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Q3584014 Terapia Ocupacional

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona estruturas da terapia ocupacional com seus respectivos conceitos: 


Primeira coluna: estrutura da terapia ocupacional

1.Desempenho ocupacional

2.Análise ocupacional

3.Análise de atividade



Segunda coluna: conceitos

(__)Consiste em uma maneira de raciocinar sobre as atividades, incluindo as habilidades especiais necessárias para sua execução.


(__)Consiste na realização da ocupação ou atividade selecionada resultante da negociação dinâmica entre o cliente, o contexto e o ambiente da atividade.


(__)Examina uma ocupação real que a pessoa executa de maneira própria.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3584013 Terapia Ocupacional
Fábio, 42 anos, sofreu traumatismo cranioencefálico após um acidente automobilístico. Ele apresenta déficit nas funcionalidades executivas, incluindo iniciar tarefas, dificuldade de sequenciamento e raciocínio diminuído. Realiza atendimento terapêutico ocupacional (TO) 2 (duas) vezes por semana. Sua filha de 10 anos chegou da escola com o tema da tarefa de casa intitulado "Receita do papai", em comemoração do dia dos pais, para atividade pai e filha. Pensando no desempenho ocupacional de Fábio, são recomendações e intervenções que a TO realizará para possibilitar segurança e independência para Fábio e sua filha durante a atividade o que apresenta em:
Alternativas
Q3584012 Terapia Ocupacional

Para a World Federation of Occupational Therapists (WFOT, 1993), o terapeuta ocupacional envolve o cliente em atividades destinadas a promover o restabelecimento e o máximo uso de suas ________, com o propósito de ajudá-lo a fazer frente às demandas de seu ambiente de trabalho social, pessoal e doméstico e a partir da vida em seu pleno sentido.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

Alternativas
Q3584011 Terapia Ocupacional

A sexualidade da pessoa idosa é comumente desprezada. Entretanto, esse aspecto da vida humana deve ser abordado como uma atividade de vida diária e, sendo assim, alvo de intervenção da terapia ocupacional. Considere os objetivos da terapia ocupacional na promoção da sexualidade da pessoa idosa e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)Aumentar a autoestima, a sensibilidade e a intuição.


(__)Ajudar a manter um relacionamento baseado no amor e não na carência e aprofundar a relação sexual e a intimidade.


(__)Ensinar a ouvir e a respeitar o próprio corpo e os sentidos não é atribuição da terapia ocupacional, pois a sexualidade na velhice é um aspecto exclusivamente médico. 



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3584010 Terapia Ocupacional
No decorrer da internação hospitalar, os objetivos do tratamento vão se modificando de acordo com a evolução clínica do paciente. Isso exige do terapeuta ocupacional flexibilidade e empatia durante o processo, especialmente no que se refere ao uso de tecnologia assistiva. É correto afirmar que:
Alternativas
Q3584009 Terapia Ocupacional

No desenvolvimento infantil, o brincar é uma área de ocupação de grande importância para a aquisição de habilidades básicas da criança, pois estimula o corpo e a cognição e proporciona o amadurecimento de funções psicológicas e socioemocionais. Em relação à ocupação, analise as afirmações apresentadas a seguir:


I.Crianças com disfunções no processamento sensorial têm dificuldades em compreender as sensações corporais e em interpretar o que acontece ao seu redor, podendo afetar diretamente o brincar, mas não o processo de aprendizagem do brincar.


II.Para desempenhar o brincar, assim como qualquer outra atividade cotidiana, necessita-se da integração do funcionamento de todas as áreas do cérebro com o envolvimento da interação das diversas estruturas cerebrais e do equilíbrio entre várias redes neuronais, para possibilitar que o Sistema Nervoso Central (SNC) perceba e processe de forma adequada as sensações advindas do meio externo, gerando respostas adaptativas, como no caso das crianças durante o seu processo lúdico.


III. A utilização do brincar é tomada como uma ferramenta para melhorar o vínculo com a criança e, após, definir outros recursos para alcançar os objetivos de tratamento.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3584008 Terapia Ocupacional
Na Terapia Ocupacional, com atenção na saúde do idoso, há uma avaliação inicial para nortear os atendimentos individuais. Assinale a alternativa que apresenta a avaliação indicada para essa situação:
Alternativas
Q3584007 Terapia Ocupacional
A "Estrutura da Prática da Terapia Ocupacional: domínio & processo" é o documento oficial da Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA). Com base nesse documento, as definições de Domínio e Processo estão apresentadas em:
Alternativas
Q3584006 Terapia Ocupacional
O desenvolvimento infantil está sujeito a uma série de riscos/comprometimentos que podem ocorrer tanto por questões fisiológicas da criança (como genética), quanto por questões não orgânicas (fatores ambientais). Assinale a alternativa que apresenta esses fatores de risco:
Alternativas
Q3584005 Terapia Ocupacional
Na década de 1980, um novo conceito de saúde surgiu, quando a influência antipsiquiatria e o movimento de desinstitucionalização e da luta pelos direitos das pessoas com deficiência levaram-nos a pensar as ações dos terapeutas ocupacionais de forma intrinsecamente relacionada à transformação na vida dos usuários. Analise as competências em relação à saúde mental apresentadas a seguir:
I.Entendemos a terapia ocupacional como uma prática social e de saúde que usa as atividades humanas como instrumento de intervenção, visando a promoção da saúde e das trocas sociais.
II.A terapia ocupacional é uma prática de luta e resistência a favor da institucionalização. 
III.A terapia ocupacional investe na ampliação de horizonte na vida ativa dos usuários. 

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3584004 Terapia Ocupacional
O alto vínculo terapêutico envolve a experiência mútua e o comportamento do cliente e do terapeuta à medida que eles interagem entre si. A respeito do resultado da interação para o cliente, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3584003 Terapia Ocupacional

A Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, conhecida como CIF, tem como objetivo geral proporcionar uma linguagem unificada e padronizada, assim como uma estrutura de trabalho para a descrição da saúde e de estados relacionados com ____________.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto: 

Alternativas
Q3584002 Terapia Ocupacional
Em relação à atuação da terapia ocupacional nos contextos hospitalares, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3583988 Noções de Informática
Pequenos complementos de software instalados no navegador para adicionar funcionalidades extras − como bloqueador de anúncios, tradutor de páginas ou gerenciador de senhas − são chamados de: 
Alternativas
Q3581190 Raciocínio Lógico
As faces de um dado foram rotuladas com as letras da palavra CPCON, da seguinte maneira:
· As letras N foram colocadas nas faces superior e inferior;
· As letras C, P, C e O foram distribuídas nas faces frontal, direita, traseira e esquerda, respectivamente.
Um candidato lançou esse dado cinco vezes, e as figuras abaixo mostram as posições visíveis em cada jogada.
25.png (765×147)
Com base nas imagens e na construção do dado, qual foi a sequência CORRETA das letras que ficaram na face traseira do dado em cada jogada? 
Alternativas
Q3581187 Raciocínio Lógico
As Leis de Morgan permitem transformar negações de conjunções e disjunções. Com base nesse conhecimento e nas seguintes proposições simples:
· p:João é pontual.
· q: Maria é responsável.
· r: Anna não falta às reuniões.
Considere a proposição composta:
~ [ ( p ∧ ~ q ) ∨ ~ r ]
Qual das alternativas apresenta uma proposição logicamente equivalente à expressão acima?
Alternativas
Q3581182 Raciocínio Lógico

Considere a matriz de ordem 3 X 3, composta por números inteiros:


17.png (101×79)


Sabendo que a lógica de construção da matriz é mantida nas linhas e colunas, determine o valor de x que satisfaz essa lógica. 

Alternativas
Q3581170 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Analise a natureza do gênero textual apresentado no Texto I e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3581169 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Todo texto apresenta características relativas ao seu gênero e ao seu tipo textual predominante. Sobre o Texto I, analise as assertivas a seguir.
I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais.
II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação.
III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto.
IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante.
V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3581168 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
No último parágrafo do Texto I: “Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas à desinformação e hostilidade.”, a expressão em destaque funciona como: 
Alternativas
Respostas
2901: A
2902: C
2903: C
2904: E
2905: B
2906: A
2907: E
2908: B
2909: B
2910: A
2911: A
2912: E
2913: C
2914: D
2915: E
2916: A
2917: A
2918: C
2919: B
2920: B