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Q3784942 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos:  
Alternativas
Q3784941 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente termo que, ao ser usado no período, estabeleça o sentido contrário ao original no texto: É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. 
Alternativas
Q3784940 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida entre os períodos do texto pelo termo em destaque no período: Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. 
Alternativas
Q3777032 Terapia Ocupacional
O processo de prescrição e acompanhamento de órteses exige avaliação detalhada da funcionalidade, biomecânica e objetivos terapêuticos do usuário. Na prática clínica, considera se adequado que o terapeuta ocupacional: 
Alternativas
Q3777031 Terapia Ocupacional
O atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige planejamento individualizado que considere comunicação, comportamento, interação social e processamento sensorial. Nesse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3777030 Psicologia
A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) utiliza princípios comportamentais para promover aprendizagem e reduzir comportamentos disfuncionais. Sobre esse referencial, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3777029 Terapia Ocupacional
A teoria de Integração Sensorial de Ayres propõe que dificuldades no processamento sensorial podem gerar prejuízos no comportamento e no desempenho ocupacional. Nesse referencial, entende-se como correto que: 
Alternativas
Q3777028 Terapia Ocupacional
A integração funcional do sistema nervoso depende da atuação coordenada de estruturas corticais e subcorticais. Analise as assertivas:

I. Os núcleos da base participam da iniciação, modulação e cessação dos movimentos voluntários.
II. O cerebelo contribui para ajuste fino da coordenação, equilíbrio e aprendizagem motora.
III. O hipotálamo responde principalmente por funções cognitivas superiores, como planejamento e tomada de decisão.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3777027 Terapia Ocupacional
A área cerebral responsável pela compreensão da linguagem, localizada no giro temporal superior dominante, denomina-se __________ e integra circuitos essenciais para decodificar estímulos verbais.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3777026 Terapia Ocupacional
As vias sensoriais ascendentes apresentam organização específica para transmissão e discriminação dos estímulos corporais. Sobre suas características, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3777025 Direito Sanitário
Com base no Art. 7º da Lei nº 8.080/1990, que estabelece princípios orientadores das ações e serviços do SUS, complete corretamente as lacunas:

O SUS deve assegurar a __________ de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência e garantir a __________, entendida como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos. 
Alternativas
Q3777024 Direito Sanitário
Considerando o disposto no Art. 19-I da Lei nº 8.080/1990, que trata do subsistema de atendimento e internação domiciliar no âmbito do SUS, analise as assertivas a seguir:

I. O atendimento e a internação domiciliares devem ser realizados por equipes multidisciplinares que atuam nos níveis da medicina preventiva, terapêutica e reabilitadora.
II. A realização do atendimento e da internação domiciliares exige indicação médica e concordância expressa tanto do paciente quanto de sua família.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3777023 Direito Sanitário
Com base nos Arts. 19-M a 19-Q da Lei nº 8.080/1990, referentes à assistência terapêutica integral e à incorporação de tecnologias em saúde no âmbito do SUS, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3777022 Terapia Ocupacional
O processamento das informações motoras voluntárias depende da integridade de circuitos corticais e subcorticais. Nesse contexto, o córtex pré-motor participa principalmente da: 
Alternativas
Q3777021 Terapia Ocupacional
A compreensão das formas de organizar o cuidado em saúde envolve diferentes perspectivas teóricas, cada uma estruturando relações distintas entre doença, sujeito e contexto. Desse modo, considera-se que a abordagem __________ caracteriza-se por integrar dimensões biológicas, subjetivas e sociais, reconhecendo a influência recíproca entre esses elementos no processo saúde doença.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3777020 Terapia Ocupacional
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF/OMS) propõe visão integrada da funcionalidade humana, articulando componentes biológicos, subjetivos e sociais para análise do desempenho e das restrições de participação. Considerando esse referencial, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3777019 Terapia Ocupacional
O Modelo de Reabilitação enfatiza a capacitação funcional e a maximização do desempenho independente, organizando estratégias que integram recursos pessoais e contextuais. Nesse referencial, considera-se que o objetivo central do processo de reabilitação é promover a _____________, possibilitando ao indivíduo alcançar níveis mais adequados de autonomia e participação.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Alternativas
Q3777018 Terapia Ocupacional
O Modelo da Ocupação Humana (MOHO) fundamenta-se na compreensão dinâmica de como motivação, desempenho e influências ambientais estruturam o agir humano, utilizando constructos teóricos amplamente referenciados na Terapia Ocupacional contemporânea. Sobre esse modelo, assinala-se a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3777017 Terapia Ocupacional
A abordagem centrada no cliente, estruturante do Modelo Canadense de Desempenho Ocupacional e Engajamento (CMOP E), destaca a ocupação como mediadora da interação entre pessoa, ambiente e participação significativa. Nesse contexto, analise as assertivas:

I. O engajamento ocupacional é entendido como processo que integra escolha, motivação e realização de atividades com significado para o sujeito.
II. A espiritualidade é considerada núcleo interno da pessoa e influencia a interpretação e o valor atribuído às ocupações.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3777016 Terapia Ocupacional
O desenvolvimento da Terapia Ocupacional no Brasil consolidou-se de forma progressiva, marcado pela introdução terapêutica das ocupações no século XIX, pelo avanço de programas de reabilitação física e pela influência de organismos internacionais no pós-guerra. Considerando esse percurso histórico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1981: D
1982: A
1983: C
1984: D
1985: C
1986: D
1987: B
1988: C
1989: C
1990: A
1991: B
1992: A
1993: D
1994: B
1995: C
1996: A
1997: C
1998: B
1999: A
2000: A