Questões de Concurso
Comentadas para telefonista
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A arte de ser avó
Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade.
Quarenta anos, quarenta e cinco… Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles de que você se recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis – nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choros, aquela criancinha da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”. E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todos os sofrimentos trazidos pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho – involuntariamente! – bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesmo, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague…
(Rachel de Queiroz. O brasileiro perplexo. 1963. Adaptado)
A arte de ser avó
Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade.
Quarenta anos, quarenta e cinco… Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles de que você se recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis – nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choros, aquela criancinha da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”. E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todos os sofrimentos trazidos pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho – involuntariamente! – bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesmo, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague…
(Rachel de Queiroz. O brasileiro perplexo. 1963. Adaptado)
A arte de ser avó
Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade.
Quarenta anos, quarenta e cinco… Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles de que você se recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis – nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choros, aquela criancinha da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”. E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todos os sofrimentos trazidos pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho – involuntariamente! – bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesmo, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague…
(Rachel de Queiroz. O brasileiro perplexo. 1963. Adaptado)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre impressão de documentos.
( ) Programas de edição de texto não permitem configurar a impressão de formas distintas.
( ) Programas de edição de texto permitem configurar a orientação da impressão.
( ) Programas de edição de texto permitem configurar impressão de páginas específicas do documento, sem precisar imprimi-lo na totalidade.
( ) Programas de edição de texto permitem configurar as margens da impressão.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A tecla “redial“, no teclado de aparelhos telefônicos, é usada para:
O equipamento scanner é comumente encontrado em escritórios e áreas administrativas de organizações.
Sua função típica é:
Para que o telefonista em uma organização pública realize atendimento eficiente, é fundamental que as solicitações dos cidadãos sejam:
No intuito de evitar erros e aumentar a precisão das informações no atendimento telefônico, recomenda-se tipicamente:
Analise as afirmativas abaixo que versam sobre o atendimento profissional ao telefone e o uso das palavras e expressões adequadas:
1. Nunca trate ao cidadão como “querido” ou “fofo”.
2. Use expressões como “obrigado pela ligação” e “tenha uma boa semana” ao final da ligação.
3. Inicie a ligação com expressões como: “bom-dia”, “boa-tarde” e “boa-noite”.
4. É sempre recomendável usar um tom informal no início do diálogo, com expressões como “E aí, camarada??” ou “Fala aí!”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Assinale a alternativa que mostra dois objetivos do profissional que realiza atendimento ao telefone de modo eficaz.
Assinale a alternativa que indica a forma correta de se realizar a discagem de ligação interurbana, por meio de linha telefônica, no Brasil.
No atendimento profissional de um telefonista, é considerado comportamento adequado:
1. Iniciar os contatos telefônicos com atitude amigável e solicita.
2. Iniciar os contatos telefônicos com gírias.
3. Articular a fala de forma clara e compreensível.
4. Falar de modo mais rápido possível para acelerar o atendimento.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Assinale a alternativa que revela função típica de telefonista que atua em organização pública.
Na atuação de telefonista no setor público, é importante:
Leia a frase abaixo que trata do trabalho de telefonistas no setor público.
No atendimento ao telefone, é recomendável que se ouça o cidadão __________ , sem interrompê-lo.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Analise as afirmativas abaixo que tratam de conduta profissional no atendimento telefônico na administração pública:
1. No atendimento telefônico devem-se utilizar muitas expressões locais e regionais.
2. Aquele que atende o telefone deve usar a norma culta da língua portuguesa.
3. O telefonista deve fazer uso intenso de estrangeirismos.
4. O uso de fala pernóstica é fundamental para assegurar plena comunicação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
O atendimento telefônico no setor público é uma das importantes formas de comunicação com o cidadão e, por isso, faz-se necessário zelar pela:
Assinale a alternativa que lista a primeira ação em um típico fluxo de informações no trabalho de telefonista.
Analise as afirmativas abaixo no tocante à digitação de documentos:
1. A digitação de documentos pode ser realizada em programas de edição e processamento de textos.
2. Programas de edição e processamento de textos apresentam vários recursos e funcionalidades que podem auxiliar a digitação de textos.
3. Há diferentes programas de edição e processamento de textos.
4. Programas de edição e processamento de textos são difíceis de serem utilizados e, por isso, ainda pouco empregados na digitação de documentos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Para se executar o trabalho de telefonista faz-se necessário conhecer siglas que serão importantes na rotina diária.
Assinale a alternativa que aponta siglas essenciais ao trabalho do telefonista: