Questões de Concurso Comentadas para recepcionista

Foram encontradas 6.134 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2171484 Geografia
A água é fundamental para a sobrevivência humana e o desenvolvimento econômico. Por isso, ela é um bem estratégico e deve ser preservada. Os recursos hídricos são as águas
Alternativas
Q2171483 Conhecimentos Gerais
A palavra “sustentável” provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Sustentabilidade, nos dicionários, está definida como a habilidade, no sentido de capacidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições exibidas por algo ou alguém. Qualquer decisão pautada na sustentabilidade tem que atender satisfatoriamente os seus três pilares:
Alternativas
Q2171482 Conhecimentos Gerais
Em uma sociedade democrática, todos têm direito às diferenças, bem como à convivência com elas. Nessa convivência, é preciso respeitar as diferenças. Quando a conduta de alguém que viola os direitos de outras pessoas, a partir de critérios que não podem ser justificados, ou se mostram injustos, é chamada de 
Alternativas
Q2171481 Geografia
As regiões brasileiras apresentam diferentes peculiaridades culturais. A Festa da Uva por exemplo, é um aspecto cultural da região
Alternativas
Q2171480 Geografia
Apesar de ser considerada sinônimo de desenvolvimento socioeconômico e ser essencial à sociedade, a atividade mineradora apresenta alto potencial de impactos ambientais. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de mineração caracterizada pela afirmação a seguir.
O principal impacto causado por essa atividade está relacionado ao uso do mercúrio no processo de garimpagem, o qual auxilia na concentração do minério na bateia.
Alternativas
Q2171479 Direito Constitucional
Os poderes EXECUTIVO e LEGISLATIVO no Município de Ipu são exercidos, respectivamente, pela
Alternativas
Q2171478 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerado uma capital sub-regional de alta influência na região, o Município de Ipu é Polo da Região de São Benedito – Ipu – Guaraciaba do Norte – Tianguá do Ceará. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelo(a) 
Alternativas
Q2171477 História e Geografia de Estados e Municípios
O Município de Ipu fica localizado na
Alternativas
Q2171476 História e Geografia de Estados e Municípios
No Município de Ipu, a Cachoeira da Bica precipita-se de mais de 100 metros de altura da serra da Ibiapaba. Apresenta-se como uma importante atração turística da região sendo citada até em grandes obras literárias como no livro
Alternativas
Q2171475 História e Geografia de Estados e Municípios
Na história do Município de Ipu, em 12 de maio de 1791, foi criado o Município que teve sua primeira sede na povoação de Campo Grande, então elevado à categoria de vila, com o nome de
Alternativas
Q2171473 Matemática
Qual é o MDC entre a soma dos ângulos internos (Si) de um pentágono e a soma dos ângulos internos (Si) de um hexágono?
Alternativas
Q2171468 Matemática
Em 2023 é sabido que a população de uma cidade aumentará 10% a cada ano. Podemos afirmar que, em relação ao ano de 2023, daqui a três anos a população terá aumentado
Alternativas
Q2171466 Matemática
Se a razão entre as alturas de dois triângulos é 4 para 7, e a altura do primeiro triângulo é - 6 - 8 + 2 x 5 + 20 cm, qual é a altura do segundo triângulo?
Alternativas
Q2171464 Português
Assinale a opção em que as palavras prescindem de acentuação gráfica conforme as regras da gramática normativa atual.
Alternativas
Q2171463 Português
marque a opção em que o plural dos substantivos compostos: pôr do sol, segunda-feira, arco-íris e beija-flor estão escritos corretamente.
Alternativas
Q2171462 Português
Leia a frase a seguir.
“É possível que ________ novidades interessantes que nos _________ sobre como fortalecer a imunidade durante o inverno.”
Assinale a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2171461 Português

Considere a tirinha de Quino para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


É INCORRETO afirmar que

Alternativas
Q2171460 Português
Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q2171459 Português
A lição das árvores que perdem as folhas no outono.
Cada estação traz consigo as lições de um novo ciclo da vida.
Lira Neto – 09/2021

Os dias estão mais curtos, as noites mais longas. Levanto-me cedo, para preparar o café. Ainda faz escuro lá fora. Uma neblina toma conta do terraço, o frio atravessa a vidraça perto de onde está posta a pequena mesa redonda da cozinha. A partir de agora, vai ser necessário envergar um agasalho enquanto empunho a xícara e leio os jornais. O outono chegou na Europa. Oficialmente, a mudança de estação ocorre apenas amanhã, quarta-feira, dia 22 de setembro. Mas já é possível sentir a mutação térmica, bem como testemunhar a tonalidade alaranjada dos primeiros raios de luz a inundar o horizonte, rompendo o nevoeiro da manhã. As flores do canteiro acordam cobertas de orvalho. As árvores da rua tingem-se de vermelhos, amarelos e marrons.

É minha época preferida do ano. Ao longo do dia, o céu estará límpido, a paisagem ensolarada. Mas o vento frio exigirá o uso do casaco, que esteve guardado e esquecido, por tantos meses, no fundo do armário do quarto. De hoje em diante, ele terá de ficar sempre à mão, junto ao cachecol, no cabideiro próximo à porta da entrada de casa.

Cearense que sou, gosto, sobretudo, desta combinação de sol e frio, de dias tão dourados quanto amenos. Os finais de tarde, sobretudo, reservam pequenos prazeres durante o passeio vespertino pela vizinhança. A dramaticidade típica do pôr do sol ganha contornos ainda mais expressivos, suavemente melancólicos.

Em breve, as calçadas estarão atapetadas de folhas secas e quebradiças, que estralarão sobre a sola dos sapatos ao serem pisadas. Cogumelos brotarão por entre a folhagem úmida caída ao solo. É a época, também, das grandes colheitas.

As barraquinhas das vendas e mercadinhos estarão abarrotados de castanhas, avelãs, marmelos, romãs e, meus favoritos, caquis — aqui chamados de dióspiros, nome que não faz jus ao festival de sabor, cor e textura de uma fruta assim tão extraordinária.

É necessário, porém, estar atento aos sinais da natureza, essa velha e sábia senhora que sempre gosta de pregar peças aos incautos. De súbito, o vento vira de direção, o céu escurece, redemoinhos se formam sob nossos pés.

O preço a se pagar pela imprevidência é um maldito resfriado ou uma gripe oportunista, a serem padecidos com nariz vermelho e na companhia de uma manta grossa de lã, canecas de chá e pratos de sopa quente.

Afora isso, tomados os devidos cuidados, o outono é, para nós, humanos, uma bela lição natural a respeito dos instantes de transição. Quando as árvores vão perdendo assim todas as folhas, aos poucos ficando desnudas após nos oferecerem seus melhores frutos, estão a nos enviar silencioso recado. É preciso despir-se do que já não nos serve mais, desapegar de velhas fórmulas, rancores, tabus, preconceitos. Preparar-se para os dias vindouros.

Cada estação traz consigo as lições de um novo ciclo da vida. Outono é o momento de colher e se desfrutar aquilo que se semeou na primavera. Hora de deleite e, ao mesmo tempo, de introspecção. “Tempus autumnus” — tempo do ocaso, em latim. Aparentemente mortas, com galhos nus, as árvores estão reagindo à escassez gradativa de sol, luz e calor, elementos indispensáveis à fotossíntese e ao metabolismo vegetal. Manter as folhas, nessas circunstâncias, seria imprevidência, desperdício de energia. Os nutrientes acumulados nos últimos meses as alimentarão ao longo do outono e, mais adiante, até o final do gélido inverno europeu.

É essa a mensagem que este raio alaranjado de sol me transmite ao adentrar agora pela janela do escritório. O ocaso é apenas a lenta preparação para a manhã seguinte. Sim, o outono é a véspera do friorento inverno. Mas, também, a antevéspera da primavera.

Pode parecer chavão, lugar-comum, mensagem de autoajuda barata. Mas aquela árvore ali em frente, com suas folhas mudando de verde para marrom, não cansa em apregoar o que tanto insistimos em não ouvir.

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br
Marque a alternativa que apresenta uma oração coordenada sindética. 
Alternativas
Q2171458 Português
A lição das árvores que perdem as folhas no outono.
Cada estação traz consigo as lições de um novo ciclo da vida.
Lira Neto – 09/2021

Os dias estão mais curtos, as noites mais longas. Levanto-me cedo, para preparar o café. Ainda faz escuro lá fora. Uma neblina toma conta do terraço, o frio atravessa a vidraça perto de onde está posta a pequena mesa redonda da cozinha. A partir de agora, vai ser necessário envergar um agasalho enquanto empunho a xícara e leio os jornais. O outono chegou na Europa. Oficialmente, a mudança de estação ocorre apenas amanhã, quarta-feira, dia 22 de setembro. Mas já é possível sentir a mutação térmica, bem como testemunhar a tonalidade alaranjada dos primeiros raios de luz a inundar o horizonte, rompendo o nevoeiro da manhã. As flores do canteiro acordam cobertas de orvalho. As árvores da rua tingem-se de vermelhos, amarelos e marrons.

É minha época preferida do ano. Ao longo do dia, o céu estará límpido, a paisagem ensolarada. Mas o vento frio exigirá o uso do casaco, que esteve guardado e esquecido, por tantos meses, no fundo do armário do quarto. De hoje em diante, ele terá de ficar sempre à mão, junto ao cachecol, no cabideiro próximo à porta da entrada de casa.

Cearense que sou, gosto, sobretudo, desta combinação de sol e frio, de dias tão dourados quanto amenos. Os finais de tarde, sobretudo, reservam pequenos prazeres durante o passeio vespertino pela vizinhança. A dramaticidade típica do pôr do sol ganha contornos ainda mais expressivos, suavemente melancólicos.

Em breve, as calçadas estarão atapetadas de folhas secas e quebradiças, que estralarão sobre a sola dos sapatos ao serem pisadas. Cogumelos brotarão por entre a folhagem úmida caída ao solo. É a época, também, das grandes colheitas.

As barraquinhas das vendas e mercadinhos estarão abarrotados de castanhas, avelãs, marmelos, romãs e, meus favoritos, caquis — aqui chamados de dióspiros, nome que não faz jus ao festival de sabor, cor e textura de uma fruta assim tão extraordinária.

É necessário, porém, estar atento aos sinais da natureza, essa velha e sábia senhora que sempre gosta de pregar peças aos incautos. De súbito, o vento vira de direção, o céu escurece, redemoinhos se formam sob nossos pés.

O preço a se pagar pela imprevidência é um maldito resfriado ou uma gripe oportunista, a serem padecidos com nariz vermelho e na companhia de uma manta grossa de lã, canecas de chá e pratos de sopa quente.

Afora isso, tomados os devidos cuidados, o outono é, para nós, humanos, uma bela lição natural a respeito dos instantes de transição. Quando as árvores vão perdendo assim todas as folhas, aos poucos ficando desnudas após nos oferecerem seus melhores frutos, estão a nos enviar silencioso recado. É preciso despir-se do que já não nos serve mais, desapegar de velhas fórmulas, rancores, tabus, preconceitos. Preparar-se para os dias vindouros.

Cada estação traz consigo as lições de um novo ciclo da vida. Outono é o momento de colher e se desfrutar aquilo que se semeou na primavera. Hora de deleite e, ao mesmo tempo, de introspecção. “Tempus autumnus” — tempo do ocaso, em latim. Aparentemente mortas, com galhos nus, as árvores estão reagindo à escassez gradativa de sol, luz e calor, elementos indispensáveis à fotossíntese e ao metabolismo vegetal. Manter as folhas, nessas circunstâncias, seria imprevidência, desperdício de energia. Os nutrientes acumulados nos últimos meses as alimentarão ao longo do outono e, mais adiante, até o final do gélido inverno europeu.

É essa a mensagem que este raio alaranjado de sol me transmite ao adentrar agora pela janela do escritório. O ocaso é apenas a lenta preparação para a manhã seguinte. Sim, o outono é a véspera do friorento inverno. Mas, também, a antevéspera da primavera.

Pode parecer chavão, lugar-comum, mensagem de autoajuda barata. Mas aquela árvore ali em frente, com suas folhas mudando de verde para marrom, não cansa em apregoar o que tanto insistimos em não ouvir.

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br
“Mas, também, a antevéspera da primavera.” (Decimo terceiro parágrafo)
O mesmo processo de formação da palavra destacada é observado em
Alternativas
Respostas
3941: B
3942: D
3943: E
3944: A
3945: C
3946: E
3947: B
3948: C
3949: A
3950: D
3951: D
3952: C
3953: E
3954: B
3955: A
3956: B
3957: E
3958: C
3959: A
3960: C