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Q791029 Psicologia
Para Hipócrates, a saúde do corpo e da mente resultava de um equilíbrio, e propôs a primeira teoria racional da doença, a saber, a teoria
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Q791028 Psicologia
Hardiness constitui um estilo de personalidade que consiste em traços minimizadores do estresse. São eles:
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Q791027 Psicologia
O modelo que sugere mais vulnerabilidade a algumas pessoas a doenças relacionadas com o estresse em virtude de fatores que as predispõem, como a fragilidade genética, baseia-se
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Q791026 Psicologia
Segundo Straub (2005), os psicólogos da saúde abordam o estudo da saúde e da doença partindo de perspectivas, como a
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Q791025 Psicologia
Segundo Fongaro e Sebastiani (2001), no roteiro de avaliação psicológica, o estado psicológico onde a ansiedade encontra-se em nível suportável para o paciente, família e equipe de saúde será
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Q791024 Psicologia
O atendimento domiciliar é uma prática que deriva do atendimento
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Q791023 Psicologia
Sebastiani (2010) cita os fatores pessoais decorrentes da intervenção cirúrgica como possíveis geradores de complicações na evolução do pós-operatório imediato. O paciente pode apresentar, dentre outras reações,
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Q791022 Psicologia
O Grupo de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde desenvolveu uma medida aplicável e válida em diversas culturas, que resultou na elaboração do World Health Organization Quality of Life-100 (WHOQOL-100). Ele é classificado como um instrumento
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Q791021 Psicologia
Quando existe uma incongruência entre o afeto expresso e a situação vivenciada, por exemplo, quando um doente afirma estar alegre, mas sua mímica é de tristeza, constitui uma alteração qualitativa da afetividade e caracteriza-se por uma inadequação do afeto tipo:
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Q791020 Psicologia
São possíveis causas de demência:
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Q791019 Psicologia
A teoria freudiana sobre a sexualidade infantil foi formulada com base em:
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Q791018 Psicologia
A hipótese de que a atitude, a condição e a ação de “estar cuidando” são as que melhor nos permitem compreender o sentido de nossa existência como seres humanos foi desenvolvida por
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Q791017 Psicologia
Transtorno caracterizado pela existência de um estressor reconhecido, que desperta angústia na maioria dos indivíduos, com redução da responsividade ou do envolvimento com o mundo exterior. Seus sintomas comuns incluem sobressaltos, problemas de memória ou de concentração, distúrbio do sono, sentimento de culpa por estar vivo, evitação dos estímulos que imitam ou estimulam o evento e recrudescimento dos sintomas sob exposição a tais estímulos. Estas características são próprias do transtorno de:
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Q790237 Redes de Computadores
Para enviar e receber informações pela internet de forma segura, garantindo integridade e sigilo, deve-se fazer uso de:
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Q790235 Noções de Informática
O funcionário de uma empresa precisa adquirir um novo computador. Durante suas pesquisas, ele se interessou por um computador com a seguinte configuração dos componentes de hardware: 3,5 GHz, 4 GB, 1 TB, 64 bits. Nessa configuração,
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Q790233 Noções de Informática
Cookies são arquivos que armazenam informações básicas de um usuário, como, por exemplo, seu nome e preferências de idioma. Se compartilhados, os cookies podem afetar a privacidade de um usuário. Como o armazenamento destes arquivos pode ser desabilitado?
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Q790231 Noções de Informática
Considere o texto a seguir escrito utilizando o Word.
https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/53401/imagem.jpg

Foram utilizados recursos no texto: destaque para a letra A no início do texto; dois estilos nas palavras Goiânia e Goiás; um tipo de alinhamento. Pela ordem, quais recursos foram aplicados no texto? 
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Q790229 Noções de Informática
Utilizando o Windows Explorer, ferramenta de gerenciamento de arquivos do Windows, um usuário seleciona um determinado arquivo dentro da pasta “Downloads” e, a seguir, pressiona as teclas CTRL e X simultaneamente. Tais ações significam que o usuário pretende
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Q790213 Português
A literatura e o leitor
De início, cabe uma pergunta: quem é esse leitor? Se, num primeiro momento, pode nos parecer difícil defini-lo, num segundo momento, como professores com um olhar um pouco crítico e sensível, podemos perfeitamente dizer quem são eles. Na verdade, o que a sociedade, de um modo geral, e a academia, de modo especial, nos cobram é a formação de um indivíduo que lê textos escritos, referentemente livros.
Chegamos assim a uma equação simples: para termos como resultado leitura, devemos somar livro + leitor. Mas afinal que livro é esse? Que objeto de adoração é esse, tão distante do leitor comum? O livro, indicado invariavelmente como objeto de cultura por excelência, considerado como a leitura verdadeira, não centraliza o universo cultural da população brasileira. Essa, em geral, admira e respeita quem lê e até se considera em desvantagem por não ser leitora.
A leitura está associada a textos, especialmente livros, objetos de pouco convívio doméstico, pessoal, mas sempre valorizados. Os didáticos são vistos como livros da escola e não dos leitores. Aqui surge a primeira divisão de águas: certas leituras são para a escola, não para si próprios. No entanto, esse mesmo leitor, se consultado, poderá surpreender-se ao perceber que gostou de uma leitura indicada pela professora. Apesar disso, a leitura não chega a tornar-se hábito. Estaremos, então, formando um leitor escolar, que, distante do espaço escolar, esquece o prazer da leitura?
Para muitos, a leitura de livros de literatura é muito difícil, monótona, demorada, enquanto os jornais e as revistas são de leitura rápida e, por isso, agradável. É comum que os adolescentes – ou pré-adolescentes – refiram-se à sensação de perda de tempo relacionada com o fato de ficarem lendo enquanto as coisas acontecem. Para eles, ler livros não é nenhum acontecimento.
É no mínimo curioso que a ênfase na carência de leitura feita por educadores e intelectuais também ocorra entre os ditos não leitores. Parece que ninguém – nem a escola nem a sociedade – percebe a ligação existente entre o que é vivenciado/lido dentro e fora da escola, e o que ela e eles mesmos consideram como leitura. Especialmente tratando-se da interação tão intensa e difundida da linguagem verbal com a visual.
O visual e a oralidade, predominante nas práticas não institucionalizadas, são tidos e identificados como não leituras. Menosprezados por seus próprios leitores e ignorados pelos letrados, no entanto, são as leituras mais frequentemente realizadas pela maioria da população. Por outro lado, a literatura infantil resgatou com extrema sabedoria essa conjunção, tornando a ilustração peça fundamental para a leitura, integrando texto e imagem. [...] O texto incorpora a ilustração que, por sua vez, faz o status de linguagem, de texto, de narrativa. E é graças à incorporação de elementos visuais e de linguagem que a literatura infantil tem conquistado o seu leitor, habituado que está a ler o mundo que o cerca.
MARCHI, Diana Maria. A literatura e o leitor. In: NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al. (Orgs). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. p. 159-160. (Adaptado).
Do enunciado “Por outro lado, a literatura infantil resgatou com extrema sabedoria essa conjunção, tornando a ilustração peça fundamental para a leitura, integrando texto e imagem”, considera-se que a literatura infantil
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Q790211 Português
A literatura e o leitor
De início, cabe uma pergunta: quem é esse leitor? Se, num primeiro momento, pode nos parecer difícil defini-lo, num segundo momento, como professores com um olhar um pouco crítico e sensível, podemos perfeitamente dizer quem são eles. Na verdade, o que a sociedade, de um modo geral, e a academia, de modo especial, nos cobram é a formação de um indivíduo que lê textos escritos, referentemente livros.
Chegamos assim a uma equação simples: para termos como resultado leitura, devemos somar livro + leitor. Mas afinal que livro é esse? Que objeto de adoração é esse, tão distante do leitor comum? O livro, indicado invariavelmente como objeto de cultura por excelência, considerado como a leitura verdadeira, não centraliza o universo cultural da população brasileira. Essa, em geral, admira e respeita quem lê e até se considera em desvantagem por não ser leitora.
A leitura está associada a textos, especialmente livros, objetos de pouco convívio doméstico, pessoal, mas sempre valorizados. Os didáticos são vistos como livros da escola e não dos leitores. Aqui surge a primeira divisão de águas: certas leituras são para a escola, não para si próprios. No entanto, esse mesmo leitor, se consultado, poderá surpreender-se ao perceber que gostou de uma leitura indicada pela professora. Apesar disso, a leitura não chega a tornar-se hábito. Estaremos, então, formando um leitor escolar, que, distante do espaço escolar, esquece o prazer da leitura?
Para muitos, a leitura de livros de literatura é muito difícil, monótona, demorada, enquanto os jornais e as revistas são de leitura rápida e, por isso, agradável. É comum que os adolescentes – ou pré-adolescentes – refiram-se à sensação de perda de tempo relacionada com o fato de ficarem lendo enquanto as coisas acontecem. Para eles, ler livros não é nenhum acontecimento.
É no mínimo curioso que a ênfase na carência de leitura feita por educadores e intelectuais também ocorra entre os ditos não leitores. Parece que ninguém – nem a escola nem a sociedade – percebe a ligação existente entre o que é vivenciado/lido dentro e fora da escola, e o que ela e eles mesmos consideram como leitura. Especialmente tratando-se da interação tão intensa e difundida da linguagem verbal com a visual.
O visual e a oralidade, predominante nas práticas não institucionalizadas, são tidos e identificados como não leituras. Menosprezados por seus próprios leitores e ignorados pelos letrados, no entanto, são as leituras mais frequentemente realizadas pela maioria da população. Por outro lado, a literatura infantil resgatou com extrema sabedoria essa conjunção, tornando a ilustração peça fundamental para a leitura, integrando texto e imagem. [...] O texto incorpora a ilustração que, por sua vez, faz o status de linguagem, de texto, de narrativa. E é graças à incorporação de elementos visuais e de linguagem que a literatura infantil tem conquistado o seu leitor, habituado que está a ler o mundo que o cerca.
MARCHI, Diana Maria. A literatura e o leitor. In: NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al. (Orgs). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. p. 159-160. (Adaptado).
Do texto, conclui-se que a leitura de livros é considerada, em geral, pouco habitual entre adolescentes ou pré- adolescentes brasileiros por
Alternativas
Respostas
681: D
682: B
683: A
684: D
685: C
686: D
687: C
688: B
689: A
690: B
691: A
692: D
693: C
694: C
695: D
696: B
697: C
698: A
699: C
700: B