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O lado mais triste da solidão
01 Quem pensa que a falta de vínculos sociais e afetivos é um drama com repercussões
02 restritas às emoções se engana. A ciência alerta, agora, que a solidão pode até mesmo nos
03 provocar doenças – e não apenas psíquicas. Uma leva de pesquisas recentes mostra que os
04 avessos à família e aos amigos têm tanta tendência a ficar enfermos quanto os fumantes ou
05 sedentários convictos. Há indícios também de que os solitários estariam na linha de frente dos
06 problemas de fundo inflamatório, caso de artrite e doenças cardiovasculares.
07 Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados
08 Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção
09 contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em
10 maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho.
11 Já a turma que vive afastada do mundo, menos exposta a esse tipo de micróbio, acaba
12 apresentando um sistema imune que não tem tanta necessidade de enfrentá-lo. Em tudo na vida,
13 porém, há uma compensação. Nessa gente, as defesas passam a se concentrar nas bactérias, o que
14 gera uma reação inflamatória recorrente – e nem sempre bem-vinda, já que inflamação demais
15 abre alas a descompassos em diversas áreas do corpo.
(...)
(Revista Saúde é Vital – Editora Abril - Maio/2011 – Número 337 – Por Mariana Agunzi – p. 69)
É CORRETO afirmar em relação às ideias apresentadas no texto.
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Considere o trecho abaixo para responder à questão 07.
“Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro.” (l. 04-07).
Assinale a opção na qual a oração “porque nosso cérebro evoluiu” está reescrita sem que tenha havido alteração de sentido.
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Assinale a opção em que o termo destacado desempenha a mesma função sintática da palavra “que”, no trecho: “Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: ...”.
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Quanto ao sentido, textualmente, a palavra “bugigangas” equivale a:
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Analise as opções abaixo e assinale aquela que contém uma informação INCORRETA, quanto ao emprego de palavras, expressões e estruturas linguísticas.
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
Assinale a opção em que, no trecho apresentado, o destaque NÃO verifica qualquer referência à idéia de tempo.
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
As ideias apresentadas no texto nos permitem afirmar, CORRETAMENTE, que:
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
Considerando-se as informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que:
1. A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
2. O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais da administração direta, mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).
3. São considerados princípios e diretrizes do SUS: universalidade de acesso, integralidade de assistência, preservação da autonomia das pessoas, igualdade da assistência à saúde, direito à informação, utilização da epidemiologia, participação da comunidade e descentralização político-administrativa.
4. A direção do SUS é única, sendo exercida, em cada esfera de governo, pelos seguintes órgãos: no âmbito da União, pelo Ministério da Saúde; no âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente; no âmbito dos Municípios, pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente.
Assinale a alternativa correta.
1. O tratamento deve ser o mais breve possível, após a estabilização do quadro clínico, devido às pesquisas sobre neuroplasticidade.
2. A mensuração das áreas de ocupação é realizada mesmo quando o paciente responde de maneira ainda inespecífica, inclusive para efeito de impacto futuro no desempenho ocupacional.
3. O nível de alerta do paciente deve ser levado em conta, a fim de direcionar a avaliação.
4. Na escala dos níveis cognitivos do Rancho Los Amigos, a partir do nível IV, o paciente começa a responder mais consistentemente, e pode complementar-se a avaliação com os aspectos cognitivos e sensoriais.
Assinale a alternativa correta
( ) O Pacto pela Vida tem como prioridades: saúde do idoso, controle do câncer do colo do útero e da mama, redução da mortalidade infantil e materna, fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias (com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza), promoção da saúde e fortalecimento da Atenção Básica.
( ) É considerado diretriz do Pacto em Defesa do SUS: expressar os compromissos entre os gestores do SUS com a consolidação da reforma sanitária brasileira, explicitada na defesa dos princípios do Sistema Único de Saúde estabelecidos na Constituição Federal.
( ) É considerado uma iniciativa do Pacto em Defesa do SUS: desenvolver e articular ações, no seu âmbito de competência e em conjunto com os demais gestores, que visem qualificar e assegurar o Sistema Único de Saúde como política pública.
( ) O Pacto da Gestão estabelece diretrizes para a gestão do sistema nos aspectos da descentralização, regionalização, financiamento, planejamento, programação pactuada e integrada (PPI), regulação, participação e controle social, gestão do trabalho e educação na saúde.
Assinale alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. arco do movimento das articulações ativas e passivas. 2. articulações afetadas e arco máximo sem dor. 3. deformidades presentes e tendências potenciais de deformidades futuras. 4. idade do cliente e nível de atividade.
Assinale a alternativa correta.
1. T1. 2. C6. 3. C7. 4. C8.
( ) Preensão palmar e pinça-chave de objetos leves, através do mecanismo de tenodese. ( ) Preensão palmar e pinça-chave, utilizando o mecanismo de tenodese para aumentar a força. ( ) Preensões com força, porém com prejuízo na destreza em tarefas muito “finas”. ( ) Preensão palmar e pinça-chave de objetos leves por tenodese, menos eficaz, pela ação dos extensores dos dedos.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
Com praticamente apenas um quarto da população brasileira na internet, não há a expectativa de que as redes sociais sejam decisivas para o resultado das eleições municipais deste ano. Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, na matéria “Redes sociais serão coadjuvantes na escolha para prefeitos”, publicada na segunda-feira passada. Entretanto, embora não sejam determinantes para a decisão do pleito, os meios digitais terão relevante papel na mobilização das militâncias partidárias, na pauta dos temas de debates e até na criação de factoides e boatos.
Conforme divulgado pelo Ibope há pouco tempo, os usuários de internet somam atualmente 46,3 milhões de cidadãos brasileiros. Um universo ainda insuficiente para que as campanhas eleitorais consigam, em nível local, realizar sucesso semelhante ao de Obama nas eleições presidenciais norte-americanas. O mais provável é que por aqui se repitam as estratégias das eleições de 2010. Naquele ano, as redes foram utilizadas essencialmente dentro de uma perspectiva de mídia de massa. Na maior parte dos casos, Orkut, Twitter, Youtube e outras redes serviram para propagar ideias dos candidatos como se fossem rádio e televisão. Não se trabalhou as redes pensando no compartilhamento de informações e troca de experiências com os eleitores. Poucos foram os políticos que inovaram no uso das redes, gastando tempo e disposição para dialogar com o eleitorado.
Se a interação com os eleitores deve continuar limitada, o mesmo não deve ocorrer com a mobilização das militâncias. O uso das redes por esse segmento já havia sido detectada pelo cientista político da Fundação Getúlio Vargas Fernando Abrúcio no período que antecedeu as eleições de 2010. Passados dois anos de experimentações nas redes, provavelmente essa tendência deve se intensificar. A mobilização de militantes via redes tende a ampliar o alcance da mensagem dos candidatos, e, ao mesmo tempo, tornar mais eficiente as estratégias conjuntas com apoiadores de campanha.
Só que esse “treino” de uma eleição com redes pode gerar o primeiro sujo embate cibernético eleitoral – a proliferação de factoides e boataria. E é aqui que mora o problema no uso desses meios na campanha eleitoral. Alguns grupos podem utilizar as redes para espalhar boatos e difamar candidatos. Se esse fenômeno ocorrer, o eleitor deverá tomar uma série de cuidados no uso das redes. O primeiro, e mais importante deles, será checar a veracidade das informações que receber. O segundo, não compartilhar dados de origem duvidosa, pois, ao se reproduzir factoides não comprovados, estará contribuindo para disseminar equívocos.
Por fim, vale lembrar que, se os políticos já perceberam que podem dar destino interessante às redes sociais, é possível que nas eleições deste ano os eleitores venham a ter um papel mais complexo, pautando debates e discutindo propostas. Isso aconteceu de modo um tanto incipiente em 2010, com a discussão sobre aborto, que ganhou força nas redes e emergiu para o debate presidencial. Mas, agora, com os eleitores já mais acostumados com o uso social da internet, não seria surpreendente que a atuação dos eleitores ampliasse o debate de temas relevantes para a sociedade. Se isso vai acontecer e em que nível de aprofundamento, só os próximos meses dirão. Mas seria desejável que as redes pudessem reverberar os anseios da sociedade.
Gazeta do Povo. Editorial. Publicado em 22-01-2012.
Segundo as ideias contidas no texto, assinale a correta:
“Atividades é o terceiro termo de uma _________________, que ocorre a partir do pressuposto que existe um terapeuta ocupacional e um segundo _________________ que apresenta qualquer tipo de motivo, necessidade ou vontade de lá se encontrar para fazer Terapia Ocupacional”. Selecione a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas na definição acima.