especifico: os ouvintes. Podemos pensar que nem toda a arte surda tem caráter politico, contudo, mesmo que as obras não tragam em seu escopo as realidades surdas, elas são parte da escrita surda, pois não é possível se desvencilhar de todos os discursos que elas refletem.” 
Fonte: MENEZES, R. D. Antes surdas: mãos, lutas e (re)existenciais. São Paulo: Mentes Abertas, 2024.
Alternativas
Q3929282 Libras
A ausência de um território linguístico compartilhado na escola regular pode resultar em: 
Alternativas
Q3929281 Libras
A aprendizagem do português como segunda língua pelo aluno surdo exige:
Alternativas
Q3929280 Libras
A concepção socioantropológica da surdez diferencia-se do modelo clínico porque: 
Alternativas
Q3929279 Pedagogia
Segundo os fundamentos históricos da educação de surdos, o principal impacto das mudanças paradigmáticas ocorridas a partir da década de 1990 foi: 
Alternativas
Respostas
3021: C
3022: A
3023: B
3024: B
3025: E
3026: A
3027: D
3028: E
3029: C
3030: B
3031: A
3032: E
3033: C
3034: B
3035: E
3036: B
3037: E
3038: B
3039: A
3040: E